Arquivo da tag: Educação de qualidade

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4 e notícias sobre o tema abaixo.

 

UNICEF lança curso sobre cuidados com a primeira infância em tempos de COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lança nesta sexta-feira (17) o curso gratuito “Infâncias em tempos de COVID-19”, que tem foco em fortalecer o trabalho de agentes comunitários de saúde, visitadores domiciliares e lideranças comunitárias.

O material foi desenvolvido em parceria com o Instituto da Primeira Infância (Iprede) e traz orientações e conhecimentos básicos sobre a pandemia da COVID-19 e seus impactos secundários em crianças menores de 6 anos e suas famílias.

Banco Mundial lança estudo sobre políticas públicas em resposta à pandemia e à crise econômica

Novo estudo do Grupo Banco Mundial traz análises que visam contribuir para o diálogo contínuo sobre políticas públicas em resposta à pandemia de COVID-19 e à crise econômica e ajudar os formuladores de políticas públicas a elaborar medidas para o futuro.

O documento considera dados e políticas adotadas ou anunciadas até o dia 25 de junho de 2020 e avalia os impactos para a população mais pobre e vulnerável, pequenas e médias empresas, governos subnacionais, setor de infraestrutura, setor financeiro, aprendizagem e educação entre outros.

Além disso, busca identificar possíveis medidas que possam tratar as vulnerabilidades remanescentes no combate à pandemia.

Programa Itaú Social UNICEF apoia organizações da sociedade civil; inscrições começam em 20/7

O Prêmio Itaú-UNICEF, que há 25 anos reconhece iniciativas de educação integral no país, transformou-se no Programa Itaú Social UNICEF.

O objetivo da mudança é ampliar o fortalecimento de organizações da sociedade civil (OSCs) que, além do fomento financeiro e técnico, participarão de percurso formativo para aprimorar o olhar estratégico sobre missão, ações e práticas voltadas ao desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes.

As inscrições ocorrem entre os dias 20 de julho e 21 de agosto e o investimento total previsto para esta edição é de 4 milhões de reais.

Nascida e criada no Parque Colúmbia, zona norte do Rio de Janeiro, Ana Acioly, 20 anos, participa do projeto Geração que Move. Foto: UNICEF

Jovens de favelas e periferias de Rio e SP buscam soluções para desafios criados pela pandemia

Uma parceria entre Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Fundação Abertis e empresa de concessão rodoviária Arteris está incentivando jovens da zona norte do Rio de Janeiro (RJ) e dos bairros de Grajaú e Jardim Ângela, em São Paulo (SP), a debater soluções para os desafios criados pela COVID-19.

Neste ano, o projeto começa com debates online com 30 jovens, sendo dez de São Paulo e 20 do Rio de Janeiro, que vão atuar como produtores de conteúdo de suas comunidades, a fim de retratar suas realidades e mobilizar mais jovens e adolescentes.

Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino

UNIC Rio lança exposição virtual sobre objetivos globais

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), em colaboração com a UIA2021RIO EXPO, feira do Congresso Mundial de Arquitetos, inaugura no dia 20 de julho, às 16h, através do perfil do instagram @uia2021rioexpo, a versão virtual da exposição “Consciência”.

A mostra, com obras do artista plástico peruano Ivan Ciro Palomino, promove uma reflexão sobre os desafios globais da atualidade e fará parte de uma plataforma virtual desenvolvida pelo Congresso Mundial de Arquitetos, que seria realizado este ano, mas foi adiado em função da pandemia da COVID-19.

A exposição “Consciência” será uma das primeiras mostras do ambiente virtual Exposição 360⁰,  um espaço que receberá obras de artistas renomados em um ambiente gráfico onde os participantes poderão interagir como se estivessem em um jogo eletrônico. 

Concurso da UNESCO convida famílias a contar histórias em vídeo

UNESCO convida famílias para concurso latino-americano de vídeos

A UNESCO e o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe (CERLALC) convidam todas as famílias da América Latina e do Caribe a criarem histórias e compartilhá-las em vídeos de até 5 minutos de duração com a hashtag  #OsContosDoVento no Facebook e no Instagram.

