Arquivo da tag: Secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

O nono secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

De acordo com a Carta das Nações Unidas, o secretário-geral é o “chefe administrativo” da Organização e deve cumprir “outras funções que lhe são confiadas” pelo Conselho de Segurança, Assembleia Geral, Conselho Econômico e Social e outros órgãos das Nações Unidas.

 

A Carta também diz que o secretário-geral tem o dever de “levar à atenção do Conselho de Segurança qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e segurança internacional”. Saiba mais sobre o tema clicando aqui e confira todas as notícias relacionadas abaixo.

Cerimônia do sino de 2020, com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

Chefe da ONU diz que pandemia aumenta riscos à paz em todos os lugares

As Nações Unidas realizaram na quinta-feira (17) a tradicional cerimônia do Sino da Paz nos jardins da sede da Organização em Nova Iorque. O evento ocorreu quatro dias antes do Dia Internacional da Paz, 21 de setembro.

Na ocasião, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a pandemia de COVID-19 está aumentando os riscos para a paz em todos os lugares.

No marco do 75º aniversário das Nações Unidas e em comemoração à data, o Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI) apresenta na segunda-feira (21) o show virtual “Shaping Peace Together”.

ONU escolhe 17 jovens líderes para o desenvolvimento sustentável, incluindo um brasileiro

As Nações Unidas reconheceram nesta sexta-feira (18) 17 jovens defensores do desenvolvimento sustentável que estão liderando esforços para combater alguns dos desafios mais urgentes do mundo e inspirar gerações para um futuro melhor para todos.

Um dos selecionados foi o brasileiro Ralf Toenjes, fundador e CEO da Renovatio, uma organização sem fins lucrativos, e da empresa VerBem, ambas com a missão de democratizar o acesso à saúde ocular no Brasil e no exterior.

Em menos de cinco anos, Toenjes conseguiu montar 15 clínicas oftalmológicas itinerantes e já prestou atendimento oftalmológico a mais de 150 mil pessoas e forneceu óculos para mais de 60 mil em 21 estados brasileiros, além de Moçambique, Haiti e Índia.

Mulheres refugiadas na República Democrática do Congo. Foto: ONU Mulheres (2015)

No ritmo atual, desigualdade salarial entre homens e mulheres só acabará em 257 anos

Mesmo após décadas de ativismo e das dezenas de leis sobre igualdade salarial, as mulheres ainda ganham menos de 80 centavos para cada dólar recebido por homens. E, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual, o mundo precisará de 257 anos para superar esta desigualdade de gênero no trabalho.

O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que marcou em uma mensagem em vídeo nesta sexta-feira (18) o primeiro Dia Internacional da Igualdade Salarial, declarado pela Assembleia Geral em 2019.

Para mulheres com filhos, mulheres negras, refugiadas e migrantes, bem como mulheres com deficiência, esse número é ainda mais baixo, acrescentou o secretário-geral; confira a mensagem.

UN Photo/Evan Schneider (2 de junho de 2020)

ONU alerta para restrição da democracia durante a pandemia

Marcando o Dia Internacional da Democracia, lembrado nesta terça-feira (15), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, gravou uma mensagem em vídeo destacando que, desde o início da pandemia, a emergência tem sido utilizada em vários países para restringir os processos democráticos e o espaço cívico.

“Isso é especialmente perigoso em lugares onde as raízes da democracia são superficiais e os controles e equilíbrios institucionais são fracos”, disse; acesse o vídeo.

UNESCO disse que a liberdade de informar os cidadãos sobre as causas de protestos e a resposta das autoridades são de vital importância para o desenvolvimento das democracias. Foto: UNESCO

UNESCO alerta para aumento dos ataques contra jornalistas que cobrem protestos

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) destaca um aumento acentuado do número de protestos no mundo ao longo do primeiro semestre de 2020, quando polícia e forças de segurança violaram a liberdade de imprensa.

Entre janeiro e junho deste ano, 21 protestos em todo o mundo foram marcados por violações da liberdade de imprensa, incluindo protestos nos quais jornalistas foram agredidos, presos e até mortos.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse na sexta-feira (11) estar horrorizado com o número contínuo e crescente de ataques contra jornalistas e trabalhadores da mídia em todo o mundo, segundo comunicado emitido por seu porta-voz.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem em vídeo marcando o início do Ramadã, tradicional mês sagrado para os muçulmanos, lembrando que milhões de fiéis estão prontos para as celebrações deste ano.

