Somália: ONU condena assassinato de jornalista e denuncia insegurança dos trabalhadores de mídia

O jornalista Yusuf Keynan, que trabalhava para a Rádio Mustaqbal e Rádio Ergo, foi morto quando um artefato explosivo preso ao seu veículo foi detonado em Hamarweyne, na capital Mogadíscio.

Vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson (centro), ao lado do chefe da Missão da ONU na Somália, Nicholas Kay (à esquerda), durante encontro com a sociedade civil em outubro de 2013. Foto: ONU/Stuart Price

Vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson (centro), ao lado do chefe da Missão da ONU na Somália, Nicholas Kay (à esquerda), durante encontro com a sociedade civil em outubro de 2013. Foto: ONU/Stuart Price

“Os trabalhadores vinculados aos meios de comunicação devem ser capazes de realizar seu importante trabalho em um ambiente seguro”, disse o representante especial do secretário-geral e chefe da Missão da ONU na Somália (UNSOM), Nicholas Kay, no sábado (21), ao condenar o assassinato do jornalista Yusuf Keynan em Mogadíscio, na Somália.

Em um comunicado de imprensa, Kay exortou o governo federal da Somália “a agir rapidamente na investigação deste assassinato e levar os responsáveis à justiça”.

Yusuf Keynan, que trabalhava para a Rádio Mustaqbal e Rádio Ergo, foi morto quando um artefato explosivo preso ao seu veículo foi detonado em Hamarweyne, distrito da cidade.