O fechamento de escolas, bibliotecas, centros culturais e outros locais de encontro, como resposta preventiva à COVID-19, causou impactos na vida de todas as pessoas. As famílias enfrentam o desafio de realizar atividades que promovam aprendizagens significativas, além de contribuírem para a convivência harmônica. Uma dessas atividades é exatamente a de “contar contos”.

Brasileiros que vivem em domicílios com crianças e adolescentes foram os mais impactados pela redução da renda, pela insegurança alimentar e pela fome. Foto: UNICEF/Elias Costa

UNICEF: é preciso fortalecer ECA e priorizar investimentos em meio à pandemia

No aniversário de 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e diante da pandemia de COVID-19, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) reforça a importância de salvaguardar os avanços alcançados pelo país graças a esse marco regulatório.

Para a agência da ONU, é necessário investir fortemente para evitar retrocessos, reduzir desigualdades e garantir que cada criança e cada adolescente no Brasil – em especial meninas e meninos negros e indígenas e em situação de vulnerabilidade, como migrantes – tenham todos os seus direitos efetivados.

Foto: EBC

América Latina e Caribe tornam-se epicentro da pandemia; ONU sugere ações

A América Latina e o Caribe tornaram-se o epicentro da pandemia de COVID-19, com vários países da região registrando agora as maiores taxas de infecção per capita e o maior número absoluto de casos no mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lançou nesta quinta-feira (9) um relatório sobre os impactos da COVID-19 na região.

Segundo o documento, espera-se uma contração de 9,1% no Produto Interno Bruto (PIB), que será a maior em um século. Os impactos sociais da pandemia serão sentidos de maneira aguda, com fortes aumentos do desemprego, da pobreza, da extrema pobreza e da desigualdade. Acesse aqui o relatório na íntegra e a mensagem em vídeo do secretário-geral.

Profissional de saúde coleta amostras para teste de COVID-19 no Hospital Estadual Mimar Sinan, em Istambul, Turquia. Foto: PNUD Turquia/Levent Kulu

Relatório da ONU sobre progresso dos ODS aponta que COVID-19 está comprometendo avanços sociais

De acordo com o Relatório 2020 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo está progredindo – mesmo que de forma irregular e insuficiente – em áreas como melhora da saúde materna e infantil, expansão do acesso à eletricidade e aumento da representação das mulheres nos governos.

Mesmo assim, esses avanços foram contrabalanceados pelo aumento da insegurança alimentar, da deterioração do meio ambiente natural e das persistentes e generalizadas desigualdades. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Homem compra produtos frescos num Mercado no Quênia. Foto: Sambrian Mbaabu/Banco Mundial

Chefe da ONU defende ação conjunta para saída fortalecida da crise de COVID-19

Enquanto o maior fórum das Nações Unidas se prepara para avaliar o progresso rumo a um futuro mais justo para as pessoas e o planeta, o secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu que cada um dos objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável tem sido impactado pela pandemia da COVID-19.

O Fórum Político de Alto Nível, que começa formalmente nesta terça-feira (7), é um encontro anual de levantamento dos progressos mundiais em alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Neste ano, representantes seniores de governos se encontram virtualmente, através de programas de vídeo conferência, para discutir e debater meios de enfrentar alguns dos maiores desafios do mundo: pobreza, mudança climática, paz e segurança e igualdade de gênero.

Debate discutirá o tema "Tecnologia e ensino superior: pesquisa e educação virtual no novo normal". Foto: Wikimedia Commons/Colin

UN75: Seminário online discute pesquisa e educação virtual no contexto da pandemia de COVID-19

O Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI) vem promovendo uma série de diálogos com acadêmicos, educadores, pesquisadores e estudantes sobre as prioridades para o futuro, os obstáculos para alcançá-las e o papel da cooperação acadêmica global para repensar as questões de interesse mundial.

Nesse sentido, será realizado na semana que vem (15) seminário online sobre o tema “Tecnologia e ensino superior: pesquisa e educação virtual no novo normal” em meio à pandemia de COVID-19. Saiba como participar.