Desigualdade é obstáculo para o desenvolvimento, diz secretário-geral da ONU

Há cada vez mais um reconhecimento por parte de economistas, empresas e sociedade civil do mundo todo de que as desigualdades são um obstáculo ao desenvolvimento, sendo necessária uma ação global coordenada para combatê-las. 

A avaliação foi feita pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em entrevista à CNN Brasil, publicada na quinta-feira (10). 

“Creio que há cada vez mais governantes que compreenderam isso, e estão disponíveis para lutar contra as tendências que inevitavelmente fazem as desigualdades aumentarem”, salientou.

Inundações em Belet Weyne, Somália. Foto: UNSOM

Temperatura média global para 2016-2020 deve ser a mais alta já registrada

As concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera estão em níveis recordes; as emissões que tiveram declínio temporário devido à pandemia estão caminhando para níveis pré-COVID-19, enquanto as temperaturas globais continuam atingindo novos picos, de acordo com um novo relatório da ONU.

Sobre o estado do clima global, o relatório indica que a temperatura média global para 2016-2020 deve ser a mais alta já registrada, cerca de 1,1 grau Celsius acima de 1850-1900 (período de referência para a mudança de temperatura desde os tempos pré-industriais) e 0,24 grau Celsius mais quente do que a temperatura média global para 2011-2015.

“Temos uma escolha: continuar como sempre, levando a mais calamidades; ou podemos usar a recuperação da COVID-19 para fornecer uma oportunidade real de colocar o mundo em um caminho sustentável”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. Foto: ONU News/Anshu Sharma

Poluição do ar provoca 7 milhões de mortes prematuras todos os anos, alerta ONU

As Nações Unidas alertaram nessa segunda-feira (7) que, em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. A poluição do ar contribui para doenças cardíacas, derrames, câncer de pulmão e outras doenças respiratórias.

Segundo a organização, 7 milhões de mortes prematuras são provocadas todos os anos pela poluição do ar, sobretudo nos países de baixo e de médio rendimentos.

O alerta foi feito quando a ONU marca o primeiro Dia Internacional do Ar Limpo para um Céu Azul (7). Em mensagem para a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, lembrou ainda que a poluição do ar também ameaça a economia, a segurança alimentar e o meio ambiente.

Uma engenheira verifica um canteiro de obras em Amã, na Jordânia. Foto: OIT

Mulheres são a chave para resposta e recuperação da pandemia, diz vice da ONU

Mulheres jovens estão travando batalhas interconectadas por “justiça ambiental, econômica e racial”, disse a vice-chefe da ONU em uma discussão online na quinta-feira (3).

Durante mesa-redonda com renomadas economistas do mundo todo, incluindo a brasileira Laura Carvalho, a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, disse que teve a honra de ouvir ideias ousadas apresentadas por “uma geração confrontada por um mundo cada vez mais marcado pelo fechamento, ao invés da abertura, pela xenofobia, mais do que pela tolerância, por vulnerabilidade, mais do que por segurança, e, acima de tudo, um mundo assombrado pela ameaça existencial das mudanças climáticas”.

Sistema de energia solar na Eritreia alimenta duas cidades rurais e aldeias vizinhas. Foto: PNUD Eritrea/Elizabeth Mwaniki

ONU pede que países incorporem ações climáticas em planos de recuperação da pandemia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu aos governos que incorporem ações climáticas significativas em todos os aspectos da recuperação da pandemia de COVID-19.

Guterres delineou seis ações positivas para o clima para uma recuperação sustentável, incluindo o investimento em empregos verdes; não resgatar indústrias poluentes; acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis; contabilizar o risco climático em todas as decisões financeiras e políticas; trabalharmos juntos; e – o mais importante – não deixar ninguém para trás.

Alunos usam laptops fornecidos pelo UNICEF em uma escola secundária em Sanaa, Iêmen. Foto: UNICEF/Hani Alansi

ONU: Mundo deve aproveitar conhecimento dos jovens para alcançar objetivos globais

Sem aproveitar a energia, o conhecimento tecnológico e o otimismo dos jovens, o mundo não tem chances de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ou o Acordo de Paris para o clima, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na terça-feira (1).

