Arquivo da tag: COVID-19 e o novo coronavírus

ONU e a COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus

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Confira abaixo as últimas notícias sobre o novo coronavírus e a COVID-19, bem como os dados mais atualizados na página da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS): paho.org/bra/covid19.

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Acesse a página internacional da OMS em who.int/coronavirus, e das Nações Unidas em un.org/coronavirus. Acesse os dados globais mais atualizados em covid19.who.int e os dados do Ministério da Saúde do Brasil clicando aqui.

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Acesse também: COVID-19 e a dimensão de direitos humanos

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Acesse aqui todos os vídeos sobre a COVID-19. Acesse aqui todas as artes gráficas sobre a COVID-19; acesse a galeria e descrições das imagens no Facebook clicando aqui.

Grupo de especialistas analisará comportamento individual e comunitário sobre saúde

Além de apoiar a formulação de políticas globais, o trabalho dos especialistas visa criar métodos para orientar os escritórios regionais e nacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma melhor compreensão do comportamento individual e comunitário no que se refere à saúde.

Psicologia, antropologia, promoção da saúde, ciências sociais e comportamentais, neurociências, economia comportamental, marketing social, design thinking e epidemiologia são algumas das áreas de especialização dos especialistas, que vêm de agências governamentais, academia, organizações internacionais e sociedade civil — que agora aconselharão a OMS sobre uma variedade de tópicos.

Sistema de energia solar na Eritreia alimenta duas cidades rurais e aldeias vizinhas. Foto: PNUD Eritrea/Elizabeth Mwaniki

ONU pede que países incorporem ações climáticas em planos de recuperação da pandemia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu aos governos que incorporem ações climáticas significativas em todos os aspectos da recuperação da pandemia de COVID-19.

Guterres delineou seis ações positivas para o clima para uma recuperação sustentável, incluindo o investimento em empregos verdes; não resgatar indústrias poluentes; acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis; contabilizar o risco climático em todas as decisões financeiras e políticas; trabalharmos juntos; e – o mais importante – não deixar ninguém para trás.

Na Escola Primária Vahdat em Isfahan, no Irã, a mistura de alunos refugiados e nacionais gera entusiamo entre as crianças. Foto: ACNUR/Mohammad Hossein Dehghanian

Metade das crianças refugiadas do mundo está fora da escola, diz relatório do ACNUR

Se a comunidade internacional não tomar medidas imediatas e ousadas para combater os efeitos catastróficos da COVID-19 na educação de pessoas refugiadas, o potencial de milhões de jovens refugiados que vivem em algumas das comunidades mais vulneráveis ​​do mundo ficará ainda mais ameaçado. O alerta foi feito em relatório divulgado nesta quinta-feira (3) pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Embora a COVID-19 tenha afetado a educação de crianças em todos os países, o documento revela que crianças refugiadas têm sido particularmente desfavorecidas.

Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de COVID-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera, em São Paulo (SP). Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

Cerca de 570 mil profissionais de saúde se infectaram e 2,5 mil morreram por COVID-19 nas Américas

Os profissionais de saúde estão especialmente vulneráveis ​​à COVID-19 e, na região das Américas, “temos o maior número de profissionais de saúde infectados no mundo”, afirmou na quarta-feira (2) a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, durante entrevista coletiva.

“Nossos dados mostram que quase 570 mil profissionais de saúde em nossa região ficaram doentes e mais de 2,5 mil sucumbiram ao vírus.”

Foto: ONU

Ataques a jornalistas são ataques contra toda a sociedade civil, diz Bachelet

A chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, exortou todos os países a fazerem mais para proteger os jornalistas, especialmente durante a crise de COVID-19, já que seu trabalho ajuda a salvar vidas.

Sem nomeá-los, ela disse que vários países viram “a crescente politização da pandemia e os esforços para culpar oponentes políticos, levando a ameaças, prisões e campanhas de difamação contra jornalistas que mantêm informações baseadas em fatos sobre a disseminação da COVID- 19 e a adequação das medidas de prevenção”.

