Arquivo da tag: Fim da AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

HIV e COVID-19: um momento único para aprender, alavancar e construir sistemas resilientes para a saúde

Um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra como os países que lutam contra a COVID-19 estão usando a experiência e a infraestrutura da resposta à AIDS para garantir uma resposta mais robusta a ambas as pandemias.

Três oportunidades são destacadas no relatório: que as principais lições aprendidas com a resposta ao HIV devem se comunicar com as respostas à COVID-19; como a infraestrutura da resposta ao HIV já está impulsionando as respostas à COVID-19 e tem o potencial de catalisar o progresso acelerado; e como as respostas à COVID-19 e ao HIV oferecem uma oportunidade histórica de construir uma ponte para sistemas de saúde adaptáveis e orientados para resultados que funcionem para as pessoas.

‘Venceremos a COVID-19 e a AIDS se, de fato, valorizarmos os direitos e a dignidade de cada pessoa’, diz diretora do UNAIDS

No prefácio do relatório ‘Direitos em uma pandemia – lockdowns, direitos e lições do HIV na resposta inicial à COVID-19’, a diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, afirma que as respostas de saúde pública só serão totalmente eficazes se forem absolutamente fundamentadas nos direitos humanos.

“Quando a transmissão de doenças ocorre entre humanos, os direitos humanos devem ser o motor fundamental da resposta. Discriminação, estigmatização e criminalização de comunidades marginalizadas são ruins para a saúde de todas as pessoas. Nenhuma pessoa está segura até que todos nós estejamos seguros. Quando, em contraste, garantimos que nenhuma pessoa seja deixada para trás ou empurrada para trás, isso nos ajuda a seguir em frente“. Leia o prefácio completo.

Lições do HIV: UNAIDS alerta sobre perigos do desrespeito aos direitos humanos na resposta à COVID-19

Durante a resposta inicial à COVID-19, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebeu numerosos relatos sobre interrupções dos serviços de HIV e violações perturbadoras contra populações vulneráveis ​​e marginalizadas. A experiência da resposta ao HIV tem provado que as violações dos direitos humanos durante uma pandemia minam a confiança, prejudicam os indivíduos e atrasam as respostas de saúde pública.

UNAIDS pede que governos fortaleçam urgentemente programas de proteção social face à COVID-19

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) convoca os países para que adotem medidas urgentes para reforçar os programas de proteção social a fim de proteger as pessoas mais vulneráveis do impacto na saúde e das consequências socioeconômicas da pandemia da COVID-19.

Pessoas vivendo com HIV e tuberculose (TB) estão sendo significativamente afetadas pela COVID-19. Uma modelagem de dados estimou os impactos catastróficos potenciais da pandemia da COVID-19 com aumentos de até 10%, 20% e 36% das mortes projetadas para pacientes com HIV, TB e malária, respectivamente, nos próximos cinco anos.

UNAIDS lamenta morte de Renato Girade, profissional com atuação na resposta ao HIV no Brasil

A equipe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lamentou na semana passada (21) a morte do ex-diretor-adjunto do antigo Departamento de IST/Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, Renato Girade.

“Seu profissionalismo e comprometimento sempre foram marcantes, e contribuíram com muitas conquistas positivas na resposta ao HIV no Brasil e para pessoas mais vulneráveis à epidemia”, disse o UNAIDS em nota. 

No Dia Mundial Humanitário, UNAIDS celebra o trabalho de heróis e heroínas da vida real

Neste dia 19 de agosto, Dia Mundial Humanitário, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) reconhece e celebra o poder das comunidades e seus verdadeiros heróis e heroínas da vida real: as pessoas e grupos que trabalham juntos para fazer a diferença para si memos e para os outros.

O UNAIDS sabe que as pessoas são mais fortes juntas e que as comunidades sempre foram a pedra angular da resposta ao HIV. Estes heróis e heroínas se levantam para garantir que eles e suas famílias, parceiros e amigos tenham acesso a serviços de testagem, tratamento e cuidados de HIV. Levantam-se para combater o estigma e a discriminação. Exigem respeito e engajamento nas decisões que afetam suas vidas.