Pessoas refugiadas no Brasil já contam com esforços adicionais do ACNUR e de seus parceiros para garantir os mecanismos de acesso e de permanência de estudantes nas universidades brasileiras. Foto: ACNUR/Fellipe Abreu

ACNUR e parceiros fortalecem integração de refugiados nas universidades brasileiras

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem ampliado suas respostas às demandas das pessoas refugiadas em face da realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus. Duas delas se referem a quem está no ambiente acadêmico ou já têm formação superior.

Como as aulas em universidades estão suspensas ou sendo realizadas de maneira virtual, tornou-se fundamental garantir meios complementares de integração destes estudantes refugiados e migrantes.

Para isso, o ACNUR apoiou a produção e lançamento do livro “Passarela – português como língua de acolhimento para fins acadêmicos”, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um material didático inédito em sua proposta pedagógica.

UNICEF inicia na quarta (1º) série de encontros virtuais sobre desafios dos povos indígenas

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove a partir de quarta-feira (1º) a série de webinários “Direitos de ser e direitos de ter: Os desafios dos povos indígenas no cenário de pandemia e pós-pandemia”.

Com a participação de lideranças indígenas, o evento online tem como objetivo elaborar estratégias conjuntas, intercomunitárias e interinstitucionais para promoção e garantia dos direitos educacionais indígenas.

Uma das consequências do casamento infantil é a gravidez, e consequentemente o parto, precoce. Foto: EBC

UNFPA: 1 em cada 4 meninas se casa antes dos 18 anos no Brasil; reverter tal situação é urgente

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lança nesta terça-feira (30) relatório global sobre a Situação da População Mundial, que chama atenção para a desigualdade de gênero e as práticas nocivas contra mulheres e meninas, como a mutilação genital feminina, a preferência por filhos do sexo masculino e o casamento infantil.

Segundo o relatório, um em cada quatro meninas se casa antes dos 18 anos no Brasil, um índice de 26%. A média mundial é de 20% (uma em cada cinco). A agência da ONU afirma que ação urgente é necessária, aqui e agora, para combater esta e outras violências contra mulheres e meninas.

Guia para conselheiros municipais de educação aborda desafios da pandemia

A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME) entregou na sexta-feira (26) a mais de 4,3 mil conselhos o guia “Educação em tempos de pandemia: direitos, normatização e controle social”, produzido pela entidade com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

O documento reúne orientações para que conselheiros municipais ajudem a garantir o direito à educação de crianças e adolescentes, jovens e adultos, durante o período da pandemia de COVID-19.

Crianças migrantes, como estes meninos da Venezuela, serão beneficiários do programa. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

ONU se une à Prefeitura de São Paulo para apoiar crianças migrantes na educação a distância

A Prefeitura de São Paulo (SP) está apoiando crianças migrantes e refugiadas durante a pandemia de COVID-19 com material especial de educação a distância.

Em parceria com Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a cidade divulgou um programa para ajudar especialmente os alunos que ainda não têm fluência na língua portuguesa.

O projeto de integração inclui crianças de até 8 anos que estejam matriculadas na rede pública de ensino.

UNICEF lança campanha para arrecadar fundos para proteger as crianças afetadas pela COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Brasil está lançando o #DesafioDaInfancia para incentivar os apoiadores a compartilhar suas memórias mais felizes da infância nas redes sociais e doar para ajudar crianças vulneráveis a ter uma infância feliz também.

A COVID-19 ameaça crianças já enfraquecidas pela guerra, por doenças, pela fome e pela pobreza, cuja sobrevivência depende de cuidados de saúde, alimentos e suprimentos médicos vitais. Põe em perigo quatro em cada dez famílias que nem sequer têm água e sabão para lavar as mãos em casa.

Esta ação faz parte da campanha global do UNICEF para impedir que a pandemia se torne uma crise duradoura para crianças.

