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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods15 e notícias sobre o tema abaixo.

Os alimentos que comemos, o ar que respiramos, a água que bebemos e o clima que torna nosso planeta habitável vêm da natureza. Foto: Casey Horner/Unsplash

Chegou a #HoraDaNatureza e a biodiversidade está em foco neste Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, é a principal data das Nações Unidas para promover ações ambientais e sensibilizar a comunidade global sobre a necessidade de proteger o planeta. Criada em 1974, a data cresceu e se tornou uma plataforma global para a divulgação de ações públicas pelo meio ambiente em mais de 100 países.

Neste ano, a Colômbia sediará o Dia Mundial do Meio Ambiente com eventos online e ao vivo transmitidos de Bogotá. Além disso, serão realizados outros eventos e celebrações online pelo mundo. Leia o chamado do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Foto: PNUMA

‘A natureza está nos mandando uma mensagem clara’, diz ONU no Dia do Meio Ambiente

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Natureza está nos mandando uma “mensagem clara”.

“Estamos afetando o meio ambiente, para nosso próprio prejuízo. A degradação dos habitats e a perda de biodiversidade estão acelerando. As perturbações climáticas estão piorando. Incêndios, inundações e grandes tempestades são mais frequentes e destruidoras. Os oceanos estão ficando mais quentes e ácidos, destruindo os ecossistemas dos corais. E, agora, um novo coronavírus está enfurecido, minando a saúde e meios de subsistência”, afirmou Guterres.

Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Sebastião Salgado e Rosiska Darcy e live com Lenine

Neste ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une ao Museu do Amanhã para promover dois eventos virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações nos dias 4 e 5 de junho.

O bate-papo “Hora da Natureza: reflexões sobre o amanhã” reunirá Rosiska Darcy, Sebastião Salgado e Fábio Scarano para uma conversa de alto nível sobre meio ambiente, ser humano e os futuros possíveis que desejamos construir. A live será transmitida pelo You Tube das duas organizações na quinta-feira (4), às 16 horas.

Quatro ODSs são chave para recuperação sustentável no pós-COVID

A pandemia do coronavírus mostrou que os avanços na luta contra a pobreza e a fome e a busca pela saúde e pelo bem-estar podem ser prejudicados, caso a comunidade global não enfrente as ameaças ambientais que comprometem os sistemas – e que permitem que a humanidade e o planeta sobrevivam e prosperem.

Só é possível ter recuperação e desenvolvimento sustentável duradouros quando as respostas, os planos e as políticas ambientais recebem a devida importância. À medida que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une à comunidade internacional, mobilizando respostas imediatas às áreas da saúde, economia e segurança, quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável serão vitais para a recuperação sustentável – Ação Contra a Mudança Global do Clima, Vida Terrestre, Vida na Água e Consumo e Produção Responsáveis.

Dia Mundial do Meio Ambiente: PNUMA promove reflexões virtuais para estimular ações reais

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, vamos nos unir virtualmente e marcar a semana do 5 de junho com uma série de atividades para estimular reflexões sobre o momento atual, destacar a interdependência entre a saúde humana e a saúde do planeta e buscar entendimentos sobre como construir um mundo melhor no pós-pandemia – #PelaNatureza.

O Programa das Nações Unidos para o Meio Ambiente (PNUMA) preparou diversas atividades que serão transmitidas pelas redes sociais. O objetivo, segundo a representante do PNUMA no Brasil, Denise Hamú, é utilizar esse momento complexo e difícil que a pandemia nos impôs para repensarmos nossas ações em relação ao meio ambiente.

Com 10 milhões de hectares perdidos anualmente, é necessário proteger florestas para salvar a biodiversidade

Publicado no Dia Internacional da Diversidade Biológica, em 22 de maio, o relatório “O Estado das Florestas do Mundo” mostra que a conservação da biodiversidade está diretamente relacionada com a forma de interação e uso das florestas. O relatório afirma também que é preciso agir imediatamente para proteger a biodiversidade diante da alarmante taxa de desmatamento e da degradação ambiental.

