Planos de ação para a região incluem operações humanitárias de emergência que, pela primeira vez, incorporam medidas a favor do desenvolvimento a longo prazo de comunidades vulneráveis que abrigam refugiados sírios.

Refugiados sírios no Líbano carregam madeira para reforçar abrigos para o inverno. Foto: ACNUR/I. Prickett
Os planos de reação estratégica incluem operações humanitárias de emergência, essenciais à sobrevivência básica de mais de 12 milhões de pessoas deslocadas na Síria e de milhões de refugiados sírios em outros países. Além disso, pela primeira vez o planejamento também vai contar com ações voltadas à resiliência e ao desenvolvimento em longo prazo. O objetivo principal é alcançar mais de 1 milhão de pessoas em comunidades vulneráveis da região, que vão se beneficiar de programas de assistência com foco nos meios de subsistência e na criação de oportunidades econômicas.
Outras 20,6 milhões de pessoas na Jordânia, no Líbano e no Egito vão se beneficiar das melhorias na infraestrutura local e nos serviços de saúde, educação, água e esgoto.
“Os países que abrigam refugiados sírios estão lutando com impactos massivos em suas economias, sociedades e infraestrutura, ameaçando não apenas sua própria estabilidade, como a estabilidade de toda a região”, disse a administradora associada do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Gina Casar.