Ano após ano, o objetivo ambicioso de eliminar novas infecções por HIV entre as crianças no mundo todo está sendo esquecido. Foto: UNAIDS

UNAIDS: resposta ao HIV ainda está falhando em relação às crianças

Ano após ano, o objetivo ambicioso de eliminar novas infecções por HIV entre as crianças no mundo todo está sendo esquecido e elas estão morrendo desnecessariamente por doenças relacionadas à AIDS — mortes que poderiam ser evitadas com tratamentos simples e de baixo custo se as crianças fossem diagnosticadas e tratadas a tempo. Leia o relato do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Os jovens da NBR são um exemplo da aplicação prática do tema das celebrações da ONU para este ano: engajamento juvenil para a ação global. Foto: UNAIDS

Jovens apoiados pelo UNAIDS celebram Dia Internacional da Juventude com vídeo sobre zero discriminação

Em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, celebrado em 12 de agosto, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) lança o vídeo “Humano igual a você” junto com uma série de cards para redes sociais inspirados no projeto Se Liga Ae, Juventude!, que levou conhecimento sobre HIV e AIDS a jovens da periferia de Campos dos Goytacazes (RJ), em 2019.

Os jovens da NBR são um exemplo da aplicação prática do tema das celebrações da ONU para este ano: engajamento juvenil para a ação global. Ao abordar o HIV, ISTs e sexualidade como temas centrais em seus projetos, a NBR mobilizar os jovens para discussões sobre racismo, direitos humanos, educação e empoderamento feminino, entre outros.

Médica analisa exame para eventual diagnóstico de tuberculose. Foto: AGECOM/Carol Garcia

COVID-19 ameaça controle e eliminação de doenças infecciosas nas Américas

A pandemia de COVID-19, que matou mais de 390 mil pessoas nas Américas, está ameaçando os planos regionais para eliminar e controlar doenças infecciosas, incluindo tuberculose, HIV e hepatites, disse na terça-feira (11) Carissa F. Etienne, diretora da OPAS.

Com mais de 10,5 milhões de casos de COVID-19 nas Américas e 100 mil novos casos sendo notificados todos os dias, “os países não podem atrasar a luta contra COVID-19, mas não devem permitir que a doença nos atrase para completar a agenda inacabada de eliminar e controlar as doenças infecciosas em nossa região”, afirmou Etienne em coletiva de imprensa.

UNAIDS lança edital de apoio a projetos da sociedade civil para HIV e COVID-19

O Escritório Regional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) para América Latina e o Caribe lançou na semana passada (17) um edital para promover projetos e gerar evidências capazes de fortalecer a resposta de base comunitária ao HIV e à COVID-19.

Os projetos devem englobar ações de prevenção da transmissão da COVID -19; resposta contínua, prevenção e assistência ao HIV; abordar temas de direitos humanos, estigma, discriminação e violência contra pessoas que vivem com e são afetadas pelo HIV e pela COVID-19. Notas conceituais sobre os projetos devem ser enviadas até 31 de julho.

UNAIDS lança pesquisa voltada a populações-chave para resposta ao HIV

O escritório regional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) para a América Latina e o Caribe lançou sexta-feira (17) uma nova pesquisa voltada para as populações-chave, aquelas que são centrais para a resposta ao HIV e para a dinâmica da epidemia.

Fazem parte deste grupo populacional homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, trabalhadores e trabalhadoras do sexo, pessoas trans, pessoas usuárias de drogas, privadas de liberdade e pessoas em mobilidade.

Também são consideradas chave para esta pesquisa pessoas pertencentes a povos indígenas e afrodescendentes que, muitas vezes se encontram em situação de vulnerabilidade ​​ao HIV pela falta de acesso adequado aos serviços de saúde e ao exercício de seus direitos.

