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Informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

Confira aqui as ações da ONU relacionadas ao esporte para o desenvolvimento humano e pela paz. Acesse clicando aqui ou na imagem ao lado o informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

 

Acesse também a página com as ações da ONU Brasil nos Jogos Olímpicos 2016: nacoesunidas.org/tema/rio2016

 

Todas as notícias e informações sobre o tema:

Daniel Craig, embaixador global da ONU pela eliminação de minas e ameaças explosivas, falou sobre os resultados das ações até o momento e destacou a campanha “Terreno Seguro”, no Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem (4 de abril). Estabelecido em 1997, o Serviço das Nações Unidas de Desminagem (UNMAS) comanda, coordena e implementa atividades para diminuir a ameaça representada pelas minas, restos explosivos de guerra e aparelhos explosivos improvisados.

VÍDEO: Daniel Craig, embaixador da ONU pela eliminação de minas e ameaças explosivas

Daniel Craig, embaixador global da ONU pela eliminação de minas e ameaças explosivas, falou sobre os resultados das ações até o momento e destacou a campanha “Terreno Seguro”, no Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem (4 de abril).

Estabelecido em 1997, o Serviço das Nações Unidas de Desminagem (UNMAS) comanda, coordena e implementa atividades para diminuir a ameaça representada pelas minas, restos explosivos de guerra e aparelhos explosivos improvisados.

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres promove igualdade de gênero no Congresso Olímpico Brasileiro em SP

A ONU Mulheres estará presente na primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que acontece no no sábado (13), no WTC, em São Paulo, e é organizado pelo Instituto Olímpico Brasileiro, área de Educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Em seu estande, além de apresentar os resultados do bem-sucedido programa de esportes voltado para meninas adolescentes, Uma Vitória Leva à Outra, a ONU Mulheres promoverá diálogos e distribuirá materiais informativos para atletas, treinadores, dirigentes, gestores e demais participantes do congresso.

Empoderamento feminino foi pauta de encontro de jovens do Complexo do Alemão promovido pela ONU Mulheres no Rio de Janeiro (RJ). Foto: UNIC Rio/Kathlen Barbosa

ONU Mulheres debate racismo e empoderamento de meninas e mulheres com jovens do Complexo do Alemão

No Rio de Janeiro (RJ), a ONU Mulheres reuniu em Bonsucesso, zona norte da cidade, cerca de 20 jovens moradores do Complexo do Alemão para discutir o impacto da discriminação e do racismo no seu dia a dia.

Encontro neste mês (6) fez parte da campanha Vidas Negras das Nações Unidas, que visa conscientizar a população e o governo brasileiros sobre a violência contra a juventude afrodescendente. Evento também debateu meios de superar o preconceito e vulnerabilidades por meio do esporte e da cultura.

Em Dia Internacional que celebra o esporte como ferramenta para o desenvolvimento e a paz, o chefe da ONU, Ban Ki-moon, foi categórico: “jogando juntos, podemos criar o futuro que queremos”. Foto: UNICEF Brasil / Rocha

Projeto leva esporte e movimento à rede municipal de ensino em Maceió

O movimento é um vetor do desenvolvimento humano e deve estar acessível a todos os indivíduos. Com essa premissa, escolas da rede municipal de ensino de Maceió (AL) participam desde agosto do projeto Escolas Ativas, uma continuação da já consolidada parceria entre Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A iniciativa busca fazer com que as escolas sejam espaços em que as atividades físicas cotidianas e as práticas corporais – no esporte, na dança, na ginástica, na expressão corporal – sejam tratadas como um capital para a vida e, com isso, tornem as crianças e os adolescentes mais ativos no ambiente escolar e fora dele.

Jogadores celebram prêmio de competição de futebol em campo de refugiados no norte de Darfur. Foto: ONU/Albert González Farran

Vice-chefe da ONU exalta esporte como meio de fortalecer laços e promover a paz

Celebrando o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz (6 de abril), a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, disse em evento em Nova Iorque na quarta-feira (3) que o “esporte ajuda a encontrar lugar comum” durante tempos de divisões. A data é lembrada em 6 de abril e tem o objetivo de fortalecer laços sociais e promover os ideais de paz, fraternidade, tolerância e justiça.