Alunos usam laptops fornecidos pelo UNICEF em uma escola secundária em Sanaa, Iêmen. Foto: UNICEF/Hani Alansi

ONU: Mundo deve aproveitar conhecimento dos jovens para alcançar objetivos globais

Sem aproveitar a energia, o conhecimento tecnológico e o otimismo dos jovens, o mundo não tem chances de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ou o Acordo de Paris para o clima, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na terça-feira (1).

Dirigindo-se a líderes de governos, empresas e agências multilaterais durante um evento de alto nível sobre a Generation Unlimited — uma parceria global para ajudar crianças e jovens de 10 a 24 anos a ter acesso a educação, treinamento e oportunidades de trabalho — o chefe da ONU disse que a COVID-19 expôs as persistentes desigualdades.

A atriz japonesa Misako Koono é Embaixadora da Boa Vontade do PNUD desde 1998. Foto: PNUD

Doação de Embaixadora da Boa Vontade do PNUD fortalecerá comunidades vulneráveis no Piauí

Para colaborar com o governo do Piauí e fortalecer o combate à COVID-19, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio de recursos doados pela atriz japonesa e Embaixadora da Boa Vontade Misako Konno, apoia a aquisição e distribuição de máscaras artesanais produzidas localmente para grupos do Território Planície Litorânea do estado. Serão mais de 9 mil máscaras  distribuídas à população.

‘Sentimos saudades de casa, mas não podemos voltar a viver com medo’

Após um surto de violência extrema no estado de Rakhine, no oeste de Mianmar, em agosto de 2017, mais de 740.000 crianças, mulheres e homens rohingya buscaram segurança em Bangladesh como refugiados – entre eles Nur Ayna, de 18 anos.

“Sinto muita falta da minha casa e dos jardins, mas principalmente sinto falta de ir à escola e estudar. Lá eu não precisava trabalhar. Mas aqui eu preciso, para sustentar minha família. Antes do surto da COVID-19, eu dei aulas para crianças rohingya, mas a pandemia mudou todas as nossas vidas”. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Região das Américas notifica maioria das novas mortes por COVID-19 em todo o mundo

Uma atualização epidemiológica publicada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostrou que a região das Américas registrou 64% das novas mortes notificadas em todo o mundo nos dois últimos meses, totalizando mais de 213 mil novas mortes, mesmo abrigando apenas cerca de 13% da população global.

O documento observa que a maioria das novas mortes em nível mundial foram notificadas pelo Brasil, com 19%; Estados Unidos, com 16%; Índia, com 13%; e México, com 12%. O número de casos em todo o mundo aumentou 158% com cerca de 14 milhões de casos a mais desde a publicação do relatório da OPAS em 23 de junho. As mortes aumentaram 72%, compreendendo cerca de 300 mil mortes adicionais.

A ideia é trocar experiências e entender o trabalho implementado no estado nas áreas de vigilância, assistência e laboratorial, além do tema de comunicação de risco. Foto: Polina Tankilevitch / Pexels

OPAS e Paraná trocam experiências sobre combate à COVID-19

Como parte de uma série de visitas aos estados brasileiros para conhecer a política de enfrentamento à COVID-19 no país, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) iniciou na terça-feira (1) ação em Curitiba (PR).

Serão quase 20 unidades de saúde visitadas, como hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e serviços laboratoriais. A ideia é trocar experiências e entender o trabalho implementado no estado nas áreas de vigilância, assistência e laboratorial, além do tema de comunicação de risco.

Rede de proteção é essencial para prevenir e responder à violência sexual contra meninas e adolescentes

O webinário “Violência sexual contra meninas e adolescentes: o que precisamos saber?”, realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) na quinta-feira (27), teve a participação de especialistas das áreas do Direito, Saúde, Assistência Social e Segurança Pública, que recomendaram reforçar a rede de proteção para prevenir e responder à violência sexual contra meninas e adolescentes.

