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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods15 e notícias sobre o tema abaixo.

Programas de capacitação em territorialização dos ODS serão em formato virtual

O Programa de capacitação para os municípios da segunda fase do projeto “Territorialização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” passará a ocorrer, a partir desta semana (15), de forma online por causa da pandemia da COVID-19.

Os participantes terão a oportunidade de interagir com especialistas por meio de plataformas online e debater sobre os principais desafios e oportunidades para a implementação dos ODS no âmbito local. A iniciativa é resultado da parceria da Petrobras com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O quinto relatório Panorama da Biodiversidade Global da ONU descreve oito grandes transições necessárias para desacelerar e, em seguida, interromper o rápido declínio da natureza. Foto: Pixabay

Relatório das Nações Unidas alerta para perda de biodiversidade sem precedentes na história

O quinto relatório Panorama da Biodiversidade Global da ONU descreve oito grandes transições necessárias para desacelerar e, em seguida, interromper o rápido declínio da natureza.

Documento final sobre as Metas de Aichi para a Biodiversidade, definidas em 2010, aponta que somente seis das 20 metas mundiais foram parcialmente alcançadas até 2020. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Filme sobre ONU reúne Malala, Julia Roberts, Don Cheadle e Forest Whitaker

“Nações Unidas: Soluções Urgentes para Tempos Urgentes” é o filme que estreia neste sábado (19), às vésperas da abertura dos debates da Assembleia Geral, para marcar o 75º aniversário da ONU e o 5º ano dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Produção assinada por Richard Curtis destaca o potencial de transformar o mundo nos próximos 10 anos e mostra ações para enfrentar desafios como a COVID-19, pobreza, desigualdade, discriminação de gênero, mudança climática, justiça e direitos humanos. O filme estará disponível no Youtube e em outras plataformas digitais.

Semana dos Objetivos Globais 2020: chamado à recuperação com foco no desenvolvimento sustentável

Entre 18 e 26 de setembro acontecerá a Semana dos Objetivos Globais, realizada de modo virtual, em um momento decisivo para a recuperação das pessoas e do planeta. A semana foi projetada para reunir desde líderes até cidadãs e cidadãos comuns a fim de acelerar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na medida em que a COVID-19 ameaça reverter décadas de progresso.

A semana incluirá o Dia dos Objetivos Globais, 25 de setembro, e ocorrerá sob o tema ‘Fativismo’ (ativismo baseado em políticas e evidências), chamando a atenção para o progresso e as ações necessárias de todas e todos durante a Década da Ação para cumprir os ODS até 2030.

Em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. Foto: ONU News/Anshu Sharma

Poluição do ar provoca 7 milhões de mortes prematuras todos os anos, alerta ONU

As Nações Unidas alertaram nessa segunda-feira (7) que, em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. A poluição do ar contribui para doenças cardíacas, derrames, câncer de pulmão e outras doenças respiratórias.

Segundo a organização, 7 milhões de mortes prematuras são provocadas todos os anos pela poluição do ar, sobretudo nos países de baixo e de médio rendimentos.

O alerta foi feito quando a ONU marca o primeiro Dia Internacional do Ar Limpo para um Céu Azul (7). Em mensagem para a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, lembrou ainda que a poluição do ar também ameaça a economia, a segurança alimentar e o meio ambiente.

A Grande Muralha da China. Foto: aphotostory/Shutterstock, via UNESCO

ONU pede apoio ao setor de turismo, devastado pela pandemia; vídeo

O turismo é muito mais do que visitar marcos culturais ou nadar em praias tropicais. Trata-se de “um dos setores econômicos mais importantes do mundo”, disse nesta terça-feira (25) o secretário-geral das Nações Unidas.

Ao lançar o seu mais recente relatório, Guterres destacou que a indústria emprega uma em cada dez pessoas no planeta e fornece meios de subsistência a centenas de milhões de pessoas.