Dirigindo-se a líderes de governos, empresas e agências multilaterais durante um evento de alto nível sobre a Generation Unlimited — uma parceria global para ajudar crianças e jovens de 10 a 24 anos a ter acesso a educação, treinamento e oportunidades de trabalho — o chefe da ONU disse que a COVID-19 expôs as persistentes desigualdades.

Anos de progresso no empoderamento de mulheres e meninas podem ser perdidos durante a pandemia de COVID-19. Foto: OIT

Pandemia pode prejudicar frágil progresso alcançado para mulheres e meninas, alerta chefe da ONU

Destacando o impacto socioeconômico desproporcional e devastador da COVID-19 nas mulheres e meninas em todo o mundo, o chefe da ONU, António Guterres, pediu na segunda-feira (31) um grande impulso para evitar que “anos, até gerações” de progresso no empoderamento das mulheres sejam perdidos para a pandemia.

Em um discurso durante encontro virtual com mulheres jovens de organizações da sociedade civil, o secretário-geral disse que a pandemia já reverteu décadas de progresso limitado e frágil na igualdade de gênero e nos direitos das mulheres.

“Sem uma resposta rápida, corremos o risco de perder uma geração ou mais de ganhos”, alertou.

Parentes dos desaparecidos se manifestam silenciosamente do lado de fora da sede da ONU em Pristina, Kosovo, em 2002. (Arquivo) Foto: ONU

Desaparecimentos forçados espalham terror em toda sociedade, diz Guterres

Mais do que uma violação dos direitos humanos contra um indivíduo, os desaparecimentos forçados têm sido frequentemente usados ​​como uma estratégia para espalhar o terror em toda a sociedade, afirmou a Organização das Nações Unidas no domingo (30), Dia Internacional das Vítimas do Desaparecimento Forçado.

“O crime de desaparecimento forçado é generalizado em todo o mundo”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, na mensagem para a data. “Vemos novos casos quase que diariamente, incluindo o desaparecimento de defensores do meio ambiente, que muitas vezes são indígenas.”

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

Usem lições da COVID-19 para ‘fazer as coisas certas’ pelo futuro, pede Guterres

As lições aprendidas com os esforços para enfrentar a pandemia devem ser usadas para “fazer as coisas certas para o futuro”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em uma reunião com parlamentares.

O secretário-geral destacou que isso é ainda mais importante na resposta à crise climática, com a destruição relacionada ao clima cada vez mais intensificada e a ambição de uma ação climática aquém do necessário.

Também destacou que os esforços de recuperação devem abordar outras fontes de instabilidade e impulsionadores de descontentamento, incluindo desigualdades dentro e entre países e comunidades.

Ibrahim Boubacar Keita, presidente do Mali, durante o debate geral da 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU (foto de arquivo). Foto: ONU/Kim Haughton

Mali: ONU exige libertação imediata e incondicional do presidente e de membros de seu gabinete

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu a restauração imediata da ordem constitucional e do Estado de Direito no Mali, depois que tropas amotinadas prenderam o líder do país e outros altos funcionários na terça-feira (18).

Os soldados inicialmente organizaram um motim em uma base perto da capital, Bamako, antes de prender o presidente Ibrahim Boubacar Keita e outros membros de seu governo, de acordo com relatos da mídia.

“O secretário-geral condena veementemente estas ações e apela à restauração imediata da ordem constitucional e do Estado de Direito no Mali”, afirmou o seu porta-voz em comunicado.

Mulher em Minsk, Belarus. Foto: Unsplash/Jana Shnipelson

Cidadãos da Belarus devem poder exercer seus direitos civis e políticos, diz ONU

Acompanhando os acontecimentos na Belarus, o secretário-geral da ONU, António Guterres, emitiu uma declaração na sexta-feira (14) sublinhando a importância de que todos os bielorrussos “exerçam seus direitos civis e políticos”.

Após o anúncio de que o líder autoritário Alexander Lukashenko – que governa desde 1994 – teve uma vitória esmagadora na eleição presidencial de domingo, protestos pacíficos eclodiram em todo o país, levando a uma forte repressão por parte das forças de segurança.

Jovens de todo o mundo estão sendo afetados pelos efeitos socioeconômicos da pandemia de COVID-19. Foto: Alexandra Koch/Pixabay

ONU elogia engajamento de jovens em meio à pandemia

Comemorando o Dia Internacional da Juventude, altos funcionários da ONU pediram que líderes de todo o mundo “façam todo o possível” para permitir que os jovens alcancem seu potencial máximo.