“O esporte tem o poder de alinhar nossa paixão, energia e entusiasmo em torno de uma causa coletiva”, afirmou. “E é precisamente quando a esperança pode ser nutrida e a confiança pode ser reconquistada”.

São Paulo terá atividades esportivas e de lazer nas ruas no domingo (7). Foto: Rede Esporte Pela Mudança Social

ONU e parceiros promovem atividades esportivas e de lazer em sete cidades brasileiras

A Rede Esporte pela Mudança Social (REMS), em parceria com a fabricante de artigos esportivos Nike e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lembram o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz, 6 de abril. Para marcar a data, as organizações promovem no próximo fim de semana em diversas cidades brasileiras a terceira edição do “Esporte na Rua”.

Mais de 500 voluntários — entre educadores, assistente sociais e atletas — estarão à frente de atividades físicas, esportivas e brincadeiras gratuitas oferecidas à população. No sábado, o evento ocupará espaços públicos em Brasília (DF), Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). No domingo (7), de São Paulo (SP), Maracanaú (CE) e Jequitinhonha (MG). Veja a programação.

COB convida ONU Mulheres para Congresso Olímpico Brasileiro

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, o Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), área de Educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB), fechou parceria com a ONU Mulheres para a primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que acontece no dia 13 de abril, em São Paulo.

“A ONU Mulheres é uma importante parceira e vai contribuir para o incremento da perspectiva de gênero do COB e de demais organizações esportivas, inspirando a criação de políticas e programas”, afirmou Soraya Carvalho, gerente do Instituto Olímpico Brasileiro.

Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

ONU Mulheres lista cinco formas de acabar com o comportamento tóxico

Todos os dias temos a oportunidade de defender a igualdade de gênero, de grandes e pequenas maneiras. Mas, em alguns dias, muitos de nós escorregamos quando não prestamos atenção às nossas próprias atitudes e às ações que disseminam estereótipos e desigualdade.

Das palavras que usamos no trabalho ou com nossos entes queridos até as suposições que fazemos sobre estranhos, todos nós podemos ser melhores em promover a igualdade em nosso cotidiano.

Pensando nisso, a ONU Mulheres listou cinco maneiras de romper com comportamentos tóxicos e promover a igualdade de gênero na vida.

Venezuelanos e brasileiros jogam lado a lado no projeto do técnico Madrid. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

América Mineiro doa artigos esportivos para escolinha de venezuelanos e brasileiros em Boa Vista

Toda semana, mais de cem crianças do Brasil e da Venezuela trocam as suas tardes nas ruas de Boa Vista (RR) por aulas de futebol na escolinha do treinador venezuelano Luis Madrid. Na última terça-feira (12), o treino recebeu uma visita especial da comissão técnica do América Futebol Clube de Minas Gerais. Time doou para as crianças do projeto cerca 150 artigos esportivos – entre camisas, shorts, meiões e bolas.

O novo programa "Futebol para as escolas" da FIFA visa tornar o futebol mais acessível para meninos e meninas em todo o mundo. Foto: ONU/David Mutua

Agências da ONU firmam parceria com FIFA para impulsionar acesso de crianças ao futebol

Paralelamente ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, e o diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, David Beasley, assinaram carta de intenções para impulsionar o acesso de crianças ao esporte e promover importantes habilidades para a vida.

O programa “Football for Schools” (“futebol para as escolas”, em tradução livre) da FIFA visa tornar o futebol mais acessível para meninos e meninas em todo o mundo, incorporando atividades de futebol em currículos de educação física (ou como uma atividade extracurricular), contribuindo para educação, desenvolvimento e empoderamento das crianças.

Estádio Rubin em Kazan, na Rússia. Foto: Wikimedia/Эдгар Брещанов

Organizações esportivas se comprometem a combater mudanças climáticas

Na Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP24), na Polônia, 17 confederações esportivas globais, regionais e nacionais — incluindo o Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Federação Internacional de Futebol (FIFA) — lançaram nesta semana (12) uma aliança para combater o aquecimento global.

A coligação Esportes pela Ação Climática vai promover cortes nas emissões de gases do efeito estufa associadas a competições e atividades esportivas, além de mobilizar atletas e torneios na conscientização do público.