António Guterres disse ser “imperativo” a reconstrução do setor, mas lembrou que isso deve ser feito de forma segura, equitativa e favorável ao clima; acesse aqui o documento e o vídeo.

Estudo em Brasília analisa benefícios do uso de água magnetizada na agricultura

Um projeto-piloto inovador sobre água estruturada aplicada à irrigação acaba de ser iniciado nas Bacias Hidrográficas do Descoberto e do Paranoá, em Brasília (DF).

O nome água estruturada refere-se às moléculas de água que se realinham de forma perfeita em grupos herméticos, fazendo com que a água se torne mais densa ou concentrada.

Segundo os estudos já realizados, o uso da água tratada magneticamente pode reduzir os intervalos de irrigação, o que seria mais eficiente; aumentar a velocidade e o percentual de germinação das sementes; além de melhorar a produção e a produtividade das culturas agrícolas.

O plantio agroflorestal gera renda ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente. Foto: Gabriela Fonseca

Sistemas agroflorestais no DF geram renda; protegem solo e mananciais

Lucas Rosa Duarte, de 19 anos, mora no assentamento Canaã, em Brazlândia, cidade satélite localizada a 50 km de Brasília. O local é uma das regiões onde estão sendo implantados Sistemas Agroflorestais (SAFs) Mecanizados, no Distrito Federal.  

“Já pensei em ir embora, porque aqui a vida sempre foi muito dura. Mas a agrofloresta me incentivou a ficar e ajudar meus pais a ver isso tudo crescer”, revela. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Evento online teve conversa entre a educadora e ativista indígena Célia Xakriabá e o ator e humorista Paulo Vieira sobre a identidade indígena no Brasil. Foto: PNUMA

Indígenas brasileiros ensinam como tratar a Terra e seus recursos

Os povos Indígenas compõem mais de 5% da população mundial (cerca de 350 milhões de pessoas), segundo a ONU. Com uma cultura de relação profunda e equilibrada com a natureza, os indígenas do Brasil nos propõem importantes reflexões sobre como tratamos a Terra e seus recursos.

Na última sexta-feira (14), o Museu do Amanhã e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) promoveram uma conversa entre a educadora e ativista indígena Célia Xakriabá e o ator e humorista Paulo Vieira sobre a identidade indígena no Brasil.

A sensibilidade do ator e a carga poética das falas de Célia deram o tom do bate-papo, que incluiu questões sobre sustentabilidade, alimentação, educação, religião e ancestralidades. Célia abordou as lutas indígenas, principalmente em meio à pandemia da COVID-19.

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

FAO explica como os povos indígenas ajudam a acabar com a fome no mundo

Apesar de representarem apenas 5% da população mundial, os povos indígenas são agentes vitais para a preservação do meio ambiente.

Cerca de 28% da superfície terrestre do mundo, incluindo algumas das áreas florestais mais intactas e biodiversas, é  gerenciada principalmente por povos indígenas, famílias, pequenos proprietários e comunidades locais.

Essas florestas são cruciais para conter as emissões de gases e manter a biodiversidade. Os alimentos indígenas também são particularmente nutritivos e seus sistemas alimentares associados são resistentes ao clima e se adaptam bem ao meio ambiente. Leia o relato da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Cidades serão determinantes para a recuperação verde no pós-pandemia

As cidades abrigam 55% da população mundial, condensando muitas pessoas em um mesmo lugar. Não é de se estranhar que sejam mais afetadas pela COVID-19: estima-se que 90% de todos os casos relatados do novo coronavírus tenham ocorrido nas cidades.

No entanto, a concentração de pessoas também torna os centros urbanos essenciais para a recuperação verde no pós-pandemia – importante para reduzir o risco de futuras pandemias e combater as mudanças climáticas.

Para o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é fundamental focar no planejamento e design urbanos para criar cidades estrategicamente densas e conectar as residências aos meios de transportes e ao planejamento energético, além de combinar infraestruturas cinza, azul e verde para aproveitar os benefícios das soluções baseadas na natureza.