Contra o pano de fundo da pandemia de coronavírus, que afetou as vidas e aspirações dos jovens e aumentou suas vulnerabilidades, o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a resiliência, a desenvoltura e o envolvimento das gerações mais jovens.

“São os jovens que se levantaram para exigir ações climáticas. Eles estão se mobilizando por justiça racial e igualdade de gênero e são os defensores de um mundo mais sustentável”, disse ele em mensagem marcando a data.

Os povos indígenas são os melhores protetores das florestas tropicais. Foto: Mongabay | Daniel Aguilar.

ONU: é essencial que países mobilizem recursos para proteger povos indígenas na pandemia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a aplicação deficiente das proteções ambientais durante a crise de COVID-19 trouxe uma crescente invasão dos territórios dos povos indígenas por mineradores e madeireiros ilegais em diversos países.

“Muitos povos indígenas foram vítimas de ameaças e violência, e muitos perderam a vida diante de tais ameaças”, afirmou, em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, observado no próximo domingo (9).

Segundo ele, é essencial que os países mobilizem os recursos para responder às necessidades dos indígenas, honrar suas contribuições e respeitar seus direitos inalienáveis.

Vista aérea de Beirute (arquivo). Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez

ONU anuncia apoio ao Líbano após explosões no porto de Beirute

As Nações Unidas disseram que estão “ajudando ativamente” na resposta às explosões que atingiram a área portuária de Beirute na terça-feira (4) e que deixaram ao menos uma centena de mortos e milhares de feridos, entre os quais alguns membros das forças de manutenção de paz da ONU.

Uma declaração de um porta-voz da ONU disse que o secretário-geral António Guterres expressou suas mais profundas condolências às famílias das vítimas, bem como ao povo e ao governo do Líbano, após as explosões na capital.

Um menino de dez anos estuda com a ajuda de sua mãe em casa no assentamento informal de Mathare, em Nairóbi, Quênia. Foto: UNICEF/Translieu/Nyaberi

ONU: mundo deve ‘redesenhar’ a educação em meio à pandemia

Em meio à maior crise jamais vista na educação global, provocada pela pandemia de COVID-19, temos uma “oportunidade geracional” para “redesenhar” a área. A avaliação é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo ao lançar nesta terça-feira (4) um relatório sobre o tema.

“A educação é a chave para o desenvolvimento pessoal e o futuro das sociedades. Desbloqueia oportunidades e reduz desigualdades. É o alicerce das sociedades informadas e tolerantes e o principal impulsionador do desenvolvimento sustentável”, disse Guterres.

Segundo a ONU, até meados de julho, as escolas estavam fechadas em mais de 160 países, afetando mais de 1 bilhão de estudantes. Além disso, pelo menos 40 milhões de crianças em todo o mundo não tiveram acesso à educação pré-escolar. E os pais e responsáveis – e especialmente as mulheres – foram forçados a assumir os encargos mais pesados de cuidados em casa.

Quatro áreas prioritárias de ação são sugeridas pelas Nações Unidas; saiba aqui quais são e assista ao vídeo.

Mãe e bebê em um hospital provincial na província de Kontum, no Vietnã. Foto: UNFPA Vietnã

ONU elogia resposta à pandemia no sudeste da Ásia, mas alerta para desigualdades

Um relatório das Nações Unidas lançado nessa quinta-feira (30) elogiou a resposta à pandemia de COVID-19 no sudeste da Ásia.

A região, que assim como outras partes do mundo sofreu um importante impacto econômico e político decorrente da pandemia, respondeu bem aos desafios em parte por conta de uma ação rápida dos governos e da cooperação regional em vários setores.

Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, as medidas de contenção pouparam o sudeste da Ásia do grau de sofrimento e de perturbação visto em outros lugares.

Ele lembrou, no entanto, que a crise atingiu de forma mais dura os mais vulneráveis: “A pandemia evidenciou profundas desigualdades, fraquezas da governança e a necessidade de um caminho de desenvolvimento sustentável. E revelou novos desafios, inclusive para a paz e a segurança”.

Acesse o vídeo e o documento aqui.