O relatório foi produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e com contribuição técnica do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial da ONU Meio Ambiente.

Rede Brasil do Pacto Global realiza em junho webinars sobre sustentabilidade

A Rede Brasil do Pacto Global reúne especialistas para participarem da série de webinars “Quarentena com o Pacto”. O projeto, que discute sustentabilidade durante a pandemia, tem nova edição em junho e contará com dois encontros.

O primeiro será no dia 4 de junho e apresentará uma visão geral da ferramenta de pegada hídrica e suas aplicações no contexto empresarial. O segundo encontro acontecerá no dia 8 e será sobre o uso da terra no mundo pós-pandemia.

Confira a agenda completa e faça a sua inscrição.

Saiba como os manguezais nutrem a vida marinha

As árvores de mangues armazenam mais carbono em seus solos se comparadas a outras espécies, o que as tornam ativos valiosos na luta contra o aquecimento global.

Elas também diminuem o impacto das tempestades, servem de zonas de reprodução para peixes e outros animais marinhos e constituem eficazes sistemas de filtragem que evitam o influxo de água salina que torna o solo inadequado para a agricultura.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), governos e comunidades costeiras de países tropicais estão se sensibilizando cada vez mais sobre o valor dos manguezais para a natureza e os seres humanos.

Empresários pedem que líderes de governo planejem uma economia verde na reconstrução pós COVID-19. Foto: Singkham / Pexels

Empresas pedem atenção ao clima nos planos governamentais de recuperação da COVID-19

O Pacto Global da ONU, a iniciativa Science Based Targets (Metas baseadas na ciência), e a coalizão ‘We Mean Business’ reuniram mais de 150 empresas que pedem que os líderes mundiais incluam ações climáticas ousadas no planejamento dos esforços de recuperação da COVID-19.

Juntas, estas empresas empregam 5 milhões de pessoas em 33 países – incluindo o Brasil – e movimentam um mercado de 2,4 trilhões de dólares.

Os dirigentes das empresas assinaram o documento “Unindo Negócios e Governos para se Recuperar Melhor”, onde fazem o apelo aos líderes mundiais, lembrando que “a saúde humana depende da saúde do planeta”. Para eles, uma ação climática ambiciosa é mais necessária do que nunca.

ONU: coronavírus nos mostra como nossa saúde está vinculada à natureza

ONU: coronavírus nos mostra como nossa saúde está vinculada à natureza

Marcando o Dia Internacional da Biodiversidade (22 de maio), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que as soluções nessa temática estão na própria natureza.

Segundo Guterres, que gravou uma mensagem em vídeo para a data, a preservação e a gestão sustentável da biodiversidade são necessárias para mitigar as perturbações climáticas, garantir a segurança alimentar e de água e até mesmo prevenir pandemias.

“A COVID-19, que emanou da natureza, mostrou como a saúde humana está intimamente ligada com a relação que temos com o meio ambiente. À medida que invadimos a natureza e esgotamos habitats vitais, um número crescente de espécies está em risco. Incluindo a Humanidade e o futuro que queremos”, destacou; acesse aqui o vídeo.

Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens das periferias discutem desafios, impactos e discriminações em relação aos seus direitos à cidade, especialmente em tempos de pandemia. Foto: pixabay/Alexandra Koch

Reconstruir melhor no pós-pandemia demanda respeito ao direito das futuras gerações

Atualmente, os jovens estão muito à frente nos esforços de proteger o planeta se comparados às gerações anteriores. Eles viram em primeira mão os impactos gerados por uma crise realmente global. Para os que já estavam preocupados com a crise climática, a pandemia pode ter fortalecido sua determinação em transformar o planeta para melhor. A expectativa é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O PNUMA é a principal voz global em temas ambientais. Foto: Pixabay

PNUMA mapeia zoonoses e protege meio ambiente para reduzir riscos de pandemias

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está intensificando seu trabalho no mapeamento de ameaças zoonóticas e na proteção do meio ambiente para reduzir o risco de futuras pandemias, como a da COVID-19, que se espalhou por todo o mundo.