Padrão para gestão de rejeitos foi desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Princípios para o Investimento Responsável e Conselho Internacional de Mineração e Metais após o trágico rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho em 25 de janeiro de 2019. Foto: Pixabay

Novo padrão global para o setor de mineração visa melhorar a segurança das instalações de rejeitos

Um padrão global para a gestão segura dos rejeitos da mineração foi lançado por uma aliança internacional com o objetivo de ser aplicado às instalações existentes e futuras, independentemente da localização, para evitar danos às pessoas e ao meio ambiente.

O Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos foi desenvolvido a partir da Revisão Global de Rejeitos (RGR), um processo independente organizado por Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Princípios para o Investimento Responsável (PRI) e Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) após o trágico rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho, em janeiro de 2019.

O estudante Motã Waiãpi descansa na floresta durante as gravações do vídeo 360 graus. Foto: Rafael Romão

Vídeo produzido por estudantes Waiãpi é selecionado para mostra My World 360º

Isolados desde o início da pandemia do novo coronavírus na comunidade Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, no Amapá, os estudantes Kauri Waiãpi, Motã Waiãpi, Kuripiri Waiãpi, o professor Aikyry Waiãpi e o diretor da escola indígena, Evilázio Ribas, ainda não sabem que o vídeo Moma’e jarã kõ jikuwaê’ã kõ (Os donos que não vemos) é hoje uma das histórias imersivas que compõem a mostra MY World 360º (Meu mundo 360 graus).

Conheça como foi feito o filme com tecnologia 360 graus que conta como as entidades que cuidam da floresta são também consideradas donas do habitat da comunidade indígena.

Criança no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Senso de urgência da Agenda 2030 é ainda maior com pandemia, diz ONU no Brasil

O senso de urgência para a execução da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi renovado diante dos efeitos da pandemia de COVID-19 no Brasil e no mundo, na avaliação do coordenador-residente da ONU no país, Niky Fabiancic.

“Temas que já estavam expressos na Agenda 2030 em 2015, como o acesso à água e a saneamento básico e a universalização dos serviços de saúde, se mostram imprescindíveis para a superação desta crise sem precedentes”, disse.

PNUMA e UNESCO se unem ao Instituto Alana na campanha global da semana sem plástico

Pela primeira vez no Brasil acontece a Semana Sem Plástico, entre os dias de 27 a 31 de julho, com o intuito de fomentar reflexões sobre o uso indiscriminado do plástico e dos hábitos de consumo.

Fazem parte da iniciativa o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil (PNUMA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, o Instituto Alana, por meio do programa Criança e Consumo, Break Free From Plastic, Videocamp, Instituto Polis, GAIA e Aliança Resíduo Zero Brasil.

A Semana Sem Plástico faz parte da campanha global #PlasticFreeJuly e terá programação digital e gratuita. Participe!

Como alimentar 10 bilhões de pessoas até 2050

Evidências sugerem que a falta de alimentos não seja um problema global, e sim a ineficiência do sistema alimentar. Há falhas em todo o processo de produção e consumo, a começar pelo uso da terra. Por exemplo, como uma resposta à crescente demanda por carnes e laticínios, cerca de 60% das terras agrícolas do mundo são usadas para a atividade pecuária.

Além disso, cerca de um terço dos alimentos produzidos são perdidos entre a fazenda e a mesa, enquanto são armazenados, transportados, processados, embalados, vendidos e preparados. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

FAO lança programa que prevê 7 áreas prioritárias de resposta e recuperação à COVID-19

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou seu novo programa de resposta e recuperação à COVID-19, destinado à prevenção de uma eventual emergência alimentar global durante e após a pandemia, e de uma intervenção de desenvolvimento a médio e longo prazo em relação à segurança alimentar e nutrição.