UNICEF apoia lançamento de guia sobre educação em tempos de pandemia

A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME) entrega hoje (26) o guia “Educação em tempos de pandemia: direitos, normatização e controle social”, produzido pela entidade com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para mais de 4,3 mil conselhos.

O documento reúne orientações para que conselheiros municipais ajudem a garantir o direito à educação de crianças e adolescentes, jovens e adultos, durante o período da pandemia de COVID-19.

Cerca de 47,9 milhões de crianças e adolescentes brasileiros estão sem aulas presenciais, segundo dados do Ministério da Educação, e boa parte dos sistemas municipais de ensino suspenderam as atividades nas escolas desde o mês de março.

Computador comprado com recursos de multas recolhidas pelo Ministério Público do Trabalho e apoio técnico do UNOPS é utilizando para atendimento online com a Defensoria Pública. Foto: Arquivos do CASE

Reading becomes a learning opportunity for youths at Socio-Educational Centre in Ji-Paraná, Brazil

To sit quietly and read a book by yourself has been a pleasant activity for many of us during the quarantine. Seventeen-year-old Antônio*, an HQ fan, has enjoyed it. He’s currently reading Daniel Silva’s The Black Widow, a thriller that tells the story of a widow of a member of ISIS who got killed in combat. Marcelo* reads Percy Jackson & the Olympians, a series of adventure novels that combine twenty-first century original characters with Greek mythology. The sixteen-year-old was already in the habit of reading books and biblical magazines.

The teenagers read at CASE, the Socio-Educational Centre Library at Ji-Paraná, a city in the Brazilian state of Rondônia. With both group activities and classes suspended because of the COVID-19 pandemic, individual readings are being promoted by the CASE team as a leisure option for teenagers.

Computador comprado com recursos de multas recolhidas pelo Ministério Público do Trabalho e apoio técnico do UNOPS é utilizando para atendimento online com a Defensoria Pública. Foto: Arquivos do CASE

Leitura é alternativa de lazer individual para jovens de Centro Socioeducativo

Sentar tranquilamente e ler um livro sozinho. Esta tem sido uma atividade agradável para muitos e muitas de nós nessa quarentena. Fã de gibis, Antônio *, de 17 anos, também tem feito isso. Ele está lendo o livro A Viúva Negra, que conta a trajetória de viúvas de terroristas do estado islâmico cujos maridos morreram em combate. Marcelo*, de 16 anos, lê Percy Jackson e Os Olimpianos, que conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Ele já teve o hábito de ler livros e revistas bíblicas.

Os adolescentes lêem na Biblioteca do Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) de Ji-Paraná, em Rondônia. Com as atividades em grupo e as aulas suspensas em função da pandemia da COVID-19, leituras individuais estão sendo promovidas pela equipe do CASE, como uma opção de lazer para os adolescentes.

Guia de Proteção Online para Crianças da UIT traz recomendações para um ambiente online seguro. Foto: Julia M Cameron / Pexels

ONU lança novo guia de proteção online para crianças

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançou nesta terça-feira (23) o novo Guia de Proteção Online para Crianças 2020, um conjunto abrangente de recomendações para crianças, pais e educadores, indústria e tomadores de decisão sobre como contribuir para o desenvolvimento de um ambiente online seguro e empoderador para crianças e jovens.

A internet e tecnologias digitais relacionadas têm proporcionado novas maneiras das crianças se comunicarem, aprenderem, brincarem, ouvirem música e participarem de uma vasta variedade de atividades culturais e educacionais. Por conta disso, elas também estão mais expostas a uma gama de condutas, conteúdos e contatos danosos online.

A escala e a velocidade dos fechamentos de escolas e universidades representa um desafio sem precedentes para o setor da educação. Foto: UNESCO

UNESCO: 40% dos países mais pobres não apoiam estudantes em situação de vulnerabilidade na pandemia

Menos de 10% dos países têm leis que ajudam a garantir a inclusão plena na educação, de acordo com o Relatório de Monitoramento Global da Educação de 2020, lançado nesta terça-feira (23) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O relatório identificou um aumento da exclusão durante a pandemia da COVID-19, e estimou que cerca de 40% dos países de renda baixa e média-baixa não apoiaram os estudantes desfavorecidos durante o fechamento temporário das escolas.

