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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods13 e na página sobre o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas (nacoesunidas.org/acordodeparis).

 

Acompanhe abaixo todas as informações e esforços da ONU para combater a mudança climática e promover o desenvolvimento sustentável.

 

Programas de capacitação em territorialização dos ODS serão em formato virtual

O Programa de capacitação para os municípios da segunda fase do projeto “Territorialização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” passará a ocorrer, a partir desta semana (15), de forma online por causa da pandemia da COVID-19.

Os participantes terão a oportunidade de interagir com especialistas por meio de plataformas online e debater sobre os principais desafios e oportunidades para a implementação dos ODS no âmbito local. A iniciativa é resultado da parceria da Petrobras com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A recuperação, a longo prazo, da camada de ozônio está em andamento, mas ainda deve levar anos. Foto: NASA

Em Dia da Camada de Ozônio, ONU ressalta importância da cooperação internacional

As Nações Unidas celebram neste 16 de setembro o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Em 2020, a celebração tem o lema “Ozônio para a vida: 35 anos de proteção da camada de ozônio”, marcando o aniversário da Convenção de Viena.   

Foi esse tratado que, juntamente com o Protocolo de Montreal, uniu o mundo no propósito de se eliminar os gases que provocam o buraco nessa camada essencial para proteger a vida da radiação ultravioleta. 

O quinto relatório Panorama da Biodiversidade Global da ONU descreve oito grandes transições necessárias para desacelerar e, em seguida, interromper o rápido declínio da natureza. Foto: Pixabay

Relatório das Nações Unidas alerta para perda de biodiversidade sem precedentes na história

O quinto relatório Panorama da Biodiversidade Global da ONU descreve oito grandes transições necessárias para desacelerar e, em seguida, interromper o rápido declínio da natureza.

Documento final sobre as Metas de Aichi para a Biodiversidade, definidas em 2010, aponta que somente seis das 20 metas mundiais foram parcialmente alcançadas até 2020. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Filme sobre ONU reúne Malala, Julia Roberts, Don Cheadle e Forest Whitaker

“Nações Unidas: Soluções Urgentes para Tempos Urgentes” é o filme que estreia neste sábado (19), às vésperas da abertura dos debates da Assembleia Geral, para marcar o 75º aniversário da ONU e o 5º ano dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Produção assinada por Richard Curtis destaca o potencial de transformar o mundo nos próximos 10 anos e mostra ações para enfrentar desafios como a COVID-19, pobreza, desigualdade, discriminação de gênero, mudança climática, justiça e direitos humanos. O filme estará disponível no Youtube e em outras plataformas digitais.

Sul Global demonstra espírito de solidariedade em meio à pandemia, diz chefe da ONU

O espírito de Cooperação Sul-Sul e a solidariedade global estão vivos em todo o Hemisfério em meio à pandemia da COVID-19, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em uma mensagem transmitida aos países do Sul Global na quinta-feira (10), na ocasião do Dia das Nações Unidas para a Cooperação Sul-Sul, 12 de setembro.

O chefe da ONU disse em sua mensagem que os países em desenvolvimento estão “entregando suprimentos médicos, recursos financeiros e compartilhando as melhores práticas sobre como combater a pandemia”.

Inundações em Belet Weyne, Somália. Foto: UNSOM

Temperatura média global para 2016-2020 deve ser a mais alta já registrada

As concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera estão em níveis recordes; as emissões que tiveram declínio temporário devido à pandemia estão caminhando para níveis pré-COVID-19, enquanto as temperaturas globais continuam atingindo novos picos, de acordo com um novo relatório da ONU.

Sobre o estado do clima global, o relatório indica que a temperatura média global para 2016-2020 deve ser a mais alta já registrada, cerca de 1,1 grau Celsius acima de 1850-1900 (período de referência para a mudança de temperatura desde os tempos pré-industriais) e 0,24 grau Celsius mais quente do que a temperatura média global para 2011-2015.

“Temos uma escolha: continuar como sempre, levando a mais calamidades; ou podemos usar a recuperação da COVID-19 para fornecer uma oportunidade real de colocar o mundo em um caminho sustentável”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Na Bahia, cerca de 60 mil famílias do Semiárido estão sendo assistidas pelo projeto. Foto: Agência Brasil/Wilson Dias

Semiáridos latino-americanos trocam conhecimentos para se adaptar às mudanças climáticas

Regiões semiáridas da América Latina e Central poderão compartilhar conhecimentos e identificar práticas de sucesso que promovam uma agricultura resiliente às mudanças climáticas em novo projeto financiado pelas Nações Unidas.

