Arquivo da tag: Secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

O nono secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

De acordo com a Carta das Nações Unidas, o secretário-geral é o “chefe administrativo” da Organização e deve cumprir “outras funções que lhe são confiadas” pelo Conselho de Segurança, Assembleia Geral, Conselho Econômico e Social e outros órgãos das Nações Unidas.

 

A Carta também diz que o secretário-geral tem o dever de “levar à atenção do Conselho de Segurança qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e segurança internacional”. Saiba mais sobre o tema clicando aqui e confira todas as notícias relacionadas abaixo.

Meninas na vila de Danja, no Níger, durante campanha de enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas. Foto: UNFPA/Ollivier Girard

‘Não há desculpa. E deve haver tolerância zero’, diz vice da ONU sobre violência de gênero

Em meio ao aumento da violência contra mulheres e meninas em todo o mundo – incluindo o estupro –, a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina J. Mohammed, enviou uma forte mensagem nessa segunda-feira (22) alertando para o frequente hábito de culpar as vítimas da violência de gênero.

Na mensagem em vídeo, Amina pediu que os homens e meninos se tornem aliados no enfrentamento desse tipo de violência.

Site da campanha Verificado disponibiliza informações precisas e confiáveis sobre a COVID-19 em português

ONU lança versão brasileira de site de combate à desinformação

A iniciativa global das Nações Unidas para combater a desinformação durante a pandemia do novo coronavírus ganha hoje a sua versão brasileira. Com o objetivo de aumentar o volume e o alcance de informações precisas e confiáveis sobre a COVID-19, o site ‘Verificado’ disponibiliza conteúdo inteiramente em português e pode ser acessado pelo endereço compartilheverificado.com.br.

O site Verificado é liderado pelo Departamento de Comunicação Global (DCG) da ONU e traz dados, orientações e números relacionados ao novo coronavírus vindos de fontes seguras e confiáveis, graças a parcerias feitas pelas Nações Unidas com agências, influenciadores, sociedade civil, empresas e organizações de mídia.

Foto: EBC

ONU: informais perderam 60% dos rendimentos no 1º mês da pandemia

As Nações Unidas lançaram nessa sexta-feira (19) um documento de políticas públicas que aponta uma perda de 60% dos rendimentos por parte dos trabalhadores e trabalhadoras informais – aqueles que, em geral, não possuem direitos trabalhistas ou proteção social. O dado se refere apenas ao primeiro mês da crise econômica decorrente da pandemia de COVID-19.

O relatório também aponta que centenas de milhões de empregos foram perdidos, destacando medidas a serem adotadas para mitigar os efeitos da crise.

“A pandemia virou ao avesso o mundo do trabalho. Todos os trabalhadores, todos os negócios e todos os cantos do mundo foram afetados”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo para o lançamento do documento.

Confira aqui o vídeo e o documento.

Vítimas de violência sexual em um abrigo em Goma, República Democrática do Congo. Foto: ONU/Marie Frechon

ONU: violência sexual em conflitos se aprofunda durante pandemia

O secretário-geral das Nações Unidas alertou para um tipo de crime brutal que pode aumentar durante a pandemia de COVID-19: a violência sexual em situações de conflito.

“A violência sexual em conflito é um crime brutal, praticado principalmente contra mulheres e meninas, mas que também afeta homens e meninos. Esta violência se repete em todas as comunidades e sociedades, perpetuando ciclos de violência e ameaçando a paz e a segurança internacionais”, alertou António Guterres.

A ONU marca nessa sexta-feira (19) o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Sexual em Conflito.

George Floyd morreu após ter o pescoço prensado por um policial branco nos EUA. Foto: ONU/Daniel Dickinson

Irmão de George Floyd pede ao Conselho de Direitos Humanos ação da ONU contra o racismo

O Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, ouviu na quarta-feira (17) um poderoso testemunho do irmão de George Floyd, um homem negro norte-americano cuja morte capturada em vídeo após asfixia por um policial branco em Mineápolis provocou protestos em todo o mundo.

Em um pedido gravado para que o Conselho estabeleça uma comissão internacional com o objetivo de investigar assassinatos de negros nos Estados Unidos e a violência contra manifestantes, Philonise Floyd instou a ONU a agir.

