Arquivo da tag: Stories | Histórias

Hayam leva cinco minutos para confeccionar uma máscara - Foto: Arquivo pessoal

Refugees make and distribute COVID-19 masks in Sao Paulo

Refugees and migrants are making and distributing masks designed to protect against the coronavirus to residents living in public housing in Sao Paulo, Brazil. Get to know the story of the Syrian designer and journalist who are working in collaboration with the Ministry of Labour and the University of Campinas with support from United Nations Refugee Agency (UNHCR) and the United Nations Population Fund (UNFPA) on the project that is called “Deslocamento Criativo”.

Bebeto Abrantes (acima) e Davi Borges (abaixo) trabalham virtualmente. Foto: Bebeto Abrantes

Filmmakers in Rio de Janeiro cope with the pandemic by developing a new creative process

“Me Cuidem-se!” (Take Care of Me-Yourselves!) is a virtual collaborative documentary showing how residents from various regions of Rio de Janeiro are dealing with social distancing imposed by the COVID-19 pandemic.

The project, headed by filmmakers Bebeto Abrantes and Cavi Borges, includes mobile phones recordings that resulted in two short films that will be made into a feature length film. Learn more about the project that emerged from the expression “solidãoriedade” (“solitarity”, a fusion between solitude and solidarity), which describes the loneliness of solidarity.

Bebeto Abrantes (acima) e Davi Borges (abaixo) trabalham virtualmente. Foto: Bebeto Abrantes

No Rio, cineastas enfrentam a pandemia rodando filme sem encontros presenciais

“Me Cuidem-se!” é o documentário colaborativo virtual mostrando como moradores de diversas regiões do Rio de Janeiro (RJ) estão enfrentando o distanciamento social imposto pela pandemia da COVID-19.

O projeto dos cineastas Bebeto Abrantes e Cavi Borges inclui gravações feitas por celular, que já renderam dois curtas-metragens e devem compor um longa. Conheça mais do projeto que surgiu a partir da expressão “solidãoriedade”, que descreve a solidão da solidariedade.

Mulher indígena no 14º Acampamento Terra Livre, realizado em Brasília, em 2017. Foto: Mídia NINJA/Mobilização Nacional Indígena

Water and food shortages challenge the prevention of coronavirus on the largest indigenous reserve in Brazil

Chronic vulnerabilities, intermittent water supply and food scarcity: these are some of the challenges to preventing the spread of coronavirus according to nurse Indianara Machado Indianara Ramires Guarani Kaiowá, who works with the Technical Coordination Centre for Dourados. The Centre manages the healthcare of more than 18,000 indigenous people living in Dourados, an area that encompasses the largest indigenous reserve in Brazil.

In an interview with UN Women Brazil in early April, the nurse explained why indigenous women, men and children were more vulnerable and pointed out how historical issues increased the risks posed to them by the new coronavirus pandemic.

Mulher indígena no 14º Acampamento Terra Livre, realizado em Brasília, em 2017. Foto: Mídia NINJA/Mobilização Nacional Indígena

Falta de água e de alimentos são desafios na prevenção do coronavírus na maior reserva indígena do Brasil

Vulnerabilidades crônicas, fornecimento de água intermitente e escassez de alimentos. Estes são alguns dos desafios listados pela enfermeira Indianara Machado Ramires Guarani Kaiowá, vinculada à Coordenação Técnica Polo Dourados, para o cuidado em saúde de mais de 18 mil indígenas que vivem em Dourados (MS), localidade que concentra a maior reserva indígena do Brasil.

Em entrevista à ONU Mulheres Brasil no início de abril, a enfermeira relatou a vulnerabilidade crônica em que vivem mulheres, homens e crianças indígenas e como problemas históricos aumentam os riscos da pandemia do novo coronavírus.

Matheus Martinez, 27, is unable to work from home during the coronavirus outbreak. Foto: UNIC Rio/Joana Berwanger

Brazilian delivery worker faces daily fear of coronavirus infection

When the clock strikes ten in the morning, Matheus Martinez, 27, is already riding his bicycle, carrying a big square backpack and cycling through the streets of Porto Alegre, in the south of Brazil.

Since 2018, the musician has been making food deliveries through apps andtoday, this is his main source of income.

Matheus is one of the “gig economy” workers who are unable to work from home and find themselves facing every day the fear of contracting the novel coronavirus.

Mesmo temendo contrair o coronavírus, Matheus Martinez, de 27 anos, trabalha nas ruas com entregas, sua única fonte de renda. Foto: UNIC Rio/Joana Berwanger

Entregador enfrenta diariamente medo da infecção pelo novo coronavírus

Quando o relógio marca 10 horas da manhã, Matheus Martinez, de 27 anos, já está montado em sua bicicleta, carregando sua grande mochila quadrada e pedalando pelas ruas de Porto Alegre (RS).