O Semiárido do Nordeste brasileiro, o Grande Chaco Americano — compartilhado por Argentina, Bolívia e Paraguai — e o Corredor Seco da América Central participam do DAKI-Semiárido Vivo, iniciativa financiada pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), da ONU.

Semana dos Objetivos Globais 2020: chamado à recuperação com foco no desenvolvimento sustentável

Entre 18 e 26 de setembro acontecerá a Semana dos Objetivos Globais, realizada de modo virtual, em um momento decisivo para a recuperação das pessoas e do planeta. A semana foi projetada para reunir desde líderes até cidadãs e cidadãos comuns a fim de acelerar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na medida em que a COVID-19 ameaça reverter décadas de progresso.

A semana incluirá o Dia dos Objetivos Globais, 25 de setembro, e ocorrerá sob o tema ‘Fativismo’ (ativismo baseado em políticas e evidências), chamando a atenção para o progresso e as ações necessárias de todas e todos durante a Década da Ação para cumprir os ODS até 2030.

Em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. Foto: ONU News/Anshu Sharma

Poluição do ar provoca 7 milhões de mortes prematuras todos os anos, alerta ONU

As Nações Unidas alertaram nessa segunda-feira (7) que, em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. A poluição do ar contribui para doenças cardíacas, derrames, câncer de pulmão e outras doenças respiratórias.

Segundo a organização, 7 milhões de mortes prematuras são provocadas todos os anos pela poluição do ar, sobretudo nos países de baixo e de médio rendimentos.

O alerta foi feito quando a ONU marca o primeiro Dia Internacional do Ar Limpo para um Céu Azul (7). Em mensagem para a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, lembrou ainda que a poluição do ar também ameaça a economia, a segurança alimentar e o meio ambiente.

Uma engenheira verifica um canteiro de obras em Amã, na Jordânia. Foto: OIT

Mulheres são a chave para resposta e recuperação da pandemia, diz vice da ONU

Mulheres jovens estão travando batalhas interconectadas por “justiça ambiental, econômica e racial”, disse a vice-chefe da ONU em uma discussão online na quinta-feira (3).

Durante mesa-redonda com renomadas economistas do mundo todo, incluindo a brasileira Laura Carvalho, a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, disse que teve a honra de ouvir ideias ousadas apresentadas por “uma geração confrontada por um mundo cada vez mais marcado pelo fechamento, ao invés da abertura, pela xenofobia, mais do que pela tolerância, por vulnerabilidade, mais do que por segurança, e, acima de tudo, um mundo assombrado pela ameaça existencial das mudanças climáticas”.

Sistema de energia solar na Eritreia alimenta duas cidades rurais e aldeias vizinhas. Foto: PNUD Eritrea/Elizabeth Mwaniki

ONU pede que países incorporem ações climáticas em planos de recuperação da pandemia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu aos governos que incorporem ações climáticas significativas em todos os aspectos da recuperação da pandemia de COVID-19.

Guterres delineou seis ações positivas para o clima para uma recuperação sustentável, incluindo o investimento em empregos verdes; não resgatar indústrias poluentes; acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis; contabilizar o risco climático em todas as decisões financeiras e políticas; trabalharmos juntos; e – o mais importante – não deixar ninguém para trás.

Crise nos oferece a chance de repensar radicalmente como produzimos e consumimos alimentos, disse o PNUMA. Foto: Pixabay

Ações climáticas nos sistemas alimentares podem reduzir 20% das emissões globais

Ações nos sistemas alimentares, como reduzir a perda e o desperdício de alimentos ou adotar dietas mais sustentáveis, representam uma oportunidade combinada de reduzir as emissões globais em até 12,5 Gt CO2e – o equivalente a 2,7 bilhões de carros fora das ruas.

Segundo Inger Andersen, diretora-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a pandemia expôs a fragilidade de nossos sistemas de abastecimento de alimentos, desde cadeias de valor complexas até impactos em nossos ecossistemas.

“Mas também demonstrou que as empresas e as pessoas estão prontas para se reconstruírem melhor. Essa crise nos oferece a chance de repensar radicalmente como produzimos e consumimos alimentos”, afirma.