Desaceleração econômica mundial, que se traduz em um aumento acentuado do desemprego, pode aumentar o tráfico transfronteiriço de pessoas provenientes de países que registram quedas duradouras das taxas de emprego. Foto: ONU

ONU lembra importância de profissionais que combatem tráfico de pessoas no mundo

O Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas deste ano homenageia os profissionais que ajudam a acabar com esse crime: policiais, assistentes sociais, profissionais de saúde, funcionários de ONGs e muitos outros que trabalham em todo o mundo para proteger os mais vulneráveis.

“Como os heróis da linha de frente que salvam vidas e sustentam nossas sociedades na pandemia de COVID-19, esses profissionais mantêm serviços vitais durante toda a crise – identificando vítimas, garantindo seu acesso a Justiça, saúde, assistência social e proteção e prevenindo novos abusos e exploração”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado para a data.

Busan, segunda maior cidade da Coreia do Sul. Foto: ONU/Kibae Park

Cidades arcam com o maior peso da crise de COVID-19; ONU faz recomendações para áreas urbanas

As Nações Unidas lançaram nessa terça-feira (28) um relatório sobre a crise de COVID-19 com foco nas áreas urbanas, responsáveis por 90% dos casos notificados.

Segundo o secretário-geral da organização, António Guterres, as cidades carregam o maior peso da crise, com sistemas de saúde sob pressão, serviços inadequados de água e saneamento e outros desafios. O quadro é pior nas áreas mais pobres, onde a pandemia expôs desigualdades “profundamente enraizadas”, disse Guterres.

“Mas as cidades são também lugares de solidariedade e resiliência extraordinárias. Desconhecidos que se ajudam uns aos outros, ruas aplaudindo trabalhadores essenciais, comércios locais doando produtos que salvam vidas. Temos visto o melhor do espírito humano nessas ações.”

Acesse o vídeo e o relatório aqui.

A brasileira Paloma Costa Oliveira (3 da esquerda para a direita) é advogada e defensora de direitos humanos que coordenou as delegações de jovens em várias conferências climáticas.

Brasileira está entre jovens líderes que aconselharão ONU no combate às mudanças climáticas

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, anunciou na segunda-feira (27) os nomes de sete jovens líderes climáticos – entre eles, uma brasileira – que o aconselharão regularmente sobre a aceleração de ações e ambições globais para enfrentar a piora da crise climática.

O anúncio marca um novo esforço das Nações Unidas para trazer mais jovens líderes para os processos de tomada de decisão e planejamento, enquanto a ONU trabalha para mobilizar a ação climática como parte dos esforços de recuperação da COVID-19.

Moradores da favela da Babilônia, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Evan Schneider

ARTIGO: Lidando com a desigualdade pandêmica – um novo contrato social para uma nova era

Em artigo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que a pandemia de COVID-19 é uma tragédia humana. Mas esta também criou uma oportunidade geracional para construir um mundo mais igual e sustentável, com base em duas ideias centrais: um Novo Contrato Social e um Novo Acordo Global.

“Precisamos de uma tributação justa sobre a renda e a riqueza, e uma nova geração de políticas de proteção social, com redes de segurança incluindo a cobertura universal de saúde e a possibilidade de uma renda básica universal estendida a todos”, disse Guterres.

“Para tornar possível o novo contrato social, precisamos de um novo acordo global para garantir que poder, riqueza e oportunidades sejam compartilhados de maneira mais ampla e justa no nível internacional.”

Totens ilustram os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na sede da ONU em Nova Iorque – Foto: Manuel Elias/UM Photo

COVID-19 destaca necessidade de multilateralismo renovado e inclusivo, diz chefe da ONU

Com a pandemia da COVID-19 colocando em risco os ganhos de desenvolvimento, expondo vulnerabilidades e desigualdades dentro e entre nações, o secretário-geral da ONU está exortando os governos a reexaminar como trabalham juntos para resolver os desafios globais.

Guterres falava na sexta-feira (17), durante o segmento de alto nível da sessão do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), para analisar o progresso no sentido de alcançar o desenvolvimento sustentável para todos até 2030.

Foto: ONU/P. Sudhakaran

‘Nelson Mandela foi um gigante moral do século 20 e o seu legado continua a nos guiar’

Na data em que as Nações Unidas marcam o Dia Internacional Nelson Mandela – a cada 18 de julho –, o secretário-geral da organização destacou o papel do sul-africano como “defensor global extraordinário da igualdade, da dignidade e da solidariedade”.