Claudia Velasquez é a nova diretora de país e representante do escritório do UNAIDS no Brasil. Foto: UNAIDS

Redução das desigualdades é necessária para fim da epidemia de AIDS, diz nova diretora do UNAIDS Brasil

As respostas dos países à AIDS tiveram grande sucesso ao colocar as pessoas vivendo com HIV em tratamento e ao reduzir as mortes, mas o progresso na redução de novas infecções continua atrasado, principalmente entre jovens e populações-chave.

A avaliação é da bióloga norte-americana Claudia Velasquez, que assumiu esta semana (16) o posto de diretora de país e representante do escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.

“Se não enfrentarmos as desigualdades, o estigma e a discriminação, estes fatores continuarão formando as barreiras que nos impedem de alcançar o fim da epidemia. A pandemia de COVID-19 deixou bem claro para todos nós como as desigualdades afetam o acesso aos cuidados de saúde.” Leia a entrevista completa.

Fotos; UNAIDS

Projeto Balaio ajuda mais de 800 pessoas LGBTI e pessoas vivendo com HIV em SP

O Projeto Balaio, liderado pela ONG Instituto Cultural Barong, em São Paulo (SP), concluiu em junho a entrega de mais de 390 cestas básicas de alimentos, itens de higiene e limpeza, kits de saúde e prevenção sexual.

No total, foram beneficiadas mais de 800 pessoas LGBTI e pessoas que vivem com HIV em situação de extrema vulnerabilidade na capital paulista. A expectativa é de que mais 550 cestas de alimentos e itens de higiene, além de 550 kits de saúde e prevenção sexual, sejam distribuídos em julho.

A ação é realizada em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A iniciativa de voluntariado é coordenada no Brasil pelo Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP). Foto: UNAIDS

Ação de solidariedade atende mais de 400 pedidos de assistência alimentar e medicamentos no Brasil

A estratégia Voluntariado pelas Américas atendeu de abril a junho mais de 400 pedidos de assistência alimentar, atendimento psicológico e envio de medicamentos no Brasil.

A iniciativa foi lançada pelo Movimento Latino-Americano e do Caribe de Mulheres Positivas (MLCM+), sendo coordenada no Brasil pelo Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).

Até o fim do mês passado, tinham sido atendidos 90% (418) dos 465 pedidos recebidos por meio de campanhas de mobilização realizadas principalmente nas redes sociais. As ações são apoiadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Guia de perguntas e respostas orienta jovens e adolescentes vivendo com HIV em tempos de COVID-19

O UNAIDS no Brasil e o UNICEF, em parceria com a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA), lançaram a versão adaptada ao contexto brasileiro do guia com perguntas e respostas para jovens e adolescentes vivendo com HIV em tempos de COVID-19.

O guia, produzido originalmente pelo UNICEF em conjunto com o Y+ Global e redes locais de adolescentes e jovens vivendo com HIV na África do Sul e na África Oriental, foi elaborado a partir das redes sociais, num esforço conjunto de adolescentes e jovens vivendo com HIV para coletar e resumir, em um conjunto de 10 perguntas, as principais ideias e dúvidas compartilhadas. Essas perguntas se concentram em preocupações específicas de adolescentes e jovens vivendo com HIV sobre a COVID-19.

UNAIDS lamenta a morte da ativista de direitos humanos alemã Renate Koch

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lamentou na quarta-feira (9) a morte de Renate Koch, uma pioneira no campo do ativismo em justiça social, feminismo e igualdade de direitos.

Nascida na Alemanha, ela fez da Venezuela a sua casa. Junto com seu companheiro, Edgar Carrasco, ela trabalhou para a organização não governamental Accion Ciudadana contra el SIDA (Ação Cidadã contra a AIDS). As campanhas e ações mobilizadas pela ONG resultaram em conquistas importantes, entre elas a de acesso gratuito ao tratamento antirretroviral em seu país de adoção.

OMS: acesso a medicamentos para HIV é severamente afetado durante a pandemia

Setenta e três países alertaram que correm o risco de falta de medicamentos antirretrovirais em razão da pandemia de COVID-19, de acordo com uma nova pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizada antes da conferência semestral da Sociedade Internacional de Aids.