No documento “Trabalhando com o Meio Ambiente para Proteger as Pessoas” divulgado nesta terça-feira (12), o PNUMA mostra como está se ajustando para responder à COVID-19 e apoiar nações e parceiros na reconstrução de um mundo melhor – por meio de de bases científicas mais sólidas, políticas que apoiem um planeta mais saudável e investimentos verdes.

Foto: Flickr (CC) / Dams999

ARTIGO: Pagamento por serviços ambientais

Em artigo publicado no jornal Correio Braziliense, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, elogia projeto assinado pelo governo brasileiro que prevê remunerar quem preservar a floresta Amazônica por meio de compensação por serviços ambientais.

“Os ‘serviços’ podem incluir a proteção de bacias hidrográficas, a conservação da biodiversidade, a promoção do estoque de dióxido de carbono por meio, por exemplo, do replantio de árvores, da manutenção da floresta em pé ou do uso de diferentes técnicas agrícolas.” Leia o artigo completo.

Na agricultura intensiva, animais são criados em ambientes pequenos e densos, e têm diversidade genética limitada, o que os torna mais suscetíveis a doenças. Foto: OPAS

Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses, diz especialista

Em entrevista ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o especialista ugandês Bernard Bett, que lidera pesquisas sobre doenças infecciosas negligenciadas e emergentes, afirma que as zoonoses estão mais frequentes no mundo. Isso ocorre devido à invasão de habitats naturais, à urbanização e ao desenvolvimento socioeconômico, que impõe práticas como a agricultura intensiva.

“Quando as pessoas degradam os habitats da vida selvagem ou estabelecem seus próprios assentamentos em algumas áreas, elas se tornam parte do ecossistema e do ciclo selvático – o ciclo de transmissão viral que ocorre entre os animais nas florestas.” Leia a entrevista completa.

A indiana Fátima Babu lidera campanha contra a fundição de cobre Sterlite em Tuticorin há 24 anos. Foto: Thom Pierce /Guardian/Global Witness/PNUMA

ONU e parceiros coordenam esforços para apoiar defensores ambientais

Programas das Nações Unidas, defensores do meio ambiente, ONGs e instituições acadêmicas se reuniram em Genebra no fim de fevereiro para discutir como mobilizar a comunidade internacional para apoiar os defensores ambientais.

Em todo o mundo, esses defensores estão lutando por um meio ambiente mais saudável ​​– não apenas para suas comunidades, mas para todos. Apesar de seu trabalho valioso e corajoso, eles continuam altamente vulneráveis ​​e sob crescente ataque em todo o mundo. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O conteúdo disponibilizado inclui vídeos, textos e atividades – que serão traduzidos para 10 idiomas. Foto: PNUMA

Escola pela Terra visa manter conexão de alunos com natureza durante período de isolamento

Em resposta à crise da COVID-19, foi criada uma coalizão inédita para lançar a Escola pela Terra (Earth School, em inglês), plataforma que fornece conteúdo educacional gratuito e de alta qualidade para ajudar estudantes, pais e professores em isolamento em todo o mundo. Iniciada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pelo TED-Ed, a Escola pela Terra leva os alunos a uma aventura de 30 dias pelo mundo natural.

O conteúdo disponibilizado inclui vídeos, textos e atividades – que serão traduzidos para 10 idiomas – para ajudar jovens e crianças a entenderem o meio ambiente e considerarem seu papel na natureza. Essa é a maior iniciativa de aprendizagem online feita pelo PNUMA e está disponível gratuitamente no site do TED-Ed.

Economia Verde: As escolhas que fazemos agora moldarão o futuro

Em meio à resposta global à COVID-19, o mundo está precisando de uma transformação econômica sustentável que promova tanto o bem-estar dos indivíduos quanto do meio ambiente. Mesmo diante das adversidades atuais e do prejuízo na economia global, existem possibilidades de construção de um futuro melhor e mais verde. Mas que dependerá das decisões dos governantes, das empresas e dos indivíduos.