Série de desenhos voltada para a primeira infância aborda desenvolvimento sustentável

Estreiou neste sábado (29) no YouTube a “Hora do Blec”, uma série de vídeos musicais destinada ao público na primeira infância com temas inspirados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que foca no potencial da comunicação infantil como semente da equidade social.

O projeto é da Ubuntu Filmes e conta com o apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O plantio agroflorestal gera renda ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente. Foto: Gabriela Fonseca

Sistemas agroflorestais no DF geram renda; protegem solo e mananciais

Lucas Rosa Duarte, de 19 anos, mora no assentamento Canaã, em Brazlândia, cidade satélite localizada a 50 km de Brasília. O local é uma das regiões onde estão sendo implantados Sistemas Agroflorestais (SAFs) Mecanizados, no Distrito Federal.  

“Já pensei em ir embora, porque aqui a vida sempre foi muito dura. Mas a agrofloresta me incentivou a ficar e ajudar meus pais a ver isso tudo crescer”, revela. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

Usem lições da COVID-19 para ‘fazer as coisas certas’ pelo futuro, pede Guterres

As lições aprendidas com os esforços para enfrentar a pandemia devem ser usadas para “fazer as coisas certas para o futuro”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em uma reunião com parlamentares.

O secretário-geral destacou que isso é ainda mais importante na resposta à crise climática, com a destruição relacionada ao clima cada vez mais intensificada e a ambição de uma ação climática aquém do necessário.

Também destacou que os esforços de recuperação devem abordar outras fontes de instabilidade e impulsionadores de descontentamento, incluindo desigualdades dentro e entre países e comunidades.

Sociedade é convocada a construir diretrizes para a década do oceano no Brasil

A partir desta quarta-feira (19), brasileiros de todas as regiões estarão envolvidos em uma agenda de eventos que seguirá até o final do ano para construir de forma colaborativa o Plano Nacional para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável – iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marinha do Brasil, UNESCO, Unifesp, Fundação Grupo Boticário e Rede ODS Brasil.

As diretrizes traçadas ajudarão o Brasil a planejar ações a favor do ecossistema marinho-costeiro para serem executadas no período de 2021 a 2030. A participação e o engajamento de diferentes setores da sociedade é parte essencial para desenvolver um plano nacional, que contemple as necessidades, os desafios e as particularidades de todas as regiões do país.

Evento online teve conversa entre a educadora e ativista indígena Célia Xakriabá e o ator e humorista Paulo Vieira sobre a identidade indígena no Brasil. Foto: PNUMA

Indígenas brasileiros ensinam como tratar a Terra e seus recursos

Os povos Indígenas compõem mais de 5% da população mundial (cerca de 350 milhões de pessoas), segundo a ONU. Com uma cultura de relação profunda e equilibrada com a natureza, os indígenas do Brasil nos propõem importantes reflexões sobre como tratamos a Terra e seus recursos.

Na última sexta-feira (14), o Museu do Amanhã e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) promoveram uma conversa entre a educadora e ativista indígena Célia Xakriabá e o ator e humorista Paulo Vieira sobre a identidade indígena no Brasil.

A sensibilidade do ator e a carga poética das falas de Célia deram o tom do bate-papo, que incluiu questões sobre sustentabilidade, alimentação, educação, religião e ancestralidades. Célia abordou as lutas indígenas, principalmente em meio à pandemia da COVID-19.

A perda e desperdício de alimentos gera entre 8 a 10% de todas as emissões de gases de efeito estufa produzidos por seres humanos. Foto: Flickr/Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (cc)

FAO lança plataforma para reduzir perda e desperdício de alimentos

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou uma plataforma abrangente para ajudar a comunidade global a intensificar as ações para reduzir a perda e o desperdício de alimentos.

A plataforma técnica reúne informações sobre medição, redução, políticas, alianças, ações e exemplos de modelos de sucesso aplicados na redução da perda e do desperdício de alimentos em todo o mundo.

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

FAO explica como os povos indígenas ajudam a acabar com a fome no mundo

Apesar de representarem apenas 5% da população mundial, os povos indígenas são agentes vitais para a preservação do meio ambiente.

Cerca de 28% da superfície terrestre do mundo, incluindo algumas das áreas florestais mais intactas e biodiversas, é  gerenciada principalmente por povos indígenas, famílias, pequenos proprietários e comunidades locais.