Vinte e quatro países relataram ter um estoque criticamente baixo de antirretrovirais ou interrupções no fornecimento desses medicamentos que salvam vidas.

A dificuldade dos fornecedores em entregar os antirretrovirais no prazo e a paralisação dos serviços de transporte terrestre e aéreo, juntamente com o acesso limitado aos serviços de saúde nos países como resultado da pandemia, estavam entre as causas citadas pelas interrupções.

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

Relatório sobre AIDS mostra que metas para 2020 não serão cumpridas no mundo

Um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra que houve progresso significativo rumo ao fim da epidemia de AIDS no mundo, mas altamente desigual, principalmente na expansão do acesso à terapia antirretroviral.

Como as conquistas não foram compartilhadas igualmente dentro dos países e entre eles, as metas globais de HIV estabelecidas para 2020 não serão alcançadas, alertou o programa da ONU.

Além disso, a pandemia de COVID-19 afetou seriamente a resposta à AIDS e pode causar uma ruptura ainda maior. Leia a reportagem completa.

Guia ajuda jovens vivendo com HIV a enfrentar questões de saúde mental em tempos de COVID-19

O “Guia rápido de saúde mental e HIV em tempos de COVID-19” é fruto de uma construção conjunta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) com a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (RNAJVHA) e outros parceiros.

A elaboração do Guia aconteceu a partir de encontros e capacitações que utilizaram a técnica de Terapia Comunitária. Em tempos de COVID-19, a técnica se apresentou como uma ferramenta potente para redes de pessoas vivendo com HIV, proporcionando a possibilidade de criação de uma rede de proteção, fundada a partir da própria comunidade.

Foto: Reprodução

OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia

Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam campanha em vídeo para garantir direitos e proteção da população lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual e intersex (LGBTI+) no Brasil.

Em meio à crise de saúde da COVID-19 e seus impactos sobre sociedade, economia e mundo do trabalho, as agências afirmam ser fundamental voltar a atenção para as pessoas historicamente excluídas por preconceitos e discriminação em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero.

Pesquisa avalia demandas das pessoas que vivem com HIV e AIDS em tempos de pandemia

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou na quinta-feira (18) a segunda rodada da pesquisa nacional para entender quais são as demandas das pessoas vivendo com HIV e/ou AIDS no contexto da pandemia de COVID-19.

A pesquisa inclui perguntas sobre renda e acesso a programas de auxílio do governo. O objetivo saber como a ONU pode apoiar a construção de um plano de resposta ao impacto socioeconômico da pandemia.

Artesãos do Piauí produzem máscaras faciais para proteção contra o novo coronavírus. Foto: Luiz Carlos Vieira

Ações da sociedade civil são essenciais na resposta à pandemia de COVID-19, dizem especialistas

A mobilização e a atuação da sociedade civil têm se destacado como estratégia essencial para o combate dos efeitos da pandemia de COVID-19, não apenas na área sanitária, como também econômica, social e cultural.

A conclusão é de palestrantes reunidos online na quarta-feira (10) a convite do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em debate que abordou estratégias de mobilização social na resposta à doença.

Relatório indica formas de reduzir impacto da COVID-19 em populações com maior risco de infecção por HIV

A pandemia da COVID-19 afetou a todas as pessoas, incluindo populações-chave com maior risco de infecção por HIV. Neste contexto, os ganhos obtidos contra outras doenças infecciosas, incluindo o HIV, correm o risco de serem revertidos como resultado de interrupções causadas pela COVID-19.

Este é o pano de fundo de um novo relatório publicado pela FHI 360, em colaboração com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre outros parceiros. O documento fornece recomendações sobre como minimizar os impactos da COVID-19 em populações-chave.

Ação de voluntariado apoiada pelo UNAIDS ajuda pessoas vivendo com HIV na América Latina em meio à pandemia. Foto: UNAIDS

COVID-19: movimento de mulheres apoia pessoas vivendo com HIV em países latino-americanos

A Estratégia de Voluntariado das Américas foi lançada pelo Movimento de Mulheres Positivas da América Latina e do Caribe (MLCM+) com apoio de escritórios do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na América Latina e o Caribe.