A Parceria para Ação pela Economia Verde (PAGE) tem promovido a transformação econômica sustentável inclusiva em 20 países, desde 2013. A PAGE reúne o conhecimento especializado de cinco agências da ONU, ajudando na transição para uma economia verde que promova o crescimento, gere empregos e traga prosperidade para todos.

Entre as cinco agências está o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O Dia da Terra é mais importante do que nunca

O Dia da Terra é um lembrete oportuno para tomar medidas urgentes para proteger o planeta do aquecimento global e garantir um futuro digno e saudável, diz o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Enfrentar a pandemia da COVID-19 e proteger a população das futuras ameaças globais requer o gerenciamento correto de resíduos médicos e químicos, a administração consistente e global da natureza e da biodiversidade, e o comprometimento com a reconstrução da sociedade, criando empregos verdes e facilitando a transição para uma economia neutra em carbono.

Programa do PNUD e da Embrapa dá suporte para o beneficiamento de frutas da caatinga e do cerrado – Foto: PNUD

Projeto do PNUD contribui para conservação do cerrado e da caatinga em Minas Gerais

Localizado na região Nordeste do Estado do Minas Gerais, o Território do Alto do Rio Pardo abriga a transição de dois importantes biomas nacionais, a caatinga e o cerrado. A região enfrenta desafios que envolvem diretamente as famílias e o setor privado: mineração, monocultura de eucalipto e agricultura irrigada impedem a preservação da biodiversidade local e da cultura tradicional local.

O projeto Bem Diverso, implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com a Embrapa e com recursos do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), está atuando na região para contribuir para a conservação da biodiversidade local.

Conheça um pouco mais sobre o projeto.

Em uma mensagem em vídeo neste Dia da Terra (22 de abril), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que a biodiversidade está em declínio acentuado, enquanto a ruptura climática está alcançando um “ponto sem retorno”.

No Dia da Terra, chefe da ONU propõe seis ações-chave para evitar ‘ruptura climática’

Em uma mensagem em vídeo neste Dia da Terra (22 de abril), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que a biodiversidade está em declínio acentuado, enquanto a ruptura climática está alcançando um “ponto sem retorno”.

Guterres ressaltou a importância de agir “sem hesitação para proteger o nosso planeta, tanto do coronavírus como da ameaça existencial das perturbações climáticas”. Segundo ele, “a crise atual é um despertar sem precedentes. Precisamos transformar a recuperação numa oportunidade real de fazer as coisas certas para o futuro”.

Na mensagem, Guterres propõe seis ações relacionadas ao clima para “moldar a recuperação e o trabalho que temos pela frente”; saiba aqui quais são.

Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia. Foto: Rodrigo Botero, FCDS

Especialista alerta que preservação das florestas requer manejo sustentável

O manejo sustentável das florestas envolve a implementação de um sistema ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente responsável.

Isso é essencial para preservar as florestas da Amazônia e os bens e serviços que ela proporciona, bem como para aumentar o bem‑estar social e econômico das pessoas que vivem na região.

Em comemoração ao Dia Internacional das Florestas, em 21 de março, a equipe do Programa Paisagens Sustentáveis da Amazônia (PSA) entrevistou Rodrigo Botero García, agraciado recentemente com o prêmio “Os Melhores Líderes da Colômbia” pelo trabalho na prevenção do desmatamento na Amazônia, promoção do desenvolvimento sustentável liderado pela comunidade e apoio à expansão do Chiribiquete, hoje o maior parque nacional de florestas tropicais do mundo.

Confira a entrevista a seguir.

O que fazer com resíduos biomédicos e de serviços hospitalares durante a pandemia?

Em entrevista, Keith Alverson, diretor do Centro Internacional de Tecnologia Ambiental (IETC) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em Osaka, no Japão, fala sobre o Compêndio de Tecnologias para o Tratamento e a Destruição de Resíduos de Saúde.

A publicação científica aborda a gestão dos lixos hospitalares e pode auxiliar a avaliação e a seleção de tecnologias apropriadas para sua destruição, além de ajudar no planejamento e gerenciamento do grande número de rejeitos oriundos da pandemia de COVID-19.