Uma mãe cuida de seu bebê dentro de um ginásio que foi transformado em assentamento de refugiados em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

Mundo tem recorde de quase 80 milhões de deslocados internos e refugiados

O deslocamento global atingiu impressionantes 79,5 milhões de pessoas no ano passado – quase o dobro do número registrado há uma década – devido a guerra, violência, perseguição e outras emergências, informou nesta quinta-feira (18) a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Falando a jornalistas em Genebra, o chefe do ACNUR observou que, embora a questão do deslocamento afete todas as nações, os dados mostram que os países mais pobres hospedam 85% dos que foram expulsos de suas casas.

Foto: OIM/Amanda Nero

ONU pede apoio a migrantes em meio a queda das remessas internacionais devido à pandemia

Após um recorde de 554 bilhões de dólares enviados por migrantes para seus países de origem em 2019, o Banco Mundial estimou, em abril, que a crise econômica provocada pela pandemia da COVID-19 causaria o “declínio mais acentuado das remessas na história recente”, uma baixa de 19,7%. Milhões de trabalhadores migrantes perderam o emprego, empurrando as famílias dependentes abaixo da linha da pobreza.

Um memorial improvisado para George Floyd no Harlem, em Nova Iorque. Foto: Hazel Plunkett

Grupo de 20 lideranças pede mais ações da ONU pelo fim do racismo no mundo

Um grupo de mais de 20 líderes da ONU, que se reportam diretamente ao secretário-geral António Guterres e são africanos ou de ascendência africana, assinaram uma declaração pessoal e contundente expressando indignação quanto ao racismo generalizado e sistêmico, destacando a necessidade de as Nações Unidas “irem além e fazerem mais” do que apenas manifestar repúdio.

Os líderes exortam a ONU a “intensificar e agir decisivamente para ajudar a acabar com o racismo sistêmico contra pessoas de ascendência africana e outros grupos minoritários”, citando o artigo 1 da Carta das Nações Unidas, que estipula que a ONU promove e incentiva o “respeito pelos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos, sem distinção de raça, sexo, idioma ou religião”.

Estudantes de Tonga acessam a internet. Foto: Banco Mundial/Tom Perry

Secretário-geral da ONU pede que comunidade internacional amplie cooperação digital

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apresentou nesta quinta-feira (11) um conjunto de recomendações para a comunidade internacional garantir que todas as pessoas estejam conectadas, sejam respeitadas e protegidas na era digital.

O Roteiro do Secretário-Geral para a Cooperação Digital é resultado de um esforço global plurianual, com várias partes interessadas, para abordar uma série de questões relacionadas à Internet, inteligência artificial e outras tecnologias digitais.

Mercado no Chile, durante a pandemia de COVID-19. Foto: FAO/Max Valencia

Pandemia pode ampliar fome e jogar 49 milhões de pessoas na pobreza extrema, alerta ONU

A pandemia da COVID-19 representa uma ameaça à segurança alimentar e nutricional, especialmente para as comunidades mais vulneráveis do mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lança nesta terça-feira (9) um relatório sobre o tema.

As medidas contra a doença e a recessão global emergente podem perturbar o funcionamento dos sistemas alimentares, com consequências “potencialmente terríveis”. Sem uma ação imediata, diz o documento, corremos o risco de assistir a uma emergência alimentar global – com impactos em longo prazo em centenas de milhões de crianças e adultos; acesse aqui o documento e o vídeo.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

ONU: oceanos são pulmões do planeta e maior meio de absorção de carbono

A pandemia da COVID-19 é um forte aviso de como estamos todos interligados – uns com os outros e com a natureza.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

“Contamos com os oceanos para alimentação, meios de subsistência, transporte e comércio. E, enquanto pulmões do nosso planeta e o seu maior meio de absorção de carbono, os oceanos desempenham um papel vital na regulação do clima global”, explicou Guterres.

Confira aqui o vídeo.

Foto: PNUMA

‘A natureza está nos mandando uma mensagem clara’, diz ONU no Dia do Meio Ambiente

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Natureza está nos mandando uma “mensagem clara”.

“Estamos afetando o meio ambiente, para nosso próprio prejuízo. A degradação dos habitats e a perda de biodiversidade estão acelerando. As perturbações climáticas estão piorando. Incêndios, inundações e grandes tempestades são mais frequentes e destruidoras. Os oceanos estão ficando mais quentes e ácidos, destruindo os ecossistemas dos corais. E, agora, um novo coronavírus está enfurecido, minando a saúde e meios de subsistência”, afirmou Guterres.

