Empresas reconhecem cada vez mais o papel do setor privado para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) das Nações Unidas, aponta a Pesquisa do Pacto Global da ONU, uma das mais abrangentes pesquisas mundiais sobre o desempenho de sustentabilidade corporativa, lançada hoje (07/06), na Sede da ONU em Nova York.
Empresas reconhecem cada vez mais o papel do setor privado para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) das Nações Unidas, aponta a Pesquisa do Pacto Global da ONU, uma das mais abrangentes pesquisas mundiais sobre o desempenho de sustentabilidade corporativa, lançada hoje (07/06), na Sede da ONU em Nova York. Resultados significativos foram apresentados por Brasil, Espanha, Estados Unidos e França.
O relatório, respondido de forma anônima por empresas participantes do Pacto Global (Global Compact) das Nações Unidas, indica que, independente do tamanho ou setor, políticas de igualdade e contra a discriminação têm sido implementadas. Entretanto, grandes companhias ou empresas de capital aberto têm alcançado resultados mais relevantes em todas as metas. “Enquanto o movimento de sustentabilidade avançou nos últimos anos, desafios significativos permanecem”, afirma o Diretor-Executivo do Pacto Global, Georg Kell. “Ajudar as empresas menores a fechar lacunas no desempenho, estimulando ações coletivas em todas as frentes e fortalecendo o engajamento nos direitos humanos e contra a corrupção serão questões críticas se quisermos aumentar a responsabilidade corporativa”, avalia.
A pesquisa mostra também que como reflexo do aumento da relevância comercial do tema sustentabilidade, 70% das 1.251 empresas que responderam ao questionário apontam o envolvimento de diretores-executivos nas políticas de desenvolvimento estratégico. E a preocupação das empresas estende-se à cadeia de produção – 12% exigem que seus fornecedores também assinem o pacto.
Mais de seis mil empresas, de 103 países, assinaram o Pacto Global da ONU até o fim de 2010 – 370 brasileiras –, comprometendo-se a cumprir dez princípios de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.
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