Jovens Campeãs da Ásia e do Pacífico, Sonika Manandhar, engenheira de software e diretora de tecnologia da Aeoli (Green Energy Mobility- GEM) e Louise Mabulo, chef premiada, agricultora e fundadora do Projeto Cacau; e a Jovem Campeã da Europa, Marianna Muntianu, ativista ambiental e fundadora do projeto Plante a Floresta (Plant the Forest, em inglês).​​​​​ Foto: PNUMA

Crises mostram urgência de promover transformações nas sociedades, dizem jovens inovadoras

Se uma doença pode nos ajudar a entender quão frágil, interconectada e preciosa é a vida, a pandemia do novo coronavírus está nos ensinando infinitas lições nos níveis pessoal, regional e mundial.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) conversou com três Jovens Campeãs da Terra de 2019 sobre como as crises mostram a urgência de promover transformações para a nossa sociedade.

Jovens Campeões da Terra é a principal iniciativa do PNUMA para impulsionar a juventude a enfrentar os maiores desafios ambientais do mundo.

À medida que o mundo responde e se recupera da atual pandemia, precisará de um plano robusto para proteger a natureza, para que a natureza possa proteger a humanidade, segundo o PNUMA. Foto: Unplash

Os coronavírus vieram para ficar?

Pesquisadores ainda não identificaram o ponto exato em que o vírus SARS-CoV-2 foi transferido de animais para humanos e se apresentou na forma de COVID-19. No entanto, uma coisa é clara: o novo coronavírus não será a última pandemia.

Em 2016, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) sinalizou preocupação com o aumento mundial de epidemias zoonóticas. Especificamente, apontou que 60% de todas as doenças infecciosas emergentes nos seres humanos são zoonóticas e estão intimamente ligadas à saúde dos ecossistemas. Leia a reportagem completa.

A possibilidade de infecção por COVID-19 é um risco para a conservação de primatas. Foto: Pierre Aden/Visual Hunt

COVID-19 ameaça a conservação de primatas, diz especialista da ONU

Patologias infecciosas como a COVID-19 – causada pelo vírus SARS CoV-2 – são uma grande preocupação para a conservação das espécies de chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos, de acordo com um especialista da ONU.

Tanto os seres humanos quanto os grandes primatas são suscetíveis a doenças infecciosas, e a introdução de patógenos humanos nessas populações pode resultar em perdas catastróficas. Leia entrevista concedida ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados. Foto: pixabay/leo2014

Gestão adequada de resíduos é vital no combate ao novo coronavírus, diz PNUMA

Diante da pandemia de COVID-19, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados no mundo todo, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza.

A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são vitais para uma resposta de emergência eficaz, disse o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Tabuleiro do jogo Viva os ODS. Foto: ONU

Enfrente a quarentena da COVID-19 com o jogo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em tempos de quarentena da COVID-19, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) tem uma dica para distrair as crianças dentro de casa: o jogo “Viva os Objetivos”, que explica tudo sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O material está disponível gratuitamente para download em português e é destinado para crianças de 8 a 10 anos, podendo entreter a família toda.

De forma lúdica e didática, o jogo de tabuleiro apresenta perguntas para os principais desafios enfrentados para transformar a Terra num planeta mais sustentável.

De abril a outubro, os coletores de flores e suas famílias sobem as montanhas da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, para coletar as flores sempre-vivas, ficando lá por semanas. Foto: FAO

Flores sempre-vivas de MG entram na lista do patrimônio agrícola mundial

Um sistema agrícola tradicional na Serra de Espinhaço, no sul de Minas Gerais, foi registrado como um dos Sistemas Importantes do Patrimônio Mundial da Agricultura (SIPAM), que é gerenciado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Os agricultores locais, dedicados à colheita das flores sempre-vivas, desenvolveram um sistema agrícola eficaz que combina o cultivo de flores, horticultura agroflorestal, pastoreio de gado e culturas agrícolas, tudo em altitudes que chegam a 1,4 mil metros.