Até o momento, a iniciativa está presente em 17 países da região, com 850 voluntários e mais de 3 mil pedidos de ajuda. Tais pedidos referem-se principalmente à necessidade de medicamentos, alimentos e métodos de prevenção.

No Brasil, eles se articularam com UNAIDS e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) através do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).

Foto: UNAIDS

ONU abre consulta pública para nova estratégia global de resposta à AIDS

Faltando menos de dez anos para alcançar o objetivo de acabar com a AIDS, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) foi encarregado de desenvolver a próxima estratégia global de resposta à doença.

A fase de consultas abertas ao público acontecerá até 5 de julho. O preenchimento da pesquisa leva de 15 a 20 minutos e representará uma contribuição crucial para a próxima Estratégia Global para o Fim da AIDS. Saiba como participar.

O UNAIDS reconhece que as organizações comunitárias têm uma experiência incomparável em criar e fornecer respostas a crises de saúde e direitos humanos em suas comunidades. Foto: UNAIDS

UNAIDS pede que governos garantam prestação de serviços de HIV liderados pela comunidade

A prestação de serviços de saúde liderados pela comunidade, um pilar importante na resposta ao HIV, tornou-se ainda mais crítica no contexto da COVID-19, à medida em que as necessidades dos membros de comunidades marginalizadas e a carga sobre setor de saúde estão aumentando.

Isso torna crucial a garantia da provisão continuada de serviços de HIV, tuberculose e outros serviços de saúde. Organizações lideradas pela comunidade atuam como uma corda salva-vidas para populações mais pobres, marginalizadas e de difícil acesso, em todo o mundo.

UNAIDS dá boas-vindas a nova ferramenta de prevenção de HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) dá boas-vindas ao anúncio de que o cabotegravir injetável de ação prolongada é seguro e eficaz na prevenção do HIV entre gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) e mulheres trans. O estudo da Rede de Ensaios de Prevenção ao HIV (HPTN 083) convocou quase 4.600 pessoas que não vivem com HIV de mais de 40 locais na América do Norte e do Sul, da Ásia e da África.

A profilaxia pré-exposição (PrEP) – medicamento antirretroviral usado por pessoas que não vivem com HIV para prevenir a infecção pelo vírus – é um elemento importante no kit de ferramentas de prevenção combinada do HIV. A PrEP permite que as pessoas reduzam o risco de serem infectadas pelo HIV, particularmente durante períodos de risco aumentado em suas vidas. Também pode fornecer segurança e reduzir a ansiedade quando os riscos são incertos.

Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo,  sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. Foto: Reprodução

ONU defende proteção e promoção de empregos para pessoas LGBTI+ em meio à pandemia

A marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.

Como parte das celebrações do Dia Internacional contra a LGBTIfobia (17), a ONU Brasil reforça seu compromisso com a proteção dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ e com a promoção do acesso dessas populações ao mercado de trabalho, através de empregos dignos e do respeito à diversidade.

Projeto Balaio abre cadastro online para quem precisa de alimentos e kits de higiene e limpeza

O “Projeto Balaio: saúde, inclusão e comunidade” recebe desde quarta-feira (13) inscrições de pessoas vivendo com HIV/AIDS e pessoas LGBTI+ que necessitem de apoio com cesta básica de alimentos e kits de higiene e limpeza em meio à pandemia de COVID-19.

Ação é uma iniciativa da ONG Barong, em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O projeto tem foco inicial em pessoas que moram na cidade de São Paulo e se encontram em situação de extrema vulnerabilidade. Seu objetivo é mitigar os impactos secundários da pandemia de COVID-19 sobre estas populações.

COVID-19: Interrupções em serviços de HIV podem causar 500 mil mortes adicionais por AIDS

Um grupo de modelagem convocado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estimou que, se não forem feitos esforços para mitigar e superar as interrupções nos serviços e na distribuição de insumos de saúde causados pela pandemia da COVID-19, uma interrupção de seis meses da terapia antirretroviral poderia levar a um número superior a 500 mil mortes a mais por doenças relacionadas à AIDS, incluindo a tuberculose.