Sugeriram também trabalhar culturalmente a noção de gênero nas famílias, fortalecer sistemas de garantia de direitos, principalmente dos conselhos de direitos de crianças e adolescentes; além da formação de profissionais especializados para atender as vítimas e acompanhar agressores. Assista ao webinário na íntegra.

Homem usa máscara e luvas ao entrar no sistema de metrô durante a pandemia de COVID-19 em Nova Iorque. Foto: ONU/Evan Schneider

Reabrir economias sem plano para COVID-19 é receita para o desastre, diz OMS

Oito meses após o início da pandemia de COVID-19, os países querem “pôr suas economias para funcionar de novo”, afirmou na segunda-feira (31) o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), aconselhando sobre as medidas que os governos, comunidades e indivíduos devem tomar para conseguir fazê-lo com segurança.

“Se os países estiverem levando a sério a abertura, devem também levar a sério a supressão da transmissão e o salvamento de vidas”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a jornalistas de Genebra. “Abrir sem ter controle é uma receita para o desastre.”

Mulheres negras buscam serviços de assistência social para enfrentar efeitos da pandemia

ONU Mulheres e Comitê Mulheres Negras, em parceria com o Canal Preto, promoveram a série de lives “Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030” em tempos de crise e da pandemia de COVID-19”.

O objetivo foi visibilizar as mulheres negras, abrindo espaços para que suas vozes circulem e mobilizem ações e políticas públicas, empresariais e sociais para eliminar o racismo e o sexismo na pandemia.

Crise nos oferece a chance de repensar radicalmente como produzimos e consumimos alimentos, disse o PNUMA. Foto: Pixabay

Ações climáticas nos sistemas alimentares podem reduzir 20% das emissões globais

Ações nos sistemas alimentares, como reduzir a perda e o desperdício de alimentos ou adotar dietas mais sustentáveis, representam uma oportunidade combinada de reduzir as emissões globais em até 12,5 Gt CO2e – o equivalente a 2,7 bilhões de carros fora das ruas.

Segundo Inger Andersen, diretora-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a pandemia expôs a fragilidade de nossos sistemas de abastecimento de alimentos, desde cadeias de valor complexas até impactos em nossos ecossistemas.

“Mas também demonstrou que as empresas e as pessoas estão prontas para se reconstruírem melhor. Essa crise nos oferece a chance de repensar radicalmente como produzimos e consumimos alimentos”, afirma.

OPAS apoia troca de experiências entre estados brasileiros na resposta à COVID-19

Especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) finalizaram mais uma missão de conhecimento das políticas de enfrentamento à COVID-19 nos estados brasileiros. Durante cinco dias, os profissionais visitaram mais de 20 unidades de saúde do Maranhão para entender o processo de trabalho implementado no estado nas áreas de vigilância, assistência e laboratorial.

O trabalho foi realizado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e teve como objetivo a troca de experiências entre os estados para aprimorar as ações de resposta a esta emergência.

Anos de progresso no empoderamento de mulheres e meninas podem ser perdidos durante a pandemia de COVID-19. Foto: OIT

Pandemia pode prejudicar frágil progresso alcançado para mulheres e meninas, alerta chefe da ONU

Destacando o impacto socioeconômico desproporcional e devastador da COVID-19 nas mulheres e meninas em todo o mundo, o chefe da ONU, António Guterres, pediu na segunda-feira (31) um grande impulso para evitar que “anos, até gerações” de progresso no empoderamento das mulheres sejam perdidos para a pandemia.

Em um discurso durante encontro virtual com mulheres jovens de organizações da sociedade civil, o secretário-geral disse que a pandemia já reverteu décadas de progresso limitado e frágil na igualdade de gênero e nos direitos das mulheres.