Essas florestas são cruciais para conter as emissões de gases e manter a biodiversidade. Os alimentos indígenas também são particularmente nutritivos e seus sistemas alimentares associados são resistentes ao clima e se adaptam bem ao meio ambiente. Leia o relato da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Jovens de todo o mundo estão sendo afetados pelos efeitos socioeconômicos da pandemia de COVID-19. Foto: Alexandra Koch/Pixabay

ONU elogia engajamento de jovens em meio à pandemia

Comemorando o Dia Internacional da Juventude, altos funcionários da ONU pediram que líderes de todo o mundo “façam todo o possível” para permitir que os jovens alcancem seu potencial máximo.

Contra o pano de fundo da pandemia de coronavírus, que afetou as vidas e aspirações dos jovens e aumentou suas vulnerabilidades, o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a resiliência, a desenvoltura e o envolvimento das gerações mais jovens.

“São os jovens que se levantaram para exigir ações climáticas. Eles estão se mobilizando por justiça racial e igualdade de gênero e são os defensores de um mundo mais sustentável”, disse ele em mensagem marcando a data.

Cidades serão determinantes para a recuperação verde no pós-pandemia

As cidades abrigam 55% da população mundial, condensando muitas pessoas em um mesmo lugar. Não é de se estranhar que sejam mais afetadas pela COVID-19: estima-se que 90% de todos os casos relatados do novo coronavírus tenham ocorrido nas cidades.

No entanto, a concentração de pessoas também torna os centros urbanos essenciais para a recuperação verde no pós-pandemia – importante para reduzir o risco de futuras pandemias e combater as mudanças climáticas.

Para o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é fundamental focar no planejamento e design urbanos para criar cidades estrategicamente densas e conectar as residências aos meios de transportes e ao planejamento energético, além de combinar infraestruturas cinza, azul e verde para aproveitar os benefícios das soluções baseadas na natureza.

Na pesquisa, 69% dos bancos indicaram que o setor econômico visto como mais exposto aos riscos climáticos é o silvo-agropecuário, seguido pelo setor de geração de energia, com 44%. Foto: Departamento dos Estados Unidos para Agricultura/Ryan Thompson

Menos da metade dos bancos latino-americanos considera mudanças climáticas em suas estratégias

Uma nova pesquisa com 78 instituições financeiras da América Latina e do Caribe revelou que 38% delas incorporam diretrizes associadas às mudanças climáticas em sua estratégia e 24% têm uma política de avaliação e divulgação de riscos climáticos.

Os autores da análise concluíram que os riscos climáticos não são gerenciados principalmente devido à falta de informação sobre o impacto financeiro das mudanças climáticas e à ausência de demandas por parte dos reguladores.

A pesquisa foi desenvolvida pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), com a colaboração da Federação Latino-Americana de Bancos (FELABAN).

Criança no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Senso de urgência da Agenda 2030 é ainda maior com pandemia, diz ONU no Brasil

O senso de urgência para a execução da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi renovado diante dos efeitos da pandemia de COVID-19 no Brasil e no mundo, na avaliação do coordenador-residente da ONU no país, Niky Fabiancic.

“Temas que já estavam expressos na Agenda 2030 em 2015, como o acesso à água e a saneamento básico e a universalização dos serviços de saúde, se mostram imprescindíveis para a superação desta crise sem precedentes”, disse.

Mergulho virtual nas águas de Belize ensina como proteger os oceanos

Você gostaria de mergulhar nas águas caribenhas do Belize para aprender como proteger nossos ecossistemas marinhos?

Junte-se à campanha Selvagem Pela Vida do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e participe de uma jornada virtual e imersiva através de três ecossistemas marinhos ameaçados por atividades humanas como o turismo, a pesca e a poluição.

A Jornada Marinha, disponível em português, permite que os usuários explorem o fundo do mar como três personagens diferentes, mostrando como a biodiversidade fornece bens e serviços vitais à humanidade, além de apresentar as ameaças que esses ecossistemas estão enfrentando e ensinar como ações simples podem ajudar a proteger esses habitats interconectados.

PNUMA e UNESCO se unem ao Instituto Alana na campanha global da semana sem plástico

Pela primeira vez no Brasil acontece a Semana Sem Plástico, entre os dias de 27 a 31 de julho, com o intuito de fomentar reflexões sobre o uso indiscriminado do plástico e dos hábitos de consumo.