As estimativas se referem ao cenário na África Subsaariana, para o período entre 2020-2021. Em 2018, estima-se que 470 mil pessoas morreram de causas relacionadas à AIDS na região.

UNAIDS pede aos países que mantenham o foco na prevenção do HIV durante a pandemia da COVID-19

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) pede aos países que permaneçam firmes em seus esforços de prevenção ao HIV e garantam que as pessoas possam continuar acessando os serviços de que precisam para permanecerem livres do HIV, sem discriminação e sem violência e que sejam capazes de desfrutar de sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos.

Apesar do progresso global na prevenção do HIV, com as novas infecções caindo 40% desde o pico de 1997, os ganhos obtidos com grande esforço correm o risco de serem revertidos pela pandemia da COVID-19 em todo o mundo.

Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária vai apoiar resposta à COVID-19

O Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária aprovou, por unanimidade, um novo mecanismo para apoiar os países na resposta à COVID-19 e amenizar o impacto nos sistemas de saúde e em programas de combate ao HIV, tuberculose e malária de forma eficaz, dobrando o valor do financiamento disponível para até US$ 1 bilhão.

Membros do Conselho enfatizaram a importância de remover as barreiras que envolvem direitos humanos e gênero para os cuidados de saúde, e o papel das comunidades, essencial para uma resposta eficaz. Assim como no HIV, tuberculose e malária, a COVID-19 afetará desproporcionalmente os mais pobres, os mais marginalizados e os mais vulneráveis.

ARTIGO: Coronavírus mostra a necessidade de uma saúde gratuita para todas as pessoas – agora

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), Winnie Byanyima, faz um alerta: “três pessoas a cada segundo são levadas à extrema pobreza ao pagarem por serviços de saúde. Cobrar pelos serviços de saúde não prejudica apenas os diretamente afetados – coloca todos em risco”.

Winnie Byanyima traz exemplos do Sri Lanka, Jamaica e Serra Leoa para mostrar que o país não precisa ser rico para oferecer serviços de saúde gratuitos a todas as pessoas. “Mesmo em ambientes frágeis, as remoções de custos, quando planejadas e implementadas adequadamente, melhoram os sistemas de saúde e protegem os vulneráveis. Globalmente, porém, o ritmo do progresso é muito lento e o impacto da pandemia da COVID-19 é testemunha de que os líderes econômicos subestimaram os riscos econômicos de baixos investimentos em saúde eqüitativa”. Leia o artigo na íntegra.

ARTIGO: Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, demonstra preocupação com o impacto da COVID-19 na África e nas pessoas vivendo com HIV/Aids. Ela afirma que a falta de investimento nos sistemas de saúde, as dívidas crescentes e a enorme sonegação de impostos corporativos, deixaram o continente mal preparado para enfrentar esta emergência.

“Os custos para acessar os serviços de saúde negam às pessoas comuns o direito à saúde. Este é o momento de acabar com estes custos. Os países ricos estão injetando bilhões de dólares em suas próprias economias e sistemas de seguridade social para manter pessoas e empresas em atividade, mas haverá um enorme apoio financeiro internacional coordenado para os países em desenvolvimento combaterem a COVID-19? Ou estamos nisso juntos ou ninguém está seguro. Nada além de uma resposta global derrotará esse vírus agressivo”. Leia o artigo completo.

Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho, colocando a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar.

O UNAIDS aproveita a ocasião e pede a todas as pessoas que se lembrem que a COVID-19 é uma doença grave. Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição e prevenir a infecção pelo vírus que causa a COVID-19.

Foto: UNAIDS

Redes de solidariedade garantem acesso a medicamentos antirretrovirais durante pandemia

Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, oficial de mobilização comunitária no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na China.

Devido ao surto de COVID-19, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acesso ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia.

Médica analisa exame para eventual diagnóstico de tuberculose. Foto: AGECOM/Carol Garcia

Em meio à pandemia de coronavírus, OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.