“Sem uma resposta rápida, corremos o risco de perder uma geração ou mais de ganhos”, alertou.

Maria Conceição da Silva mora em Fortaleza, Ceará. Foto: WFP

Moradores de três estados do Nordeste recebem cartões de alimentação

 “Essa doação veio na hora certa, pois já não sabíamos mais o que fazer para conseguir o alimento”, respirou aliviada Maria Conceição da Silva, 35 anos, moradora do bairro Autran Nunes, em Fortaleza, Ceará. Casada e mãe de dois filhos, ela e o marido têm dificuldade em conseguir recursos para alimentar a família e manter a casa durante a pandemia da COVID-19.

Ela foi uma das 1.100 famílias beneficiadas pela entrega de cartões de alimentação da campanha Compra Solidária do Carrefour, que tem apoio do Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP).

Iniciativas da sociedade civil amenizam os impactos da COVID-19 nas periferias

Especialistas participam de debate virtual sobre os impactos e respostas da COVID-19 nas periferias e compartilham iniciativas realizadas pelos próprios moradores para amenizar os impactos da pandemia.

Eles também chamam a atenção para a questão da fome dentro das comunidades e para o papel das mulheres, que embora sejam as mais vulneráveis, são as que mais se engajam e participam das ações sociais.

Ocorrido nesta quarta-feira (26), o debate faz parte da série de webinários ‘População e Desenvolvimento em Debate’ e foi promovido pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com a Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP).

Benefícios da amamentação superam riscos de infecção por COVID-19, afirmam OPAS e OMS

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) fizeram uma revisão sistemática das evidências científicas disponíveis, que revelou que as recomendações sobre o contato mãe-bebê e aleitamento materno devem se basear em uma consideração ampla, não apenas nos riscos potenciais da COVID-19 para o bebê, mas também dos riscos de morbidade e mortalidade associados ao não aleitamento e uso inapropriado de fórmulas infantis.

Até o momento, a transmissão ativa da doença por meio do aleitamento materno não foi detectada. Por isso, recomenda-se que mães com suspeita ou confirmação da COVID-19 sejam estimuladas a iniciar ou continuar amamentando seus bebês e crianças pequenas, pois os benefícios do aleitamento materno superam consideravelmente os riscos potenciais de transmissão do novo coronavírus.

ACNUR lança relatório sobre impacto da COVID-19 na educação de crianças refugiadas

Na próxima quinta-feira (3), às 10h, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançará relatório sobre educação, intitulado “Unindo forças pela educação de pessoas refugiadas” no webinário “Educação de pessoas refugiadas no Brasil e no mundo”. O evento é virtual e gratuito, voltado a jornalistas, professores e profissionais que atuam ou têm interesse pela área de educação.

A ideia é trocar experiências e entender o trabalho implementado no estado nas áreas de vigilância, assistência e laboratorial, além do tema de comunicação de risco. Foto: Polina Tankilevitch / Pexels

COVID-19: países sul-americanos devem trabalhar juntos no acesso a vacinas, diz OPAS

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu nesta quinta-feira (27) ao bloco PROSUL de presidentes sul-americanos para trabalharem juntos no acesso às vacinas contra a COVID-19.

“Acreditamos que seu apoio e participação no mecanismo COVAX proporcionarão a melhor oportunidade de acelerar o acesso às vacinas contra a COVID-19 nacional e regionalmente nas Américas”, afirmou Etienne durante uma reunião virtual do bloco PROSUL, que inclui Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

OIM está fornecendo assistência alimentar a refugiados e migrantes venezuelanos da região Sudeste. Foto: OIM

Projeto apoiado pela OIM dá capacitação profissional online para migrantes em SP

Durante três meses, o projeto Autonomia Migrante, iniciado neste mês e promovido pelo Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC) com o apoio financeiro da Organização Internacional para as Migrações (OIM), irá capacitar 100 venezuelanos e migrantes de países vizinhos ao Brasil residentes nas cidades de São Paulo, Guarulhos e municípios adjacentes.