O derretimento das geleiras é uma das grandes preocupações das mudanças climáticas, aumentando o nível dos oceanos e ameaçando provocar o desaparecimento de regiões litorâneas e pequenas ilhas. Foto: Wikicommons/NASA Goddard Space Flight Center (cc)

Relatório da ONU mostra aceleração dos impactos das mudanças climáticas

Um amplo relatório climático da ONU, divulgado nesta terça-feira (10), mostra que a mudança climática está tendo um efeito importante em todos os aspectos do meio ambiente, bem como na saúde e bem-estar da população global.

O relatório documenta sinais físicos das mudanças climáticas — como aumento do calor da terra e do oceano, aceleração da elevação do nível do mar e derretimento do gelo — e os efeitos indiretos em desenvolvimento socioeconômico, saúde humana, migração e deslocamento, segurança alimentar e nos ecossistemas terrestre e marítimo.

Em março de 2019, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução declarando o período de 2021-2030 como a Década de Restauração de Ecossistemas da ONU. Foto: PNUMA

ONU recebe sugestões para planejamento da Década de Restauração de Ecossistemas

Em março de 2019, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução declarando o período de 2021-2030 como a Década de Restauração de Ecossistemas da ONU. A coordenação da Década é co-liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Para cumprir essa missão e os dois objetivos que a acompanham será necessária ajuda de toda a comunidade global. O documento com a estratégia está aberto para revisão, comentários e sugestões até 30 de abril de 2020 e qualquer pessoa interessada em contribuir com o planejamento da Década e das atividades a ela relacionadas pode participar.

O Bem Diverso é uma parceria entre a Embrapa e o PNUD. Foto: Bem Diverso

Seminário aborda experiência europeia e brasileira em conservação da biodiversidade

Promover uma dinâmica de cooperação e discussão de temas relacionados ao uso sustentável e à conservação da biodiversidade, tendo como base as experiências europeias e brasileiras. É com essa proposta que ocorreu na segunda-feira (2), em Brasília (DF), o seminário internacional “A experiência europeia e brasileira na promoção do uso e conservação da biodiversidade”.

Promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o evento foi realizado no âmbito do projeto Bem Diverso e marcou o início da segunda etapa do projeto Diálogos Setoriais, parceria gerenciada pelo Ministério de Economia, pela Delegação da União Europeia no Brasil (DELBRA) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Dez espécies migratórias foram adicionadas ao acordo global sobre vida selvagem, como o elefante asiático, a onça-pintada e a grande abetarda indiana. Foto: Pixabay

Conferência na Índia é concluída com ações de conservação das espécies migratórias

A 13ª reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres foi realizada em Gandhinagar, na Índia, com a adoção de resoluções e decisões significativas para tratar das necessidades e ameaças à conservação das espécies migratórias em todo o mundo.

A COP13 foi a primeira de uma série de reuniões internacionais relacionadas à natureza que serão realizadas em 2020. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente lança prêmio Jovens Campeões da Terra 2020. Foto: Pixabay

ONU abre inscrições de maior prêmio global para jovens empreendedores e ambientalistas

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) abriu nesta segunda-feira (10) as inscrições para o prêmio Jovens Campeões da Terra 2020. A competição global é um dos prêmios de maior prestígio da ONU para jovens empreendedores que têm grandes ideias para solucionar os principais desafios ambientais do planeta.

O concurso é voltado para empreendedores ambientais com idade entre 18 e 30 anos. O prazo para inscrições foi prorrogado para 30 de abril.

Manguezal no parque nacional Los Haitises, na República Dominicana. Foto: WkiMedia (CC)/Anton Bielousov

Fundo apoiará ações de adaptação às mudanças climáticas baseadas em ecossistemas

A adaptação baseada em ecossistemas (EbA, na sigla em inglês) refere-se ao conjunto de abordagens que envolvem o gerenciamento de ecossistemas para reduzir a vulnerabilidade das comunidades humanas às mudanças climáticas.

A restauração de manguezais e recifes de coral, por exemplo, protege as áreas costeiras dos impactos do aumento do nível do mar, enquanto o plantio e a restauração de vegetação nas encostas e montanhas impedem a erosão e deslizamentos de terra durante chuvas extremas.