Fazem parte da iniciativa o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil (PNUMA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, o Instituto Alana, por meio do programa Criança e Consumo, Break Free From Plastic, Videocamp, Instituto Polis, GAIA e Aliança Resíduo Zero Brasil.

A Semana Sem Plástico faz parte da campanha global #PlasticFreeJuly e terá programação digital e gratuita. Participe!

Energia eólica, limpa e renovável. Foto: Alexander Droeger/CC.

Transição para economia verde criaria 15 milhões de empregos na América Latina e Caribe até 2030

Relatório de Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostrou que a transição para uma economia de zero emissões líquidas provocaria o desaparecimento de cerca de 7,5 milhões de empregos no setor elétrico baseado em combustíveis fósseis, na extração de combustíveis fósseis e na produção de alimentos de origem animal.

No entanto, essas perdas seriam mais do que compensadas: 22,5 milhões de empregos seriam criados nos setores de agricultura e produção de alimentos baseados em plantas, eletricidade renovável, silvicultura, construção e manufatura.

Brasileira integra novo órgão da ONU sobre clima e diz que jovens trazem criatividade e inovação

A partir desta semana (28), a brasileira Paloma Costa Oliveira passa a fazer parte do Grupo Consultivo da Juventude sobre Mudança Climática, que aconselhará o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Em entrevista à ONU News, a jovem advogada e defensora de direitos humanos diz que a iniciativa “é uma grande oportunidade para dar uma revigorada em tudo o que tem sido feito, trazendo uma nova perspectiva”.

Para ela, a criação do grupo significa que se chegou a um esgotamento de ideias e é necessário um espaço de criatividade e inovação, o que pode ser trazido pela juventude. Leia a entrevista na íntegra.

Como alimentar 10 bilhões de pessoas até 2050

Evidências sugerem que a falta de alimentos não seja um problema global, e sim a ineficiência do sistema alimentar. Há falhas em todo o processo de produção e consumo, a começar pelo uso da terra. Por exemplo, como uma resposta à crescente demanda por carnes e laticínios, cerca de 60% das terras agrícolas do mundo são usadas para a atividade pecuária.

Além disso, cerca de um terço dos alimentos produzidos são perdidos entre a fazenda e a mesa, enquanto são armazenados, transportados, processados, embalados, vendidos e preparados. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

A brasileira Paloma Costa Oliveira (3 da esquerda para a direita) é advogada e defensora de direitos humanos que coordenou as delegações de jovens em várias conferências climáticas.

Brasileira está entre jovens líderes que aconselharão ONU no combate às mudanças climáticas

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, anunciou na segunda-feira (27) os nomes de sete jovens líderes climáticos – entre eles, uma brasileira – que o aconselharão regularmente sobre a aceleração de ações e ambições globais para enfrentar a piora da crise climática.

O anúncio marca um novo esforço das Nações Unidas para trazer mais jovens líderes para os processos de tomada de decisão e planejamento, enquanto a ONU trabalha para mobilizar a ação climática como parte dos esforços de recuperação da COVID-19.

FAO lança programa que prevê 7 áreas prioritárias de resposta e recuperação à COVID-19

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou seu novo programa de resposta e recuperação à COVID-19, destinado à prevenção de uma eventual emergência alimentar global durante e após a pandemia, e de uma intervenção de desenvolvimento a médio e longo prazo em relação à segurança alimentar e nutrição.

A agência da ONU solicita um investimento inicial de 1,2 bilhão de dólares para atender às necessidades do novo programa, que prevê sete áreas prioritárias. Saiba mais na reportagem.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

ONU recebe até 3/8 inscrições para evento virtual sobre impulso aos objetivos globais

Ao longo de três dias, de 22 a 24 de setembro, durante a Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, a Zona de Ação ODS totalmente virtual será o principal espaço colaborativo para envolver líderes emergentes e mundiais de todos os setores em discursos e debates para impulsionar a mudança exponencial necessária para as pessoas e o planeta.

Serão recebidas até 3 de agosto propostas para diálogos, workshops interativos, palestras, performances criativas, exposições virtuais e experiências imersivas e a serem consideradas para a lista de oradores. Saiba como se inscrever.