O intuito é contribuir para a integração econômica sustentável dos beneficiários com aulas em direito civil e trabalhista, assim como inovação e desenvolvimento profissional.

Projeto do UNICEF de prevenção à COVID-19 começa em 10 comunidades do Rio

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria técnica com o Centro de Promoção da Saúde (Cedaps) e articulação com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e o Instituto Pereira Passos, lança a iniciativa “Fazer Chegar” para fortalecer lideranças comunitárias e jovens líderes na prevenção da COVID-19.

Iniciado em agosto e com duração de três meses, o projeto será realizado em 10 comunidades da cidade do Rio de Janeiro, beneficiando diretamente 1.000 famílias, além de 800 jovens e adolescentes e 50 lideranças comunitárias.

Meninas lavam as mãos em Roraima. Foto: UNICEF/Yareidy Rivas

Crianças e jovens brasileiros são vítimas invisíveis das desigualdades no acesso a saneamento

Um novo estudo de Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Banco Mundial e Instituto Internacional de Águas de Estocolmo (SIWI) mostra que crianças e adolescentes estão entre as vítimas invisíveis da falta de investimentos em saneamento no país. Para os estudantes de escolas públicas, a situação é mais alarmante, já que as instituições privadas contam com mais do dobro da cobertura desses serviços.

E, no Norte do país, as disparidades são ainda maiores. Apenas 19% das escolas públicas do Amazonas têm acesso ao abastecimento de água, ao passo que a média nacional é de 68%. Em relação ao esgotamento sanitário, a situação é crítica: no Acre, por exemplo, apenas 9% das escolas públicas têm acesso à rede pública de esgoto; em Rondônia, 6%; no Amapá, só 5%.

OMS pede aumento maciço nos investimentos em saúde mental

No Dia Mundial do Psicólogo, 27 de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça a importância da saúde mental e antecipa o tema da campanha do Dia Mundial da Saúde Mental de 2020, Move for mental health: let’s invest, que será lançada em setembro.

Na campanha, a OMS e organizações parceiras pedem um aumento maciço nos investimentos em saúde mental, já que é uma das áreas mais negligenciadas da saúde pública. Os países gastam em média apenas 2% de seus orçamentos de saúde em saúde mental.

Quase 1 bilhão de pessoas vivem com transtorno mental, 3 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool e uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio. E agora, bilhões de pessoas em todo o mundo foram afetadas pela pandemia da COVID-19, que está causando um impacto adicional na saúde mental.

Os venezuelanos que se dirigiram aos vizinhos imediatos da Venezuela - Brasil, Colômbia, Guiana e Trinidad e Tobago - tendem a ter menor nível de escolaridade do que os venezuelanos que se mudam para outros países mais distantes. Foto: OIM

Pandemia gera retrocessos na integração de venezuelanos aos países de destino

Desde março de 2020, com o início da pandemia de COVID-19, os despejos, a perda de empregos, a impossibilidade de acesso à saúde e educação e a impossibilidade prática na maioria dos casos de cumprimento das regras de distanciamento social e isolamento têm gerado significativos retrocessos na possibilidade de integração de refugiados e migrantes venezuelanos aos países de destino.

A afirmação é de Eduardo Stein, representante especial conjunto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para as Migrações (OIM) para refugiados e migrantes venezuelanos.

Uma nova análise de dados feita por Migration Policy Institute (MPI) e OIM revelou diferentes perfis socioeconômicos e condições de vida dessa população.

‘Venceremos a COVID-19 e a AIDS se, de fato, valorizarmos os direitos e a dignidade de cada pessoa’, diz diretora do UNAIDS

No prefácio do relatório ‘Direitos em uma pandemia – lockdowns, direitos e lições do HIV na resposta inicial à COVID-19’, a diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, afirma que as respostas de saúde pública só serão totalmente eficazes se forem absolutamente fundamentadas nos direitos humanos.