A agência da ONU solicita um investimento inicial de 1,2 bilhão de dólares para atender às necessidades do novo programa, que prevê sete áreas prioritárias. Saiba mais na reportagem.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

ONU recebe até 3/8 inscrições para evento virtual sobre impulso aos objetivos globais

Ao longo de três dias, de 22 a 24 de setembro, durante a Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, a Zona de Ação ODS totalmente virtual será o principal espaço colaborativo para envolver líderes emergentes e mundiais de todos os setores em discursos e debates para impulsionar a mudança exponencial necessária para as pessoas e o planeta.

Serão recebidas até 3 de agosto propostas para diálogos, workshops interativos, palestras, performances criativas, exposições virtuais e experiências imersivas e a serem consideradas para a lista de oradores. Saiba como se inscrever.

Brasil lidera lista de países com maior perda florestal na última década, mostra relatório

O Brasil lidera a lista de dez países com maior perda anual líquida de floresta (diferença entre floresta criada e destruída) entre 2010 e 2020, informou na terça-feira (21) a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A agência da ONU publicou o seu relatório anual Avaliação Global de Recursos Florestais. Segundo a pesquisa, os outros nove países são República Democrática do Congo, Indonésia, Angola, Tanzânia, Paraguai, Mianmar, Camboja, Bolívia e Moçambique.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, desenvolve o projeto “Revolusolar” em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ) para criar um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades. Foto: Reprodução

Brasileiro é finalista de prêmio global da ONU com projeto de energia solar em favelas do Rio

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou nesta segunda-feira (20) os cinco finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra na América Latina e Caribe.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, está no páreo com o Revolusolar. O projeto, desenvolvido em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ), cria um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades.

Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino

UNIC Rio lança exposição virtual sobre objetivos globais

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), em colaboração com a UIA2021RIO EXPO, feira do Congresso Mundial de Arquitetos, inaugura no dia 20 de julho, às 16h, através do perfil do instagram @uia2021rioexpo, a versão virtual da exposição “Consciência”.

A mostra, com obras do artista plástico peruano Ivan Ciro Palomino, promove uma reflexão sobre os desafios globais da atualidade e fará parte de uma plataforma virtual desenvolvida pelo Congresso Mundial de Arquitetos, que seria realizado este ano, mas foi adiado em função da pandemia da COVID-19.

A exposição “Consciência” será uma das primeiras mostras do ambiente virtual Exposição 360⁰,  um espaço que receberá obras de artistas renomados em um ambiente gráfico onde os participantes poderão interagir como se estivessem em um jogo eletrônico. 

O relatório observa que os pangolins, que foram identificados como uma fonte potencial de coronavírus, são os mamíferos selvagens mais traficados no mundo, com as apreensões de escamas de pangolins aumentando dez vezes entre 2014 e 2018. Foto: Flickr/David Brossard

UNODC: pandemia mostra que crime envolvendo animais silvestres é ameaça à saúde humana

O Relatório Mundial sobre Crimes da Vida Selvagem 2020, lançado nesta sexta-feira (10) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), enfatiza a ameaça que o tráfico de animais silvestres representa para a natureza e a biodiversidade do planeta.

O documento destaca o tráfico de algumas espécies selvagens – pangolins, pássaros, tartarugas, tigres, ursos e muito mais. Quando os animais selvagens são retirados de seu habitat natural, abatidos e vendidos ilegalmente, aumenta o potencial de transmissão de doenças zoonóticas – causadas por patógenos que se espalham de animais para humanos.

Profissionais de saúde em Madagascar testam cidadãos para a COVID-19. Foto: Banco Mundial/Henitsoa Rafalia

Enquanto COVID-19 tira vidas no mundo todo, ONU sugere caminho para evitar novas pandemias

Um novo estudo científico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Instituto Internacional de Pesquisa Pecuária (ILRI) concluiu que, se os países não tomarem medidas drásticas para conter a disseminação de zoonoses, pandemias como a da COVID-19 serão mais comuns.