Brasil lidera lista de países com maior perda florestal na última década, mostra relatório

O Brasil lidera a lista de dez países com maior perda anual líquida de floresta (diferença entre floresta criada e destruída) entre 2010 e 2020, informou na terça-feira (21) a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A agência da ONU publicou o seu relatório anual Avaliação Global de Recursos Florestais. Segundo a pesquisa, os outros nove países são República Democrática do Congo, Indonésia, Angola, Tanzânia, Paraguai, Mianmar, Camboja, Bolívia e Moçambique.

Aparelhos de refrigeração mais eficientes podem reduzir emissões e poupar trilhões de dólares

Ações internacionais coordenadas que incentivem o uso de aparelhos de refrigeração energeticamente eficientes e de baixo impacto no clima podem evitar a liberação de até 460 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera – o equivalente a oito anos de emissões globais segundo os níveis de 2018.

A informação é do Relatório de Emissões de Aparelhos de Refrigeração e Políticas de Enfrentamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com a Agência Internacional de Energia (AIE).

Moradores da favela da Babilônia, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Evan Schneider

ARTIGO: Lidando com a desigualdade pandêmica – um novo contrato social para uma nova era

Em artigo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que a pandemia de COVID-19 é uma tragédia humana. Mas esta também criou uma oportunidade geracional para construir um mundo mais igual e sustentável, com base em duas ideias centrais: um Novo Contrato Social e um Novo Acordo Global.

“Precisamos de uma tributação justa sobre a renda e a riqueza, e uma nova geração de políticas de proteção social, com redes de segurança incluindo a cobertura universal de saúde e a possibilidade de uma renda básica universal estendida a todos”, disse Guterres.

“Para tornar possível o novo contrato social, precisamos de um novo acordo global para garantir que poder, riqueza e oportunidades sejam compartilhados de maneira mais ampla e justa no nível internacional.”

ARTIGO: Por que precisamos de sistemas alimentares sustentáveis no mundo pós-pandemia

Os sistemas alimentares estão na encruzilhada entre saúde humana, animal, econômica e ambiental. Ignorá-los pode expor a economia mundial a choques financeiros e de saúde cada vez maiores à medida que as mudanças climáticas e a população global aumentam. A análise é feita por Nicoletta Batini, do Fundo Monetário Internacional; James Lomax, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; e Divya Mehra, do Programa Mundial de Alimentos.

Eles afirmam que a reconstrução das economias após a crise da COVID-19 oferece uma oportunidade única de transformar os sistemas alimentares globais e torná-los resistentes a crises futuras, garantindo uma nutrição sustentável e saudável para todos e todas. Leia o artigo na íntegra.

Totens ilustram os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na sede da ONU em Nova Iorque – Foto: Manuel Elias/UM Photo

COVID-19 destaca necessidade de multilateralismo renovado e inclusivo, diz chefe da ONU

Com a pandemia da COVID-19 colocando em risco os ganhos de desenvolvimento, expondo vulnerabilidades e desigualdades dentro e entre nações, o secretário-geral da ONU está exortando os governos a reexaminar como trabalham juntos para resolver os desafios globais.

Guterres falava na sexta-feira (17), durante o segmento de alto nível da sessão do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), para analisar o progresso no sentido de alcançar o desenvolvimento sustentável para todos até 2030.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, desenvolve o projeto “Revolusolar” em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ) para criar um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades. Foto: Reprodução

Brasileiro é finalista de prêmio global da ONU com projeto de energia solar em favelas do Rio

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou nesta segunda-feira (20) os cinco finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra na América Latina e Caribe.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, está no páreo com o Revolusolar. O projeto, desenvolvido em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ), cria um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades.

Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino

UNIC Rio lança exposição virtual sobre objetivos globais

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), em colaboração com a UIA2021RIO EXPO, feira do Congresso Mundial de Arquitetos, inaugura no dia 20 de julho, às 16h, através do perfil do instagram @uia2021rioexpo, a versão virtual da exposição “Consciência”.

A mostra, com obras do artista plástico peruano Ivan Ciro Palomino, promove uma reflexão sobre os desafios globais da atualidade e fará parte de uma plataforma virtual desenvolvida pelo Congresso Mundial de Arquitetos, que seria realizado este ano, mas foi adiado em função da pandemia da COVID-19.

A exposição “Consciência” será uma das primeiras mostras do ambiente virtual Exposição 360⁰,  um espaço que receberá obras de artistas renomados em um ambiente gráfico onde os participantes poderão interagir como se estivessem em um jogo eletrônico.