Desde 2018, o músico passou a fazer entregas por meio de aplicativos de entregas e, hoje, tem a atividade como principal fonte de renda.

Matheus faz parte do grupo de trabalhadores autônomos que não têm a possibilidade de trabalhar de casa e se vê enfrentando o medo da infecção pelo novo coronavírus todos os dias.

Vinicius Leal (esquerda) e Júlio Pimental em casa, em Bagé. Foto: Vinicius Leal

Parceiros remotos ajudam músico brasileiro a reduzir o estresse durante a pandemia

Em apenas dois dias, três amigos compuseram e gravaram uma música, apesar de dois estarem em uma mesma cidade e o terceiro a mais de 300 km de distância. É assim que o músico e compositor Vinicius Leal lida com o estresse de estar preso em uma cidade há quase um mês devido à crise do coronavírus.

Saiba mais sobre a iniciativa que pode ajuda a promover o bem estar, como recomendam os especialistas em saúde.

Trabalhadores venezuelanos e brasileiros que atuam com a Operação Acolhida e agências da ONU em Boa Vista Foto: Allana Ferreira/ACNUR

COVID-19: Brazilians and Venezuelans come together to build a temporary hospital in Boa Vista

In Boa Vista (Roraima), Venezuelans and Brazilians construct a temporary hospital for the monitoring and treatment of COVID-19.

The site will have 1,200 hospital beds and a thousand more vacancies for possible cases. Supported by the United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) and other UN agencies, it is being built by Operação Acolhida (Operation Welcome), in response to the flow of Venezuelan migrants and refugees.

Meet Diego, Yosley and other Venezuelans who are proud to contribute to the Brazilian efforts against the new coronavirus.

Trabalhadores venezuelanos e brasileiros que atuam com a Operação Acolhida e agências da ONU em Boa Vista Foto: Allana Ferreira/ACNUR

COVID-19: brasileiros e venezuelanos se unem para construir hospital temporário em Boa Vista

Em Boa Vista (Roraima), venezuelanos e brasileiros trabalham na construção de um hospital temporário para o acompanhamento e tratamento contra a COVID-19.

O local terá 1.200 leitos hospitalares e mais mil vagas para observação de casos suspeitos e está sendo construído pela Operação Acolhida, resposta do governo ao fluxo de migrantes e refugiados venezuelanos que conta com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e outras agências das Nações Unidas.

Conheça as trajetórias de Diego, Yasley e outros venezuelanos que conseguiram uma renda e se orgulham de participar dos esforços brasileiros contra o novo coronavírus.

Camila Alves Leandro, coordenadora do pronto-socorro do Hospital São José (no destaque) e colegas usando Equipamentos de Proteção Individual comprados pelo UNOPS - Foto: Camila Alves Leandro/arquivo pessoal

Protective equipment purchased by UNOPS increases health workers’ confidence

Working with fear of the unknown, health workers from São José Hospital in Joinville in the state of Santa Catarina (southern Brazil) are adopting new practices to protect themselves from the coronavirus. The team only uses Personal Protective Equipment (PPE), which has increased their confidence when treating patients who are experiencing symptoms of COVID -19 or who might possibly be infected with the disease.

The municipal hospital is part of the Unified Health System (SUS in Portuguese) and has an exclusive emergency room for patients who show symptoms of the coronavirus. The area has been completely isolated and assigned dedicated teams of health workers to provide care.

Camila Alves Leandro, coordenadora do pronto-socorro do Hospital São José (no destaque) e colegas usando Equipamentos de Proteção Individual comprados pelo UNOPS - Foto: Camila Alves Leandro/arquivo pessoal

Equipamentos de proteção comprados pelo UNOPS aumentam confiança de trabalhadores de saúde

Trabalhando com medo do desconhecido, os profissionais de saúde do Hospital São José, em Joinville (Santa Catarina) agora adotam novas rotinas para se proteger do novo coronavírus. Na área para pacientes com suspeita ou sintomas de infecção pela COVID-19, a equipe só entra utilizando Equipamento de Proteção Individual (EPI), o que tem aumentado a confiança dos profissionais.

Na semana passada, o hospital São José recebeu 200 macacões, 100 óculos, 350 caixas de luvas e 100 protetores faciais com viseiras comprados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS).