Jovens de todo o mundo estão sendo afetados pelos efeitos socioeconômicos da pandemia de COVID-19. Foto: Alexandra Koch/Pixabay

UNESCO participa de lançamento de pesquisa sobre reflexos da pandemia na juventude

O Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), em parceria com a representação no Brasil da UNESCO, Fundação Roberto Marinho, Rede Conhecimento Social, Em Movimento, Visão Mundial, Mapa Educação e Porvir, lança nesta terça-feira (23), às 16h, a pesquisa “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus”.

O estudo ouviu 33.688 jovens de todas as regiões do Brasil e apresentará dados inéditos sobre o tema. O evento virtual será transmitido ao vivo pela pelo Canal Futura no YouTube.

Com a pandemia, governos federal, estaduais e municipais tiveram que readequar normas e desenvolver estratégias para dar continuidade à entrega de alimentos a estudantes. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

Entrega de alimentos a estudantes tem continuidade no Brasil durante a pandemia

Criado há mais de 60 anos, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) apoia diariamente cerca de 42 milhões de estudantes da rede pública de ensino. Com a pandemia de COVID-19, governos federal, estaduais e municipais tiveram que readequar normas e desenvolver estratégias para dar continuidade à entrega de alimentos a milhões de alunos e alunas no país.

Para compartilhar experiências de execução do PNAE durante a suspensão das atividades escolares, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil e a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável promoveram webinar visto por mais de 4 mil pessoas na semana passada (18).

Embora quase todos os países (88%) possuam leis importantes para proteger as crianças da violência, menos da metade dos países (47%) afirmou que essas legislações estavam sendo consistentemente aplicadas. Foto: UNICEF/Watad

Países estão falhando em prevenir violência contra crianças, alertam agências da ONU

Metade das crianças do mundo – ou aproximadamente 1 bilhão – é afetada por violência física, sexual ou psicológica a cada ano, sofrendo lesões, incapacidade e morte em razão do não cumprimento por parte dos países das estratégias estabelecidas para protegê-las.

A informação está em novo relatório publicado na quarta-feira (17) por Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a violência contra as crianças e End Violence Partnership.

ARTIGO: Reabrir as escolas: quando, onde e como?

O fechamento prolongado das escolas pode aumentar as desigualdades, aprofundar a crise de aprendizagem e expor as crianças mais vulneráveis a um maior risco de exploração. A análise é feita pela Stefania Giannini, diretora-geral adjunta de Educação da UNESCO; Robert Jenkins, chefe de Educação e diretor associado do UNICEF; e Jaime Saavedra, diretor global de Educação do Banco Mundial. Eles afirmam que quanto mais tempo as crianças vulneráveis estiverem fora da escola, menor será a probabilidade de elas voltarem a frequentá-la.

Em artigo, os dirigentes compartilham a aspiração de que as escolas reabram oportunamente e com segurança, garantindo o direito à educação de todas as crianças e jovens. Apresentam também orientações que oferecem conselhos práticos às autoridades nacionais e locais sobre como manter as crianças seguras quando voltarem à escola. Leia o artigo na íntegra.

Visita de atendimento do programa Criança Feliz - Foto: Mauro Vieira/Ministério da Cidadania

Agências da ONU fortalecem capacidade de visitadores familiares em meio à pandemia

Para apoiar o Programa Criança Feliz no contexto da pandemia, agências do Sistema ONU estão desenvolvendo uma série de conteúdos para fortalecer o trabalho dos visitadores familiares do programa.

Toda semana, esses profissionais recebem vídeos, podcasts e conteúdos informativos com foco em temas como saúde emocional familiar e os cuidados parentais; ansiedade infantil; entre outros.

