Cerca de 1,2 bilhão de crianças do mundo estão vivendo em pobreza multidimensional, na qual faltam serviços básicos como água, educação e saúde. Este número representa um aumento de 15% desde o início da pandemia, que jogou mais 150 milhões de crianças na pobreza.
A conclusão é de um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com a organização britânica Save the Children.
O UNICEF afirma que é preciso agir agora. Para a chefe da agência, Henrietta Fore, os governos têm que priorizar as crianças mais marginalizadas e suas famílias, expandindo rapidamente sistemas de proteção social, incluindo transferência de dinheiro, benefícios para a criança, oportunidades de ensino a distância, serviços de saúde e merenda escolar.