Pesquisas estão em andamento no mundo todo para encontrar uma vacina contra a doença provocada pelo novo coronavírus. Foto: Loey Felipe/UN Photo

ONU pede solidariedade global para encontrar vacina acessível contra COVID-19

Na corrida para acabar com a pandemia do novo coronavírus, o chefe da ONU lembrou uma conferência médica virtual nesta quinta-feira (4) que “uma vacina, por si só, não é suficiente”.

“Precisamos de solidariedade global para garantir que todas as pessoas, em qualquer lugar, tenham acesso”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem de vídeo na Cúpula Global de Vacinas.

A cúpula teve o objetivo de encontrar soluções coletivas para vacinas relacionadas à COVID-19 e fortalecer imunizações de rotina e o financiamento para o combate a outras doenças evitáveis.

Concurso fotográfico do aplicativo Agora marca os 75 anos da ONU

Aplicativo Agora lança concurso fotográfico para aniversário de 75 anos da ONU

Fotógrafos de todo o mundo estão convidados a submeter seus pontos de vista sobre o futuro que queremos para as próximas gerações, em comemoração aos 75 anos da ONU. Os selecionados terão a chance de participar de uma série de exposições ao redor do mundo.

As inscrições no aplicativo Agora estão abertas até 24 de julho. No Brasil, o aplicativo está disponível apenas para o sistema Android (Google Play).

Os protestos estão ocorrendo em cidades dos Estados Unidos, inclusive na cidade de Nova York. Foto: ONU/Shirin Yaseen

ONU pede moderação e coesão social, enquanto continuam protestos nos EUA

Respondendo aos protestos em andamento que geraram violência de todos os lados em dezenas de cidades dos Estados Unidos, o porta-voz da ONU reiterou na segunda-feira (1) o apelo do secretário-geral para que as queixas sejam manifestadas de “maneira pacífica”, recebidas com moderação pelas forças policiais e de segurança.

A indignação começou depois que imagens de vídeo se tornaram virais nas mídias sociais no início da semana passada, mostrando um policial branco na cidade de Mineápolis ajoelhado no pescoço do afro-americano de 46 anos George Floyd por mais de oito minutos, durante os quais ele aparentemente ficou inconsciente, morrendo sob custódia policial.

Em uma cerimônia online, o secretário-geral entregará o Prêmio Defensor Militar da Igualdade de Gênero da ONU à capacete-azul brasileira Carla Monteiro de Castro Araújo, que atua na República Centro-Africana. Foto: ONU

VÍDEO: brasileira vence prêmio global de capacetes-azuis da ONU

“Mulheres na Manutenção da Paz” é o tema do Dia Internacional das Forças de Paz da ONU, celebrado neste 29 de maio. A comemoração de 2020 destaca o papel das mulheres nessas operações, onde atuam 95 mil civis, policiais e militares de todo o mundo.

Para marcar a data, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, divulgou um vídeo elogiando a atuação das forças de paz femininas e lembrou que elas têm mais acesso às comunidades, ajudando assim a melhorar a proteção de civis, promover direitos humanos e reforçar o desempenho da organização em geral.

Em uma cerimônia online, o secretário-geral entregará o Prêmio Defensor Militar da Igualdade de Gênero da ONU à capacete-azul brasileira Carla Monteiro de Castro Araújo, que atua na República Centro-Africana, e à major militar indiana Suman Gawani, que serviu no Sudão do Sul.

Os programas de assistência alimentar no Chade promovem agricultura sustentável e fortalecem a renda e os meios de subsistência. Foto: WFP/Giulio D'Adamo

COVID-19: é necessário agir agora ou arriscar ‘devastação inimaginável’, diz chefe da ONU

A menos que países do mundo ajam juntos agora, a pandemia de COVID-19 causará “devastação e sofrimento inimagináveis ​​em todo o mundo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (28), em uma reunião virtual de alto nível sobre financiamento para o desenvolvimento.

Observando que as consequências econômicas da pandemia ameaçam uma onda de inadimplência nos países em desenvolvimento, prejudicando o esforço para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030, o chefe da ONU pediu “soluções duráveis ​​para as dívidas, de forma a criar espaço para investimentos em recuperação e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”.