“Madiba foi um gigante moral do século 20 e o seu legado atemporal continua a nos guiar hoje”, disse António Guterres.

O tema do Dia este ano é “Promova uma ação, inspire a mudança” e destaca a importância de trabalhar em conjunto, de governos a cidadãos, para construir um mundo pacífico, sustentável e igualitário.

Entrega de ajuda humanitária a uma mulher em meio à pandemia de COVID-19 em Dhaka, Bangladesh. Foto: ONU Mulheres/Fahad Kaizer

‘Vire a maré’ de um mundo em turbulência, pede chefe da ONU em fórum de desenvolvimento

“Soluções concretas, arrojadas e implementáveis” são necessárias para virar a maré dos muitos desafios que o mundo enfrenta, incluindo a pandemia de COVID-19, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na terça-feira (14), durante fórum das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável.

Apontando para mais de 12 milhões de infecções, 550 mil mortes, centenas de milhões de empregos perdidos e o maior declínio na renda per capita desde 1870, o principal funcionário da ONU lamentou que “cerca de 265 milhões de pessoas estejam sob risco de insegurança alimentar aguda até o final do ano – o dobro do número anterior à crise”.

A enviada especial do secretário-geral da ONU para a juventude, Jayathma Wickramanayake, durante evento em Bagdá, no Iraque. Foto: UNAMI/Ivan Djordjevic

ONU reúne jovens em seminário online para debater saúde mental durante a pandemia

A enviada do secretário-geral das Nações Unidas para a Juventude, Jayathma Wickramanayake, apresenta na quarta-feira (15), às 10h, a 9ª sessão da série de seminários online #CopingWithCOVID (lidando com a COVID-19).

Durante esta sessão – focada na saúde mental dos jovens durante a pandemia – a enviada será acompanhada pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Também participam a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, a Rainha Mathilde da Bélgica, além de oito jovens do mundo todo.

Profissionais de saúde em Madagascar testam cidadãos para a COVID-19. Foto: Banco Mundial/Henitsoa Rafalia

ONU destaca liderança de mulheres no enfrentamento à crise de COVID-19

O Women Rise for All foi lançado em 27 de abril em apoio ao pedido do secretário-geral da ONU por solidariedade e ação urgente em resposta aos impactos socioeconômicos da COVID-19.

Como um esforço global de defesa de direitos para salvar vidas e proteger os meios de subsistência, o Rise for All insta lideranças de todos os países, em todos os setores, a lidar com a crise humana da pandemia e a apoiar o Fundo de Resposta e Recuperação das Nações Unidas COVID-19.

O mecanismo foi projetado para ajudar os países e as pessoas mais expostas às dificuldades econômicas e às perturbações sociais causadas pela pandemia.

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

ARTIGO: Um alerta global

Em artigo de opinião publicado no jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (10), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alerta para a necessidade de união dos líderes de todo o mundo para superar os desafios múltiplos que os países enfrentam: a pandemia da COVID-19, as mudanças climáticas, a injustiça racial e o aumento das desigualdades. Ele traça dois cenários possíveis pós-pandemia e defende um multilateralismo em rede, inclusivo e eficaz.

Foto: EBC

América Latina e Caribe tornam-se epicentro da pandemia; ONU sugere ações

A América Latina e o Caribe tornaram-se o epicentro da pandemia de COVID-19, com vários países da região registrando agora as maiores taxas de infecção per capita e o maior número absoluto de casos no mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lançou nesta quinta-feira (9) um relatório sobre os impactos da COVID-19 na região.

Segundo o documento, espera-se uma contração de 9,1% no Produto Interno Bruto (PIB), que será a maior em um século. Os impactos sociais da pandemia serão sentidos de maneira aguda, com fortes aumentos do desemprego, da pobreza, da extrema pobreza e da desigualdade. Acesse aqui o relatório na íntegra e a mensagem em vídeo do secretário-geral.

Homem compra produtos frescos num Mercado no Quênia. Foto: Sambrian Mbaabu/Banco Mundial

Chefe da ONU defende ação conjunta para saída fortalecida da crise de COVID-19

Enquanto o maior fórum das Nações Unidas se prepara para avaliar o progresso rumo a um futuro mais justo para as pessoas e o planeta, o secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu que cada um dos objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável tem sido impactado pela pandemia da COVID-19.

