A estabilidade política do Haiti e sua reconstrução econômica dependem em grande parte da participação popular no segundo turno das eleições que se realizarão neste domingo, dia 20 de março, afirmou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), solicitando a todos os haitianos que expressem sua vontade em massa.
A estabilidade política do Haiti e sua reconstrução econômica dependem em grande parte da participação popular no segundo turno das eleições que se realizarão neste domingo, dia 20 de março, afirmou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), solicitando a todos os haitianos que expressem sua vontade em massa.
A ex-primeira dama Mirlande Manigat e o músico Michel Martelly são os dois candidatos que se enfrentam nesta segunda rodada que acontece quase quatro meses após o primeiro turno das eleições. As eleições legislativas também vão acontecer neste domingo.
“Não há dúvida de que os haitianos hoje estão unidos procurando, através do voto, a estabilidade política e a transição democrática no Haiti, para alcançar a redução da pobreza, a retomada do crescimento econômico e o progresso social o mais rapidamente possível”, afirmou a MINUSTAH.
Ontem a MINUSTAH manifestou preocupação com os atos de violência que aconteceram durante a campanha eleitoral e pediu a todas as partes a abster-se de ameaças, intimidações e assédio.
Ao visitar a Guatemala esta semana, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, disse aos líderes regionais que os esforços de recuperação e reconstrução do Haiti – pouco mais de um ano depois do terremoto que destruiu grande parte da capital, Porto Príncipe, e matou mais de 200 mil pessoas – estão ganhando força e que a recente epidemia de cólera está sob controle. “Todos queremos ajudar na reconstrução e desenvolvimento do Haiti. Para isso, o país precisa de um governo estável e eficaz”, afirmou.