Um dia na vida da comandante Carla Monteiro, defensora militar de igualdade de gênero – Foto Hervé Serefio - MINUSCA

Brasileira e indiana ganham prêmio de Defensoras Militares da Igualdade de Gênero da ONU 2019

Uma brasileira servindo nas Forças de Paz da República Centro-Africana e uma indiana que recentemente completou sua missão no Sudão do Sul foram selecionadas para receber o Prêmio de Defensoras Militares da Igualdade de Gênero da ONU 2019.

A comandante Carla Monteiro de Castro Araújo, oficial da Marinha brasileira trabalhando na Missão de Estabilização Multidimensional Integrada das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA), e a major Suman Gawani, do exército indiano, uma observadora militar que serviu na Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), receberão o prêmio durante uma cerimônia online presidida pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, marcando o Dia Internacional das Forças de Paz da ONU na sexta-feira, 29 de maio, às 10 horas (11 horas no Brasil).

ONU: coronavírus nos mostra como nossa saúde está vinculada à natureza

ONU: coronavírus nos mostra como nossa saúde está vinculada à natureza

Marcando o Dia Internacional da Biodiversidade (22 de maio), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que as soluções nessa temática estão na própria natureza.

Segundo Guterres, que gravou uma mensagem em vídeo para a data, a preservação e a gestão sustentável da biodiversidade são necessárias para mitigar as perturbações climáticas, garantir a segurança alimentar e de água e até mesmo prevenir pandemias.

“A COVID-19, que emanou da natureza, mostrou como a saúde humana está intimamente ligada com a relação que temos com o meio ambiente. À medida que invadimos a natureza e esgotamos habitats vitais, um número crescente de espécies está em risco. Incluindo a Humanidade e o futuro que queremos”, destacou; acesse aqui o vídeo.

Arte: Pixabay

ONU lança iniciativa global para combater a desinformação

As Nações Unidas lançam nesta quinta-feira (21) a Verificado, uma iniciativa para combater o crescente flagelo de desinformação sobre a COVID-19 ao aumentar o volume e alcance de informação precisa e confiável.

“Não podemos ceder nossos espaços virtuais a aqueles que publicam mentiras, medo e ódio”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, que anunciou a iniciativa.

Voluntários poderão se cadastrar para receber conteúdo confiável.

OMS entrega suprimentos médicos para COVID-19 na República Democrática do Congo em abril de 2020. Foto: OMS

Países da OMS concordam em garantir acesso equitativo e oportuno a futura vacina contra o coronavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) concluiu a Assembleia Mundial da Saúde na terça-feira (19), adotando uma resolução que exige uma revisão independente da resposta global à pandemia da COVID-19, incluindo o desempenho da própria agência.

De maneira mais ampla, as organizações internacionais foram convidadas a trabalhar em colaboração para desenvolver, testar e ampliar a produção de diagnósticos, tratamentos, medicamentos e vacinas seguros, eficazes, de qualidade e acessíveis para a resposta à COVID-19 – inclusive no licenciamento de patentes para facilitar acesso a eles.

No Níger, 1,6 milhão de crianças vulneráveis ​​são afetadas por crises humanitárias, incluindo o fechamento de fronteiras e medidas de contenção da COVID-19. Foto: UNICEF/Juan Haro

Coordenação é essencial para vencer coronavírus e alcançar objetivos globais

Como a crise sem precedentes da COVID-19 continua causando estragos em todo o mundo – com os mais vulneráveis ​​sofrendo mais -, o chefe da ONU disse nesta terça-feira (19) que a tarefa de erradicar a pobreza e alcançar as metas de desenvolvimento “nunca foi tão desafiadora, mais urgente e mais necessária”.

“Nosso objetivo permanece claro: ajudar os países a navegar e acelerar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), respeitando plenamente o princípio da apropriação nacional”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, abrindo a primeira sessão virtual das atividades operacionais para o segmento de desenvolvimento do Conselho Econômico e Social (ECOSOC).

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – nossa visão compartilhada sobre como acabar com a pobreza, garantir um futuro saudável para o planeta e construir um mundo pacífico – estão ganhando impulso global. Com apenas 10 anos à frente, um ambicioso esforço global está em andamento para cumprir a promessa da #Agenda2030 – mobilizando mais governos, sociedade civil, empresas e convidando todas as pessoas a tomarem para si os #ObjetivosGlobais.

Pacto de Mídia da ONU pelos ODS alcança marca de 100 integrantes

A aliança de empresas de notícias e entretenimento com as Nações Unidas para divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) segue em expansão e está chamando a atenção de uma audiência de 2 bilhões de pessoas para os impactos socioeconômicos da crise de COVID-19.