No Rio, o "Vamos Nessa" capacitou cinco professores de jiu-jitsu da Geração UPP, projeto que leva técnicas e doutrina das artes marciais a jovens de comunidades por meio de policiais militares. Foto: UNODC

Festival da ONU no DF aborda papel do esporte na prevenção do crime e do uso de drogas

O Centro Olímpico de Samambaia, região administrativa do Distrito Federal, realiza no sábado (8) o Festival Vamos Nessa, que celebra a conclusão este ano das atividades do projeto do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para prevenção ao crime juvenil por meio dos esportes.

Financiado pelo governo do Qatar, o programa “Vamos Nessa” visa à promoção do esporte para prevenir o crime e aumentar a resiliência dos jovens vivendo em situação de risco.

Equipe Malaika, cujo significado em árabe é “anjos da guarda”, posa para a foto oficial ao receberem o troféu de campeã da Copa do Brasil de Refugiados 2018. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Seleção Malaika é campeã da Copa do Brasil de Refugiados

A seleção Malaika, time misto formado por jogadores refugiados sub-20 de oito países, participou como equipe convidada da Copa do Brasil de Refugiados, e se sagrou campeã do torneio na semana passada (21). 

O tema da Copa dos Refugiados deste ano, “não me julgue antes de me conhecer”, sintetiza os objetivos traçados pela África do Coração, organização parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e responsável pela realização do torneio em três capitais.

Nildo Muniz, bailarino e policial, trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro, com apoio de um projeto das Nações Unidas. Ele promove a socialização de crianças e adolescentes no Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande, na zona oeste da cidade. Realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, #UNODC, a campanha “Escolha o Esporte” — #ChooseSport, no original em inglês — apresenta histórias de treinadores, professores e jovens brasileiros que tiveram sua vida transformada pela prática de atividades esportivas.

Com apoio da ONU, bailarino e policial trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro; vídeo

Nildo Muniz, bailarino e policial, trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro, com apoio de um projeto das Nações Unidas. Ele promove a socialização de crianças e adolescentes no Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande, na zona oeste da cidade.

Realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a campanha “Escolha o Esporte” — #ChooseSport, no original em inglês — apresenta histórias de treinadores, professores e jovens brasileiros que tiveram sua vida transformada pela prática de atividades esportivas.

Torcedores brasileiros, refugiados e migrantes foram ao estádio do Pacaembu para prestigiar a final da 4ª Copa dos Refugiados. Foto: ACNUR/Gabo Morales.

Jogos da final da Copa de Refugiados acontecem no feriado prolongado em SP

A inédita final da Copa do Brasil de Refugiados será realizada nos dias 18 e 20 de novembro, envolvendo as equipes finalistas das três etapas regionais da competição, realizadas em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

As seleções de Líbano, Angola e Níger disputarão o torneio final ao lado da equipe Malaika, um time sub-20 formado por jovens refugiados de diferentes nacionalidades.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, o campeonato de futebol realizado pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), já está em seu quinto ano.

Durante o encontro, jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro fizeram uma apresentação de música clássica. Foto: UNIC Rio/Paulo Portilho

Evento no UNIC Rio homenageia personalidades que atuam na defesa dos direitos humanos

O Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciência (IFEC) realizou na quarta-feira (31) evento na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), localizado na capital fluminense, para prestar homenagem a personalidades com forte atuação em temas de direitos humanos no país.

Parceiro há 14 anos do UNIC Rio, o IFEC é uma entidade filantrópica fundada em 2002 com projetos e ações de responsabilidade social nas áreas de educação, cultura, meio ambiente, direitos humanos, assistência social, esportes, entre outras.

Aula de defesa pessoal faz parte de projeto da ONU e instituições de Roraima para abordar o respeito à diversidade de gênero e orientação sexual. Iniciativa é voltada para venezuelanas e venezuelanos LGBTI. Foto: UNFPA Brasil/Yareidy Perdomo

Em Roraima, ONU apoia aulas de defesa pessoal para mulheres e indivíduos LGBTI da Venezuela

Em Boa Vista (RR), agências das Nações Unidas e instituições locais oferecem aulas gratuitas de defesa pessoal para mulheres e pessoas LGBTI que deixaram a Venezuela. Projeto visa diminuir os riscos de violência de gênero ou motivada por questões de orientação sexual. Com encontros semanais previstos até 15 de dezembro, o programa também promove diálogos sobre temas de saúde e desigualdades entre homens e mulheres.