“Quando a transmissão de doenças ocorre entre humanos, os direitos humanos devem ser o motor fundamental da resposta. Discriminação, estigmatização e criminalização de comunidades marginalizadas são ruins para a saúde de todas as pessoas. Nenhuma pessoa está segura até que todos nós estejamos seguros. Quando, em contraste, garantimos que nenhuma pessoa seja deixada para trás ou empurrada para trás, isso nos ajuda a seguir em frente“. Leia o prefácio completo.

Lições do HIV: UNAIDS alerta sobre perigos do desrespeito aos direitos humanos na resposta à COVID-19

Durante a resposta inicial à COVID-19, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebeu numerosos relatos sobre interrupções dos serviços de HIV e violações perturbadoras contra populações vulneráveis ​​e marginalizadas. A experiência da resposta ao HIV tem provado que as violações dos direitos humanos durante uma pandemia minam a confiança, prejudicam os indivíduos e atrasam as respostas de saúde pública.

Em abril de 2020, um menino assiste a aulas pela rádio, na aldeia de Morovine, no norte da Costa do Marfim. Foto: UNICEF

COVID-19: Ao menos um terço das crianças em idade escolar não consegue acessar ensino a distância

Pelo menos um terço das crianças em idade escolar — 463 milhões em todo o mundo — não conseguiu acessar o ensino remoto quando a COVID-19 fechou suas escolas, de acordo com um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) divulgado nesta quinta-feira (27), enquanto países em todo o mundo discutem seus planos para o retorno às salas de aulas.

Mesmo quando as crianças têm a tecnologia e as ferramentas em casa, elas podem não ser capazes de aprender remotamente por meio dessas plataformas devido a outros fatores em casa, incluindo pressão para fazer tarefas domésticas, obrigação de trabalhar, um ambiente ruim para aprendizagem e falta de apoio para seguir o currículo online ou sua transmissão.

ONU-Habitat Brasil recebe inscrições de eventos para Circuito Urbano 2020

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) recebe até 6 de setembro inscrições para a realização de eventos online em outubro do Circuito Urbano 2020, cujo tema será “Cidades Pós-COVID-19: Diálogos entre o Brasil e a África lusófona”.

Baseado nos temas do Dia Mundial do Habitat e no Dia Mundial das Cidades, os eventos poderão abordar dois subtemas: “Habitação para todas e todos: um futuro urbano melhor” e “Valorizando nossas comunidades e cidades”.

Tecnologias digitais possibilitaram trocas financeiras e comunicação entre pessoas durante o distanciamento social na pandemia de COVID-19. Foto: PNUD

Finanças digitais devem apoiar mudanças rumo ao desenvolvimento sustentável, diz ONU

De pagamentos móveis a crowdfunding, a tecnologia digital já está ajudando a enfrentar os desafios de desenvolvimento no mundo todo, especialmente em meio à pandemia de COVID-19, disse nesta quarta-feira (26), o secretário-geral da ONU, António Guterres.

“Ao iniciarmos a Década de Ação para alcançar a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ela pode ser um facilitador essencial, dando início às mudanças transformadoras de que precisamos para criar comunidades e sociedades mais fortes, resilientes e inclusivas em um planeta saudável”, declarou.

É essa ideia por trás da Força-Tarefa do Secretário-Geral da ONU para Finanças Digitais. Co-presidida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a iniciativa estabelece uma ambiciosa Agenda de Ação. 

UNAIDS pede que governos fortaleçam urgentemente programas de proteção social face à COVID-19

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) convoca os países para que adotem medidas urgentes para reforçar os programas de proteção social a fim de proteger as pessoas mais vulneráveis do impacto na saúde e das consequências socioeconômicas da pandemia da COVID-19.

