A reportagem “Fogões ecológicos empoderam mulheres Kaiowá-Guarani” foi escolhida a melhor entre 120 histórias recebidas de 66 escritórios do PNUD espalhados pelo mundo.
O Programa das Nações Unidas de Desenvolvimento (PNUD) Brasil ganhou o primeiro lugar no 2º Concurso Anual de Histórias pela Promoção do Desenvolvimento. A reportagem “Fogões ecológicos empoderam mulheres Kaiowá-Guarani”, escrita por Daniel de Castro e Jacob Said, foi escolhida a melhor entre 120 histórias recebidas de 66 escritórios do PNUD espalhados pelo mundo.
Esta tecnologia social está sendo adaptada pelo PNUD com ajuda do Fundo para alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (F-ODM) – criado com doação do governo espanhol – através do Programa Conjunto “Segurança Alimentar e Nutricional de Mulheres e Crianças Indígenas no Brasil” (PCSAN), realizado em parceria por cinco organismos da ONU – PNUD, FAO,OIT, OPAS/OMSe UNICEF – e Governo Brasileiro.
A publicação anual do PNUD, com as 12 melhores reportagens, foi lançada nesta segunda-feira (28) durante sessão da Junta Executiva do PNUD.
O júri foi composto por 12 pessoas, entre as quais representantes das missões permanantes da Austrália e Canadá na ONU e jornalistas internacionais – a maioria com experiência na cobertura especializada sobre desenvolvimento. Todas as reportagens avaliadas tinham como objetivo mostrar casos de “mudanças transformacionais” e “resultados mundiais do desenvolvimento”.
O segundo lugar do concurso ficou com o escritório do PNUD em Bangladesh, com a reportagem “Empoderando mulheres na luta contra a pobreza”; a China ficou em terceiro com “Fazendeiros plantam uma semente para um futuro sem produtos químicos”.