Atletas refugiados dividem o palco com o presidente do COI, Thomas Bach, em Buenos Aires. Foto: ACNUR/Lorey Campese

Equipe Olímpica de Refugiados irá competir nos Jogos de Tóquio em 2020

A Equipe Olímpica de Refugiados competirá nos Jogos de Tóquio de 2020, após a estreia inédita nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

A confirmação da participação no maior evento internacional esportivo veio durante a 133ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI), ocorrida na capital da Argentina, Buenos Aires, na terça-feira (9).

Yusra Mardini, atleta olímpica refugiada e embaixadora da Boa Vontade da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), disse que a decisão dará aos refugiados uma nova chance de sonhar.

Crianças e adolescentes refugiados, solicitantes de refúgio e da comunidade local treinam juntos nas instalações esportivas de Oluta, no México. Foto: ACNUR/The RET

ONU promove atividades esportivas em comunidades que recebem refugiados no México

Mais de 450 solicitantes de refúgio que deixaram suas casas devido à violência em El Salvador, Guatemala e Nicarágua aguardam há meses em comunidades no estado mexicano de Veracruz uma resposta do governo do país para seus pedidos de refúgio.

Como estratégia para reduzir a ansiedade provocada pelo longo tempo de espera, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), junto a governos locais e organizações da sociedade civil como “The Ret”, promovem atividades esportivas direcionadas sobretudo a meninas, meninos e adolescentes.

Refugiado participa da Copa dos Refugiados de 2015, evento promovido para dar visibilidade à causa do refúgio e promover a integração desta população por meio do esporte. Foto: ACNUR / Emiliano Capozoli

Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados terá campeão neste fim de semana

A etapa São Paulo da Copa dos Refugiados, já em sua quinta edição, terá as semifinais neste sábado (1) e a grande final no domingo (2), com jogos a serem realizados na zona leste e no bairro da Aclimação.

O evento contou com a participação de 16 seleções (Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela), envolvendo mais de 300 jogadores. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O COB já possui uma ouvidoria, canal aberto para receber qualquer tipo de denúncia e, com a nova política, aprimorará todos os processos internos e externos relacionados a casos de abuso e assédio no ambiente esportivo Foto: COB

Comitê Olímpico do Brasil e ONU Mulheres elaboram política contra assédio e abuso sexual

Representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da ONU Mulheres se reuniram durante dois dias na semana passada, na sede do COB, no Rio de Janeiro (RJ), para discutir conjuntamente as diretrizes para a elaboração da Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Abuso Sexual, que será implementada ainda este ano pelo comitê.

As diretrizes da nova política abrangerão todas as atividades desenvolvidas pela entidade esportiva e seus funcionários e funcionárias, e valerão para eventos e missões organizadas pelo COB.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol. Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Copa dos Refugiados, um evento muito além do futebol; vídeo

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol.

Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Neste ano, a Copa dos Refugiados foi realizada nas capitais Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira nesse vídeo como foi a etapa no Rio de Janeiro, realizada no início de agosto.

Haiti foi o vencedor da primeira edição da Copa dos Refugiados, em 2014. Foto: ACNUR

Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados será lançada na sexta-feira (24)

A Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados será sediada pela quinta vez na capital paulista, com chaveamento das seleções a ser definido nesta sexta-feira (24), a partir das 9h. O evento contará com a participação de autoridades realizadoras e apoiadoras, assim como representantes das 16 seleções que disputarão o torneio.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, o campeonato realizado pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), envolverá cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus países de origem.

Seleção de Angola posa para a foto com o troféu de campeã da etapa Rio de Janeiro da Copa dos Refugiados 2018. Foto: ACNUR/MiguelPachioni

Angola vence etapa Rio de Janeiro da Copa dos Refugiados

A equipe de Angola venceu no último final de semana (4) a etapa carioca da Copa dos Refugiados 2018. Inédito no Rio de Janeiro, o torneio foi realizado pela ONG África do Coração com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Campeonato teve a participação de 150 jogadores refugiados e migrantes, que representaram, além do Estado angolano, Guiné-Bissau, Haiti, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Venezuela e Colômbia.