O casal de refugiados sírios Ghazal e Talal prepara marmitas que serão doados para idosos de São Paulo. Foto: Riad Altinawi

Syrian refugees donate food to the elderly people during the pandemic in Brazil

The couple Talal e Ghazal Al-Tinawi, both Syrian refugees in Brazil, felt in their wallet the decrease of orders at their Arabic food delivery service due to the COVID-19 in Sao Paulo, the state with the highest number of cases in Brazil. Even so, they found a caring alternative to contribute to mitigate the new virus transmission.

They made an effort to increase their production so that 300 packed lunches could be delivered to the elderly, one of the most vulnerable at risk to the COVID-19 disease. Complying with the World Health Organization (WHO) recommendation, the food is safely being delivered to their homes.

O casal de refugiados sírios Ghazal e Talal prepara marmitas que serão doados para idosos de São Paulo. Foto: Riad Altinawi

Refugiados sírios doam marmitas para idosos durante a pandemia em São Paulo

O casal Talal e Ghazal Al-Tinawi, refugiados vindos da Síria com seus filhos, sentiu no bolso a redução dos pedidos de delivery de comida árabe por conta da pandemia da COVID-19 em São Paulo, estado com mais casos da doença no Brasil. Mesmo assim, eles encontraram uma alternativa humana de contribuir para mitigar a transmissão do novo coronavírus.

“Chegamos no Brasil há sete anos e somos muito gratos ao povo brasileiro, que nos recebeu de braços abertos e nos apoiou sempre que precisávamos. Agora, chegou nosso momento de retribuir com o que temos de melhor: nossa comida árabe para quem mais precisa, as pessoas idosas”, disse Talal, engenheiro mecânico de formação.

Moradora da Vila Kennedy recebe doação de sabonete para ajudar na prevenção contra o novo coronavírus - Foto: Carol Du Pre/arquivo pessoal

UNICEF-Granado donation of soap helps combat coronavirus in marginalized Rio neighborhood

Brazilians living in marginalized communities are struggling to avoid the spread of the new coronavirus: many people live in the same house, in small spaces, and don’t have the money to buy basic hygiene products. UNICEF and Granado joined forces to help them by donating liquid soap to five projects that care for vulnerable children and youth in Rio de Janeiro, Brazil. The products were delivered to the families’ homes. Read the personal stories of Cíntia and Josete, two women who benefitted from the donation.

Moradora da Vila Kennedy recebe doação de sabonete para ajudar na prevenção contra o novo coronavírus - Foto: Carol Du Pre/arquivo pessoal

“Aqui o sabonete era um só para todos”, diz carioca ao receber doação da UNICEF e Granado

A vida nas comunidades é um desafio para evitar o contágio do novo coronavírus: muitas pessoas moram na mesma casa, em espaços pequenos, e faltam recursos para comprar materiais de higiene. Em parceira com o UNICEF, a Granado doou sabonete líquido para cinco projetos que atendem crianças e adolescentes vulneráveis no Rio de Janeiro. O material foi entregue de casa em casa. Conheça a história de Cíntia e Josete, beneficiadas pela ação.

Assistência remota é usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Remote Assistance: learn about the methodology used by the WFP Centre of Excellence Brazil

In recent weeks, the World Food Programme (WFP) – Centre of Excellence Against Hunger Brazil team – as well as other United Nations teams around the world – has had to adapt to restrictions imposed by the Covid-19 pandemic and all employees are working from home. However, the Centre had already started to adopt remote assistance methodologies to support countries back in 2019. With new travel restrictions, the team has been improving these tools so that what was previously done in person can continue to take place remotely.

Learn how the team is working remotely.

Assistência remota é usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Assistência remota: conheça a metodologia usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Nas últimas semanas, o time brasileiro do Programa Mundial de Alimentos (WFP, em inglês) –Centro de Excelência contra a Fome – assim como outras equipes das Nações Unidas ao redor do mundo – tem se adaptado às restrições impostas pela pandemia da COVID-19 e todos os funcionários estão trabalhando de casa. No entanto, o Centro já tinha começado a adotar metodologias de assistência remota para apoiar países desde 2019. Com as novas restrições de viagem, a equipe está aperfeiçoando estas ferramentas, assim o que antes era feito presencialmente agora possa ser feito remotamente.

Conheça um pouco mais como é feita a assistência remota.

Combate ao racismo passa pela luta por propriedade, diz ativista brasileiro

Há 20 anos, o ativista brasileiro Damião Braga, 53, luta pelo direito dos afrodescendentes à propriedade de terras e imóveis na cidade do Rio de Janeiro.

Na ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Pessoas Escravizadas, cujo foco deste ano é o combate ao racismo e à discriminação, Braga concedeu entrevista às Nações Unidas.