O Criança Feliz, que teve início em 2016, é uma política pública com foco no desenvolvimento adequado na primeira infância e articula um trabalho entre os setores de saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos. Leia o relato do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Criança e avó no interior do Rio Grande do Norte. Foto: Mariana Ceratti/Banco Mundial

Políticas universais de transferência de renda são essenciais para combate à pobreza infantil

Benefícios universais para a criança, como pagamentos em dinheiro sem condicionantes, são essenciais no combate à pobreza infantil, mas só estão disponíveis em um de cada dez países, de acordo com um novo relatório publicado nesta quarta-feira (17) por Instituto de Desenvolvimento Ultramarino (ODI) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A universalização de benefícios reduz os riscos geralmente associados a formas mais restritivas de seleção de beneficiários, nos quais algumas famílias que precisam ficam sem apoio financeiro, inclusive devido a erros de exclusão. Tais políticas são ainda mais importantes em um contexto de crise provocada pela COVID-19.

Foto: OIM/Amanda Nero

ONU pede apoio a migrantes em meio a queda das remessas internacionais devido à pandemia

Após um recorde de 554 bilhões de dólares enviados por migrantes para seus países de origem em 2019, o Banco Mundial estimou, em abril, que a crise econômica provocada pela pandemia da COVID-19 causaria o “declínio mais acentuado das remessas na história recente”, uma baixa de 19,7%. Milhões de trabalhadores migrantes perderam o emprego, empurrando as famílias dependentes abaixo da linha da pobreza.

Foto: Agência Brasil/Valter Campanato

Trabalho infantil na pandemia pode impedir retorno de crianças à escola

A pandemia de COVID-19 traz, como efeito secundário, o risco de aumento do trabalho infantil no Brasil. Com as escolas fechadas para prevenir a transmissão do vírus e a pobreza se acentuando, o trabalho pode parecer, equivocadamente, uma forma de meninas e meninos ajudarem suas famílias.

Mas ele impacta o desenvolvimento físico e emocional das crianças e pode impedir a continuidade da educação, reproduzindo ciclos de pobreza nas famílias – além de ser porta de entrada para uma série de outras violações de direitos, como a violência sexual. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Tia Rô recebe ligações de voluntários do projeto Histórias por Telefone, no Rio de Janeiro - Foto: arquivo pessoal

No Rio, projeto conecta pessoas por meio da literatura durante a pandemia

Toda semana, Cristina Ávila, de 45 anos, pega o telefone no bairro de Anil, no Rio de Janeiro (RJ), e digita uma coleção de números que nunca antes havia combinado. Enquanto isso, toda semana na Cidade de Deus, também no Rio, o telefone de Rosângela Oliveira – ou Tia Rô –, de 62, recebe ligações de pessoas das quais nunca ouvira a voz antes.

Conheça o projeto Histórias por Telefone: voluntários leem poemas e histórias para idosos em isolamento social durante a pandemia da COVID-19.

Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens das periferias discutem desafios, impactos e discriminações em relação aos seus direitos à cidade, especialmente em tempos de pandemia. Foto: pixabay/Alexandra Koch

Projeto ajuda adolescentes a elaborar soluções para ampliar seu acesso à cidade

O Geração que Move visa promover a mobilidade segura e igualitária de crianças e adolescentes de áreas vulneráveis em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). O objetivo é fomentar o acesso seguro a serviços de educação, saúde, proteção, cultura, esporte, lazer, por meio de estratégias sustentáveis, projetadas e lideradas por adolescentes.

A iniciativa é uma parceria do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com a Arteris e Fundação Abertis, e implementação pela Viração (SP) e Agência Redes para Juventude (RJ).

Rede global de governos e organizações pede apoio a profissionais de educação durante pandemia

A Força-Tarefa Internacional para Professores pela Educação 2030 fez um chamado à ação para garantir que estes profissionais sejam protegidos, apoiados e reconhecidos durante a pandemia de COVID-19.

A iniciativa é uma rede mundial composta por mais de 90 governos e cerca de 50 organizações internacionais e regionais, incluindo agências da ONU, que trabalham para promover questões relativas aos professores e ao ensino. Seu secretariado está abrigado na sede da UNESCO, em Paris.