Pessoas vivendo com HIV e tuberculose (TB) estão sendo significativamente afetadas pela COVID-19. Uma modelagem de dados estimou os impactos catastróficos potenciais da pandemia da COVID-19 com aumentos de até 10%, 20% e 36% das mortes projetadas para pacientes com HIV, TB e malária, respectivamente, nos próximos cinco anos.

Os testes são do tipo RT-PCR, que detectam se a pessoa está infectada com o coronavírus causador da COVID-19. Foto: pixabay/fernandozhiminaicela (CC)

OMS diz que reinfecção pelo novo coronavírus não parece ser evento frequente

É provável que seja baixa a possibilidade de pessoas serem reinfectadas pelo novo coronavírus, disse a agência de saúde da ONU na terça-feira (25), após relatos em Hong Kong de que um homem havia contraído o novo coronavírus pela segunda vez após um intervalo de mais de quatro meses.

Falando a jornalistas em Genebra, a porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Harris, manifestou a preocupação de que o fato pudesse gerar um novo alerta.

“Outra coisa importante a ser observada é que os números são muito, muito pequenos”, disse ela. “Portanto, este é um caso documentado em mais de 23 milhões e provavelmente veremos outros casos documentados. Mas parece não ser um evento regular, teríamos visto muitos mais casos.”

Brasileiros que vivem em domicílios com crianças e adolescentes foram os mais impactados pela redução da renda, pela insegurança alimentar e pela fome. Foto: UNICEF/Elias Costa

Famílias com crianças e adolescentes são mais afetadas pela pandemia no Brasil, diz pesquisa do UNICEF

Brasileiros que vivem em domicílios com crianças e adolescentes foram os mais afetados pela redução da renda, pela insegurança alimentar e pela fome, segundo pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Pesquisa mostra, também, que maioria das crianças e dos adolescentes continuou tendo acesso à educação.

“Embora crianças e adolescentes não sejam os mais afetados diretamente pela COVID-19, a pesquisa deixa claro que eles são as grandes vítimas ocultas da pandemia”, afirma Paola Babos, representante adjunta do UNICEF no Brasil.

Com apoio da OPAS, municípios do Maranhão trocam experiências de resposta à COVID-19

O Maranhão, em parceria com Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), iniciou na segunda-feira (24) ação para conhecer as políticas locais de enfrentamento à COVID-19.

A capital, São Luís, e mais três municípios, Pinheiro, São José de Ribamar e Santa Inês, participam da ação, que tem como objetivo a troca de experiências entre profissionais da área de vigilância, assistência e comunicação, que atuam em outros estados do país.

UNICEF e Samsung premiam finalistas de maratona de aplicativos para escolas públicas

Evento virtual premiou os 19 projetos finalistas da Maratona UNICEF Samsung, iniciativa que busca propostas que incentivem o trabalho colaborativo e ofereçam soluções criativas que contribuam no processo de aprendizagem de estudantes de escolas públicas de todo o Brasil.

Equipes de 11 estados participaram da cerimônia, que foi transmitida ao vivo nos canais oficiais do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Facebook e no YouTube na segunda-feira (24).

A Grande Muralha da China. Foto: aphotostory/Shutterstock, via UNESCO

ONU pede apoio ao setor de turismo, devastado pela pandemia; vídeo

O turismo é muito mais do que visitar marcos culturais ou nadar em praias tropicais. Trata-se de “um dos setores econômicos mais importantes do mundo”, disse nesta terça-feira (25) o secretário-geral das Nações Unidas.

Ao lançar o seu mais recente relatório, Guterres destacou que a indústria emprega uma em cada dez pessoas no planeta e fornece meios de subsistência a centenas de milhões de pessoas.

António Guterres disse ser “imperativo” a reconstrução do setor, mas lembrou que isso deve ser feito de forma segura, equitativa e favorável ao clima; acesse aqui o documento e o vídeo.