“Para nós, a titulação dos territórios quilombolas é uma forma de reparação, frente a tudo aquilo que foi a escravidão”, disse Braga. “O território não foi titulado justamente em função desse racismo estrutural”.

Hingride Marcelle Leite de Jesus tem 20 anos e participou do programa “Uma Vitória Leva à Outra” no Rio de Janeiro. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

PERFIL: ‘Sou Geração Igualdade’ — Hingride Marcelle Leite de Jesus, jogadora de rugby

A jogadora de rugby Hingride Marcelle Leite de Jesus tem 20 anos e participou no Rio de Janeiro (RJ) do programa “Uma Vitória Leva à Outra”, iniciativa de esportes e habilidades para a vida da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI).

“Como mulheres, nos faltam espaços nos quais possamos falar sobre os nossos problemas, fazer perguntas e expressar nossas opiniões. É o que mais gosto do programa Uma Vitória Leva à Outra – a criação de espaços seguros para meninas.” Leia o relato completo.

Participantes do programa "Uma vitória leva à outra" lideram grupo em trajes azuis da ONU para celebrar Marta. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

Marta Vieira da Silva and One Win Leads to Another girls celebrate women’s empowerment in Brazil Carnival

“Her fight is our flag, every second showing to the world the strength of the Brazilian woman” sang the parade-goers on Saturday, as tens of thousands of people in Rio de Janeiro, Brazil, celebrated the power and strength of women through the inspiring journey of the soccer player, UN Women Goodwill Ambassador and UN SDG Advocate, Marta Vieira da Silva. She was honoured in the Carnival parade by the samba school Inocentes de Belford Roxo.

Participantes do programa "Uma vitória leva à outra" lideram grupo em trajes azuis da ONU para celebrar Marta. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio

“Que a sua luta é a nossa bandeira, em cada segundo mostrando pro mundo a força que tem a mulher brasileira”, cantou o samba-enredo da Inocentes de Belford Roxo no sábado (22), enquanto milhares de pessoas celebravam o Carnaval no Rio de Janeiro (RJ).

O samba foi uma homenagem ao poder e à força das mulheres por meio da jornada inspiradora da jogadora de futebol Marta Vieira da Silva, Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e defensora dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Freddy Glatt abençoa o pão no início do Shabat, dia sagrado da religião judaica. Foto: UNIC Rio/Reprodução

Sobrevivente do Holocausto reconstrói vida e retoma tradições judaicas no Rio

Em uma noite de sexta-feira, início do Shabat*, ou o dia sagrado da religião judaica, Freddy Siegfried Glatt reúne-se com sua família em seu apartamento no Rio de Janeiro, onde faz suas rezas ao lado de filhos, netos e bisnetos.

Prestes a completar 92 anos, ele se curva diante da mesa de jantar repleta de taças de vinho e pedaços de pão, e realiza o Hadlakat Nerot — o ritual judaico de acendimento das velas ao anoitecer.

“Eu sou muito grato ao Brasil. Tenho netos e bisnetos brasileiros. (…) No Shabat, essa mesa fica cheia de gente. E as crianças pequenas ficam correndo pela casa fazendo bagunça”, disse. Leia reportagem do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Through the Lens of the Favela: Human Rights and Sustainable Development

Matheus Affonso is a 20-year-old photographer and graphic designer who lives in Nova Holanda neighborhood, a part of the Maré favela (slum) complex, in the north of Rio de Janeiro, Brazil. His work focuses on the LGBT community which continues to struggle for recognition.

Jacqueline Fernandes is a 33-year-old journalist who maintains a community website in the Riachuelo neighborhood, which is also located on the outskirts of the city. Both are young photographers that portray, with a new view, the daily life of these carioca communities despite the inherent socioeconomic inequalities within.

Direitos humanos: jovens fotógrafos retratam uma outra favela

Matheus Affonso é um fotógrafo e designer gráfico de 20 anos que mora no bairro de Nova Holanda, parte do complexo de favelas da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. Ele retrata a comunidade LGBT do entorno onde vive. Jacqueline Fernandes é uma jornalista de 33 anos que vive no bairro Riachuelo, também localizado em uma região periférica da cidade. Ela mantém um portal de comunicação comunitária. Os dois são jovens fotógrafos que registram, com um novo olhar, o dia a dia das comunidades cariocas.

Ambos participaram em novembro das oficinas de fotografia do projeto Imagens do Povo, uma iniciativa da organização não governamental Observatório de Favelas que visa criar novas representações de territórios periféricos e desconstruir estigmas.

O resultado desse trabalho fez parte de uma exposição no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), realizada por Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) para celebrar o Dia dos Direitos Humanos.