O Pacto de Mídia Pelos ODS alcançou a marca de 100 integrantes, incluindo grandes redes de TV e mídia impressa, agências de notícias, estações de rádio e redes digitais em 160 países de cinco continentes.

Foto: Dark Indigo via Pexels

OMS: ‘O impacto da pandemia na saúde mental das pessoas já é extremamente preocupante’

“O impacto da pandemia na saúde mental das pessoas já é extremamente preocupante”, afirmou nesta quarta-feira (14) Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O isolamento social, o medo de contágio e a perda de membros da família são agravados pelo sofrimento causado pela perda de renda e, muitas vezes, de emprego.”

De acordo com um documento das Nações Unidas lançado pelo secretário-geral, a pandemia de COVID-19 está destacando a necessidade de aumentar urgentemente o investimento em serviços de saúde mental ou arriscar um aumento maciço de condições de saúde mental nos próximos meses; confira as mensagens em vídeo do chefe da OMS e da ONU aqui.

Foto: Juan Pablo Serrano Arenas via Pexels

ONU: serviços de saúde mental devem ser parte essencial de respostas ao coronavírus

A COVID-19 não está apenas atacando nossa saúde física; também está aumentando o sofrimento psicológico. A avaliação é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que gravou uma mensagem em vídeo para chamar atenção para a questão.

Lançando um relatório tratando de políticas públicas sobre saúde mental, Guterres destacou que esses serviços devem ser parte essencial de todas as respostas de governos ao coronavírus. O chefe da ONU acrescentou que serviços de saúde mental devem ser expandidos e amplamente financiados. Acesse aqui o vídeo e o documento.

Fotos: ONU/Rick Bajornas

Chefe da ONU apela à ‘humanidade comum’ em todas as religiões para combater coronavírus

Nossa vulnerabilidade compartilhada diante da pandemia de coronavírus revela “nossa humanidade comum”, disse o chefe da ONU na terça-feira (12), durante uma reunião online com líderes religiosos sobre o importante papel que eles podem desempenhar na limitação dos danos causados ​​pela COVID-19.

Reunido com líderes das religiões judaica, cristã e muçulmana, o chefe da ONU citou crises de saúde pública anteriores, incluindo HIV/AIDS e ebola, observando como a liderança espiritual foi positiva em termos de valores, atitudes e ações da comunidade.

António Guterres disse que o mundo precisa agir imediatamente para “fortalecer a imunidade das nossas sociedades contra o vírus do ódio”. Foto: Dimitri Karastelev via Unsplash

ONU: ‘Devemos agir para fortalecer a imunidade das sociedades contra o vírus do ódio’

“Para a COVID-19 não interessa quem somos, onde vivemos, em que acreditamos ou qualquer outra diferença.”

Foi assim que o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, iniciou sua mensagem em vídeo em que pede solidariedade para lidar com o que classificou de “tsunami de ódio e de xenofobia, de bodes expiatórios e de disseminação do medo” em meio à pandemia.

No vídeo, divulgado nesta sexta-feira (8), Guterres alertou que o sentimento de xenofobia – a aversão a pessoas de outras nacionalidades, culturas, etnias ou credos – aumentou na internet e nas ruas nos últimos meses.

Guterres disse que o mundo precisa agir imediatamente para “fortalecer a imunidade das nossas sociedades contra o vírus do ódio”. Acesse aqui a mensagem.

Menina no campo de deslocados internos Khair Al-Sham, na Síria. Foto: OCHA

COVID-19: ONU e parceiros lançam apelo de US$6,7 bi para ajudar países mais vulneráveis

O Plano Global de Resposta Humanitária de 6,7 bilhões de dólares exige ações rápidas e determinadas para evitar os efeitos mais debilitantes da pandemia em 63 países de baixa e média renda.

Embora a maioria desses países tenha um baixo número de casos de COVID-19 até agora, sua vigilância, exames laboratoriais e sistemas de saúde são fracos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atletas com deficiências jogam basquete no Sudão do Sul em 2012. Foto: UNMISS/Isaac Billy

Resposta à COVID-19 deve incluir pessoas com deficiência, diz relatório da ONU

A pandemia da COVID-19 está intensificando as desigualdades vivenciadas por 1 bilhão de pessoas com deficiência do mundo, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, ao lançar um relatório nesta quarta-feira (6) que pede que a recuperação e a resposta à crise incluam pessoas com deficiência.