À medida que a população mundial se aproxima de 8 bilhões de pessoas, o desenvolvimento desenfreado coloca cada vez mais os seres humanos em contato com animais selvagens, o que facilita a disseminação dessas doenças entre as espécies.

“Conforme exploramos áreas mais marginais, criamos mais oportunidades de transmissão”, explicou o professor de doenças infecciosas em animais da Universidade de Liverpool e co-autor pelo ILRI, Eric Fèvre. “A nossa pegada está aumentando no mundo e, com ela, o risco de grandes epidemias e, eventualmente, de outra pandemia como a da COVID-19, é cada vez maior.”

Profissional de saúde coleta amostras para teste de COVID-19 no Hospital Estadual Mimar Sinan, em Istambul, Turquia. Foto: PNUD Turquia/Levent Kulu

Relatório da ONU sobre progresso dos ODS aponta que COVID-19 está comprometendo avanços sociais

De acordo com o Relatório 2020 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo está progredindo – mesmo que de forma irregular e insuficiente – em áreas como melhora da saúde materna e infantil, expansão do acesso à eletricidade e aumento da representação das mulheres nos governos.

Mesmo assim, esses avanços foram contrabalanceados pelo aumento da insegurança alimentar, da deterioração do meio ambiente natural e das persistentes e generalizadas desigualdades. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Eventos climáticos extremos atingem o mar Adriático em Ražanac, na Croácia. Foto: OMM/Aleksandar Gospić

Relatório da ONU defende abordagem que une saúde humana, animal e ambiental para evitar futuras pandemias

Enquanto a pandemia da COVID-19 ameaça vidas e perturba economias em todo o mundo, um novo relatório alerta para a possibilidade de surgimento de novos surtos de doenças zoonóticas caso os países não tomem medidas para impedir sua disseminação. O estudo faz dez recomendações para evitar futuras pandemias.

“A ciência é clara ao dizer que, se continuarmos explorando a vida selvagem e destruindo os ecossistemas, podemos esperar um fluxo constante de doenças transmitidas de animais para seres humanos nos próximos anos”, afirmou a diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen.

CEPAL: crise provocada pela pandemia é chance de dar grande impulso à sustentabilidade

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus é uma oportunidade para avançar em direção a um grande impulso para a sustentabilidade, que permita um novo modelo de desenvolvimento baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A afirmação foi feita na segunda-feira (29) pela secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, durante seminário virtual organizado conjuntamente com o Senado brasileiro.

FAO monitora nuvem de gafanhotos que passa por Argentina e pode chegar ao Brasil

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil está acompanhando a movimentação de uma nuvem de gafanhotos que passa pela Argentina e pode chegar ao Rio Grande do Sul, segundo informou a imprensa do país vizinho.

A FAO considera o gafanhoto do deserto “a praga migratória mais destrutiva do mundo”. Uma nuvem de 1 quilômetro quadrado destes insetos pode consumir a mesma quantidade de alimento que 35 mil pessoas em um dia. A preocupação da agência é a possibilidade de uma crise humanitária ser criada por tal situação.

Comércio exterior teve forte declínio com a COVID-19. Foto Tom Fisk/Pexels

CEPAL e Senado realizam webinar sobre propostas globais para recuperação sustentável

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (CEPAL) e o senador Jaques Wagner, presidente da Subcomissão do Grande Impulso para a Sustentabilidade do Senado Federal, realizam na segunda-feira (29) o webinar “Propostas Globais para uma Recuperação Sustentável”.

O objetivo é apresentar propostas para uma recuperação econômica sustentável da crise provocada pela pandemia de COVID-19, que está atingindo fortemente o Brasil e muitos países do mundo.

PNUMA apoia ação para plantar 1 trilhão de árvores no mundo e restaurar Mata Atlântica no Brasil

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está apoiando uma iniciativa para coordenar, de forma técnica, a plantação de 1 trilhão de árvores no mundo. A ação, realizada pela plataforma global TerraMatch, beneficiará a Mata Atlântica brasileira, florestas do México, do Peru e de países africanos.