O documento pede “liderança e recursos financeiros, bem como materiais para os professores, a fim de garantir que o ensino e a aprendizagem de qualidade possam continuar sendo oferecidos à distância durante esta crise e também para que a recuperação seja rápida”.

UNICEF lança podcast diário para crianças, com foco em histórias e saberes da Amazônia

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, o UNICEF lança um conjunto de programas de rádio diários para crianças e famílias de todo o País, com foco na cultura amazônica – incluindo histórias indígenas, ribeirinhas, quilombolas e os saberes da região.

São 24 episódios com 30 minutos de duração, divididos em quatro eixos temáticos, representando diferentes locais e costumes: Amazônia Indígena, Viveres Ribeirinhos, Quilombos da Amazônia e Amazônia Encantada.

O conteúdo faz parte do “Deixa que Eu Conto”, iniciativa do UNICEF para levar histórias, brincadeiras e atividades a crianças e famílias, via rádio e internet, em tempos de coronavírus.

ARTIGO: Priorizar a saúde e o bem-estar agora e quando as escolas reabrirem

Em artigo, a diretora-geral adjunta de Educação da UNESCO, Stefania Giannini, afirma que a escola desempenha um papel fundamental no que se refere ao apoio à saúde e ao bem-estar dos estudantes e de toda a comunidade escolar.

“Em todo o mundo, os ministérios da Educação estão inovando para apoiar a saúde e o bem-estar dos estudantes durante o período de fechamento das escolas, reconhecendo que os problemas sociais e de saúde afetam a educação e conectam as famílias às escolas com serviços de apoio necessários, desde recursos de aprendizagem usados na promoção da saúde até o aconselhamento e serviços de saúde sexual e reprodutiva”. Leia o artigo completo.

UNESCO celebra o poder da arte e da educação em todo o mundo

A Semana Internacional da Educação Artística de 2020, que ocorre anualmente na quarta semana do mês de maio, ganha um novo significado este ano, pois 90% da população estudantil de todo o mundo está sendo afetada pelo fechamento das escolas; além disso, os sítios do Patrimônio Mundial e as instituições culturais – como museus, teatros e cinemas – estão fechados, e os artistas estão lutando para manter seus meios de subsistência.

Mais do que nunca, a educação artística está sendo reconhecida como uma parte essencial de uma educação abrangente, porque ajuda no avanço dos resultados da aprendizagem e no desenvolvimento de novas habilidades dos estudantes. Em tempos de crise, a educação artística é particularmente valiosa, pois, mesmo em um contexto de confinamento, ela inspira a criatividade, fornece apoio psicológico e constrói conexões entre as pessoas e as comunidades.

UNESCO lança publicação com orientações sobre práticas educacionais abertas durante a pandemia

Em resposta aos atuais desafios causados pela interrupção da educação presencial, que afeta 1,57 bilhão de estudantes em 191 países, organismos da UNESCO lançaram a publicação “Diretrizes sobre práticas educacionais abertas durante a pandemia da COVID-19”.

Práticas Educacionais Abertas (PEA) são aquelas que utilizam Recursos Educacionais Abertos (REA), materiais de suporte à educação que podem ser acessados, reutilizados, modificados e compartilhados livremente.

A crise provocada pelo novo coronavírus afeta drasticamente os grupos mais vulneráveis. Veja 5 motivos pelos quais jovens estão mais suscetíveis aos efeitos sociais e econômicos desta pandemia. Segundo especialistas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “ignorar os problemas específicos dos jovens trabalhadores é arriscar e desperdiçar talento, educação e treinamento, o que significa que o legado da COVID-19 pode durar décadas”.

VÍDEO: 5 razões pelas quais a pandemia afeta mais as/os jovens no mercado de trabalho

A crise provocada pelo novo coronavírus afeta drasticamente os grupos mais vulneráveis. Veja 5 motivos pelos quais jovens estão mais suscetíveis aos efeitos sociais e econômicos desta pandemia.

Segundo especialistas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “ignorar os problemas específicos dos jovens trabalhadores é arriscar e desperdiçar talento, educação e treinamento, o que significa que o legado da COVID-19 pode durar décadas”.