Mesmo em circunstâncias normais, é menos provável que as pessoas com deficiência tenham acesso a oportunidades de educação, saúde e renda ou participem de suas comunidades, de acordo com Guterres.

Elas também são mais propensas a viver na pobreza e a sofrer taxas mais altas de violência, negligência e abuso. “A pandemia está intensificando essas desigualdades – e produzindo novas ameaças”, revelou.

Jean Pierre-Lacroix, chefe das Operações de Paz da Nações Unidas, em viagem oficial ao Mali. Foto: MINUSMA

ARTIGO: As Forças de Paz da ONU devem manter o curso

Em artigo, o subsecretário-geral do Departamento de Apoio Operacional da ONU e o subsecretário-geral do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas afirmam que quando o vírus da COVID-19 se espalhar ainda mais em países já enfraquecidos pela guerra e pela pobreza, ele não apenas ameaçará a vida de milhares de pessoas, mas também poderá pender a frágil balança da paz de volta para o conflito e o desespero.

“Para essas comunidades, os riscos não poderiam ser maiores e a importância do apoio da ONU nunca foi tão grande.” Leia o artigo completo.

Está em andamento uma série de pesquisas para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus. Foto: Unplash

Ninguém estará protegido do coronavírus até que todos estejam, diz chefe da ONU

O “esforço de saúde pública mais maciço da história” é necessário para superar a pandemia da COVID-19, disse o chefe da ONU nesta segunda-feira (4), em conferência da União Europeia em Bruxelas.

Com uma mensagem pessoal de palavras fortes, o secretário-geral da ONU, António Guterres, recebeu as contribuições dos países doadores para um fundo de mais de 8 bilhões de dólares, cujo objetivo é acelerar a produção de diagnósticos, terapias e vacinas.

“Em um mundo interconectado, nenhum de nós estará protegido até que todos estejam”, insistiu o secretário-geral da ONU.

Idoso na Turquia continua trabalhando engraxando sapatos. Foto: Eric Ganz/ONU News

ONU lança documento com recomendações para proteger idosos durante pandemia

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, publicou nesta sexta-feira (1) um relatório com análises e recomendações sobre os desafios enfrentados pelas pessoas idosas.

A taxa de mortalidade deste grupo é mais alta no geral e, para aqueles com mais de 80 anos, é cinco vezes a média global.

Além do impacto imediato na saúde, António Guterres alertou, em uma mensagem em vídeo, que “a pandemia está colocando as pessoas mais velhas em maior risco de pobreza, discriminação e isolamento”, com um impacto potencialmente arrasador sobre as pessoas idosas nos países em desenvolvimento; acesse aqui o vídeo e o relatório.

No dia da liberdade de imprensa, ONU pede apoio a trabalhadores da mídia em meio à pandemia

No dia da liberdade de imprensa, ONU pede apoio a trabalhadores da mídia em meio à pandemia

“Jornalistas e profissionais da mídia são cruciais para nos ajudar a tomar decisões informadas. À medida que o mundo luta contra a pandemia da COVID-19, essas decisões podem fazer a diferença entre a vida e a morte.”

Assim começa a mensagem em vídeo do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para marcar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Lembrada anualmente em 3 de maio, a data tem como tema esse ano o “Jornalismo sem medo ou favor”.

Guterres fez um apelo aos governos – e a toda a sociedade – para garantir que os jornalistas possam fazer seu trabalho durante a pandemia da COVID-19, incluindo em outros temas. Os chefes da ONU e da UNESCO alertaram ainda sobre a onda de boatos que tomou o planeta durante a crise – classificada como “infodemia”.

Asha Rose Sillah é uma refugiada do Sudão do Sul que vive em Uganda e é líder do grupo de mulheres. Foto: ACNUR/Michele Sibiloni

ARTIGO: COVID-19: ameaças aos direitos das mulheres prejudicam a todos

A pandemia da COVID-19 tem um rosto feminino. São as mulheres que mais sofrem ameaça a direitos e liberdades, são elas as mais afetadas no ambiente de trabalho, já que são maioria das trabalhadoras em saúde. Elas são também a maioria das trabalhadoras domésticas, temporárias e em serviços de pequena escala que devem desaparecer nos próximos três meses, de acordo com projeções da Organização Internacional do Trabalho (OIT). É por este motivo que precisamos de sociedades mais igualitárias, defende o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Leia, a seguir, a íntegra do artigo.