No Brasil, governos locais e organizações parceiras estão cooperando para restaurar a biodiversidades da Mata Atlântica com árvores originais.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca

Degradação dos solos afeta 3,2 bilhões de pessoas, alerta ONU

“A saúde da Humanidade depende da saúde do planeta. Hoje, o nosso planeta está doente.”

O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem em vídeo nessa quarta-feira (17) para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. Ele destacou que um número alarmante de 3,2 bilhões de pessoas são afetadas pela degradação dos solos.

Segundo a ONU, 70% dos solos foram transformados pela atividade humana. “Podemos reverter esta tendência e trazer soluções para uma ampla gama de desafios, desde a migração forçada e a fome, até as mudanças climáticas”, disse.

CEPAL: para reconstruir América Latina e Caribe pós-pandemia, é necessário igualdade e estabilidade

A secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, lembrou na terça-feira (9) que para reconstruir melhor a região pós-pandemia, é necessário igualdade e sustentabilidade ambiental, de forma a assegurar que ninguém seja deixado para trás.

“É por isso que é tão importante reconstruir melhor e garantir que exista um Estado social, não autoritário. Deve haver um futuro com empregos, trabalho com direitos. É isso que estamos buscando”, afirmou.

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta. Foto: ONU/Martine Perret

Especialistas e apaixonados pelos mares se reúnem em lives para celebrar Dia Mundial dos Oceanos

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta.

Para a ocasião do Dia Mundial dos Oceanos, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) realiza lives nesta segunda (8) e na quarta (10) sobre o que fazer para tornar a proteção dos oceanos uma prioridade nas políticas públicas, nas práticas do setor privado e nos hábitos dos indivíduos.

Fundo ambiental financia projeto para gestão de recursos hídricos de Brasil e Uruguai

O Fundo Global para o Meio Ambiente aprovou nesta sexta-feira (5) 4,8 milhões de dólares para um projeto binacional de Brasil e Uruguai, que contará com a implementação da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

O projeto irá apoiar o fortalecimento dos setores públicos e privados na região da bacia da Lagoa Mirim, localizada na fronteira entre o estado do Rio Grande do Sul com o Uruguai, para a ampliação das capacidades de gestão conjunta dos recursos hídricos.

Irving cultiva sua muda em frente a unidade habitacional no abrigo Rondon 2, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Lucas Novaes

‘Cuidando do meio ambiente cuidamos de nós mesmos’, diz voluntário venezuelano em Roraima

Desde fevereiro, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em colaboração com a Operação Acolhida e seus parceiros da sociedade civil, promove um projeto-piloto de introdução de áreas verdes em um abrigo para refugiados e migrantes em Boa Vista (RR).

A iniciativa promove ações educativas e de conscientização ambiental por meio do cultivo de hortas, jardins medicinais e árvores no abrigo, que é moradia para 615 venezuelanos.

As alterações climáticas têm implicações graves para a agricultura e a segurança alimentar. Foto: FAO/L. Dematteis

ARTIGO: Dia do Meio Ambiente é oportunidade de reiniciarmos relação com natureza

Em artigo publicado no jornal Correio Brasiliense, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no Brasil afirmam ser fundamental garantir que os planos de recuperação após a pandemia estejam alinhados à sustentabilidade, com o objetivo de mudar muitos dos atuais padrões insustentáveis de consumo e produção. Leia o artigo completo.

No Brasil, Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Lenine e curador do Museu do Amanhã

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se uniu ao Museu do Amanhã para promover encontros virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações.

Às 17h, o cantor e ativista ambiental Lenine tocará os clássicos de sua carreira no canal do Youtube do Museu do Amanhã e do PNUMA. Ele irá intercalar músicas e conversas com o curador do Museu do Amanhã, Luiz Alberto Oliveira, abordando questões como a importância da arte e da ciência em tempos de pandemia, e a possível relação, para ele, da criação musical com a criação de orquídeas.