Manik e Babu, ambos de 18 anos, fazem parte do projeto "O Campeão em Mim". Foto: UNAIDS

Projeto na Índia usa a corrida como forma de empoderar jovens vivendo com HIV

Iniciativa denominada “O Campeão em Mim” usa o esporte para vencer o estigma e a discriminação contra adolescentes vivendo com HIV. Em andamento na cidade de Bangalore, na Índia, o programa adota a corrida como ferramenta de fortalecimento e empoderamento.

Hoje, quase 200 crianças e adolescentes vivendo com HIV fazem parte da ação, que continua a crescer. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Aula do Projeto Grael. Foto: Pojeto Grael

ONU e velejador olímpico Lars Grael debatem esporte e inclusão em seminário no Rio

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Projeto Grael encerraram nesta sexta-feira (27) o seminário Barcos, evento de dez dias que debateu no Rio de Janeiro o uso do esporte para a inclusão social e educação. Encontro celebrou os 20 anos da iniciativa que leva o nome do velejador brasileiro e atleta olímpico Lars Grael, um dos participantes dos dias de atividade. A conferência teve palestras e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

Marta, jogadora de futebol. Foto: PNUD

ONU Mulheres anuncia jogadora Marta como embaixadora global da Boa Vontade

A ONU Mulheres anunciou nesta quinta-feira (12) a nomeação da renomada jogadora de futebol brasileira Marta Vieira da Silva como Embaixadora da Boa Vontade para mulheres e meninas no esporte.

Marta dedicará seus esforços a apoiar o trabalho pela igualdade de gênero e empoderamento em todo o mundo, inspirando mulheres e meninas a desafiar estereótipos, superar barreiras e seguir seus sonhos e ambições, inclusive no esporte.

No Chile, cerca de 30 crianças refugiadas e solicitantes de refúgio viveram a experiência de serem jogadores de futebol da equipe da Universidade Católica. Atividade fez parte das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho. Foto: ACNUR/Eugenia Paz

No Chile, crianças refugiadas viram jogadores de futebol profissionais por um dia

“Gosto de jogar futebol desde pequeno! Quando eu crescer, quero ser muito bom nesse esporte, eu gostaria de jogar no exterior!”, conta Einer Felipe, um menino colombiano de 12 anos, enquanto brinca com uma bola de futebol. No Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho, o garoto e outras crianças da Colômbia, Venezuela, Síria e Iraque tiveram a oportunidade de se tornarem futebolistas profissionais da Universidad Católica do Chile.

O sírio Khaled, terceiro da direita para a esquerda, foi recebido por uma família brasileira para assistir ao jogo de estreia da seleção na Copa do Mundo da Rússia. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Refugiados são recebidos por brasileiros e torcem pela seleção durante jogos da Copa

O sírio Khaled, de 42 anos, torceu pelo Brasil na casa de Vanessa, uma paulistana de 31 anos que mora na zona sul de São Paulo e o acolheu em sua casa para assistir aos jogos da Copa do Mundo 2018.

Khaled se inscreveu na plataforma “Meu Amigo Refugiado”, um projeto desenvolvido pela ONG Migraflix, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), que promove o encontro entre brasileiros e pessoas refugiadas em datas especiais, como o Natal e o Ano Novo. A iniciativa tem repetido a dose durante os jogos da seleção brasileira no Mundial.

Foto: EBC

ONU Mulheres critica violência de gênero na Copa 2018

A ONU Mulheres emitiu nesta sexta-feira (22) uma nota pública sobre a violência de gênero durante a Copa do Mundo 2018, considerando “inaceitável a intenção deliberada de alguns torcedores brasileiros de assediar sexualmente mulheres durante a Copa do Mundo”.

“Com palavras de baixo calão, eles reduziram as mulheres a objetos sexuais na demonstração de como a misoginia que, inclusive fundamenta a cultura do estupro, assume diferentes formas e não tem fronteiras, ocorrendo num evento que se propõe a promover a integração dos povos e os sentimentos de união pelo esporte”, afirmou a nota assinada pela representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.