‘Um novo normal’: ONU estabelece roteiro para estimular economias e salvar empregos após COVID-19

A Organização das Nações Unidas lançou um documento com novas diretrizes para apoiar os países na recuperação social e econômica, criando uma nova economia e mais empregos depois da pandemia da COVID-19.

Alertando que não haverá retorno ao “antigo normal”, a ONU pede apoio internacional e compromisso político para que todas as pessoas tenham acesso a serviços essenciais e proteção social.

Pessoas vivendo na fronteira do Quênia com a Uganda estão entre as mais pobres da região. Foto: WFP.

Guterres: “não deixar ninguém para trás” é o mantra mais importante na ameaça do coronavírus

O secretário-geral da ONU, António Guterres, lançou um “Chamado a Ação” global  para amenizar as consequências colossais da pandemia da COVID-19, pressionando os governos a se unirem num momento decisivo da história. A declaração aconteceu na quinta-feira (23), durante sessão do Fórum da ONU de Financiamento para o Desenvolvimento.

Transmitido pela internet sob o tema “Financiando Desenvolvimento Sustentável no Contexto da COVID-19”, o evento reuniu os presidentes da Assembleia Geral e do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), entre outros funcionários de alto nível.

'Cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos', diz chefe da ONU

‘Cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos’, diz chefe da ONU

Marcando o Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia pela Paz, lembrado neste 24 de abril, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que a cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos.

“Não basta proclamar as virtudes do multilateralismo; devemos continuar a evidenciar o seu valor acrescentado”, disse, em uma mensagem em vídeo especial para a data.

“A pandemia da COVID-19 lembra-nos de forma trágica como estamos profundamente conectados. O vírus não conhece fronteiras e é um desafio global por excelência. Para combatê-lo, precisamos trabalhar juntos como uma família humana”, ressaltou; confira aqui o vídeo.

Presidente da Assembleia Geral fará um evento nesta sexta-feira (24) para marcar a data.

Em uma mensagem em vídeo em que destacou o vínculo entre os direitos humanos e a resposta e recuperação da crise provocada pela pandemia da COVID-19, o secretário-geral das Nações Unidas destacou que “a ameaça é o vírus, não as pessoas”. (Foto: CIDH/OEA)

COVID-19: ‘a ameaça é o vírus, não as pessoas’, diz secretário-geral da ONU

Em uma mensagem em vídeo em que destacou o vínculo entre os direitos humanos e a resposta e recuperação da crise provocada pela pandemia da COVID-19, o secretário-geral das Nações Unidas destacou que “a ameaça é o vírus, não as pessoas”.

“Os direitos humanos não podem ser negligenciados em tempos de crise, e agora enfrentamos a maior crise internacional das últimas gerações”, afirmou António Guterres, ressaltando que a melhor resposta “é a que responde de forma proporcional a ameaças imediatas, protegendo os direitos humanos e o Estado de Direito”.

“O vírus é uma ameaça para todos. Os direitos humanos trazem dignidade para todos”, acrescentou. “Respeitando os direitos humanos em tempos de crise, construiremos soluções mais eficazes e inclusivas para a emergência de hoje e para a recuperação de amanhã.”

Confira aqui a mensagem na íntegra e acesse o relatório sobre o tema lançado por Guterres.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem em vídeo marcando o início do Ramadã, tradicional mês sagrado para os muçulmanos, lembrando que milhões de fiéis estão prontos para as celebrações deste ano.

Em mensagem em vídeo, secretário-geral da ONU saúda início do Ramadã

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem em vídeo marcando o início do Ramadã, tradicional mês sagrado para os muçulmanos, lembrando que milhões de fiéis estão prontos para as celebrações deste ano.

Guterres lembrou que este será um Ramadã diferente, já que muitas atividades comunitárias serão naturalmente afetadas pelas medidas de combate à pandemia da COVID-19.

“O Ramadã é também sobre apoiar os mais vulneráveis. Agradeço a todos os governos e pessoas em todo o mundo muçulmano que vivem a sua fé, apoiando aqueles que fogem do conflito na melhor tradição muçulmana de hospitalidade e generosidade – uma lição notável neste mundo onde tantas portas se têm fechado aos que precisam de proteção, mesmo antes da COVID-19”, disse.