O Fórum Político de Alto Nível, que começa formalmente nesta terça-feira (7), é um encontro anual de levantamento dos progressos mundiais em alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Neste ano, representantes seniores de governos se encontram virtualmente, através de programas de vídeo conferência, para discutir e debater meios de enfrentar alguns dos maiores desafios do mundo: pobreza, mudança climática, paz e segurança e igualdade de gênero.

Mulheres parlamentares afegãs chegam à cerimônia de posse em Cabul, Afeganistão, em 2010; naquele ano, 69 dos 249 candidatos eleitos eram mulheres no país do Oriente Médio. Foto: ONU/Eric Kanalstein

Em dia especial, ONU destaca papel central dos parlamentos nas políticas inclusivas

Marcando o Dia Internacional do Parlamentarismo – lembrado anualmente em 30 de junho –, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a data é uma ocasião oportuna para honrar o “papel central dos parlamentos em dar às pessoas voz e influência para moldar as políticas”.

Como ex-parlamentar, Guterres se disse “profundamente consciente” da responsabilidade e privilégio de representar as pessoas e cumprir suas aspirações.

“Os parlamentos têm o dever especial de promover os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. Mais do que nunca, a pandemia da COVID-19 nos lembra essas tarefas vitais”, acrescentou.

Voluntários da ONU Zâmbia em Lusaka compartilham informações sobre o novo coronavírus como parte dos esforços de sensibilização da comunidade. Foto: PNUD Zâmbia

ONU lista ações realizadas para combater COVID-19; estabelece roteiro para saída da pandemia

Em meio à crise causada pela pandemia de COVID-19, a ONU se mobilizou para salvar vidas, controlar a transmissão do vírus e aliviar as consequências econômicas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a jornalistas na quinta-feira (25), falando no lançamento virtual de seu relatório de resposta da Organização à crise.

O relatório não apenas descreve as ações tomadas desde que a pandemia foi declarada, disse ele, como também oferece um roteiro para reconstruir melhor por meio de solidariedade e unidade global.

Carta da ONU

‘Carta da ONU foi assinada há 75 anos – e seus princípios continuam verdadeiros’

No dia 26 de junho de 1945 – há exatos 75 anos –, 50 países se comprometiam com os 19 capítulos e 111 artigos da Carta das Nações Unidas, o documento que fundou a ONU. Entre os valores descritos no documento, se destacam uma visão de paz mundial, a promoção dos direitos humanos universais e justiça para todos.

Em uma mensagem em vídeo marcando a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, afirmou que os seus princípios continuam a ser verdadeiros hoje em dia. Ele classificou o documento como um “guia atemporal” que ainda é válido para enfrentar os desafios atuais.

Crianças refugiadas no campo de Zaatari, na Jordânia. Foto: ONU/Sahem Rababah

Pedido de cessar-fogo global em meio à crise de COVID-19 tem adesão de 170 países

Estados-membros da ONU, observadores e outros enviaram uma forte mensagem política nesta semana, com o anúncio de que 170 signatários já endossaram o chamado das Nações Unidas para silenciar as armas e garantir a união contra a ameaça global da pandemia de COVID-19.

A iniciativa, incentivada pela Malásia, mostra que a maioria das nações, incluindo o Brasil, apoia o pedido global de cessar-fogo que o secretário-geral da ONU, António Guterres, fez em março, quando a pandemia estava ganhando velocidade.

Trabalhadora da saúde na Colômbia. Foto: OPAS/OMS

ONU ressalta papel dos funcionários públicos na resposta à pandemia

Enquanto o mundo continua a enfrentar a pandemia de COVID-19, os funcionários públicos estão na linha de frente da resposta à crise. Marcando o Dia Mundial do Serviço Público (23), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou a importância destes servidores no sucesso da resposta humanitária.

“São enfermeiros, médicos e paramédicos que prestam cuidados que salvam vidas. Trabalhadores do saneamento que desinfetam e limpam os espaços públicos. Trabalhadores dos transportes que mantêm ônibus e trens funcionando. Professores que educam os nossos filhos online e offline. E as autoridades de saúde pública, gestores de dados e profissionais de estatística que fornecem informações vitais e confiáveis sobre a transmissão e prevenção da doença”, disse na mensagem em vídeo.