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Foto: EBC

Plataforma global apoia redes de telecomunicações durante crise do coronavírus

Uma nova plataforma lançada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) ajudará governos e o setor privado dos países a garantir que as redes sejam mantidas resilientes e que os serviços de telecomunicações estejam disponíveis para todos.

“Nunca antes as redes de telecomunicações foram tão vitais para nossa saúde e segurança e para manter nossa economia e sociedade funcionando, como durante a crise de COVID-19 em que vivemos hoje”, disse o secretário-geral da UIT, Houlin Zhao, na segunda-feira (23).

O escritório da UIT no país está contribuindo para este portal com informações da região das Américas, incluindo o Brasil.

No abrigo de Pintolândia, em Boa Vista, funcionários do ACNUR compartilham, em warao, informações de prevenção à COVID-19. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

ACNUR busca US$255 milhões para responder ao surto de COVID-19

A pandemia de coronavírus acelera, matando milhares de pessoas todos os dias. A população mais vulnerável a este surto inclui 70 milhões de crianças, mulheres e homens a deslocados à força por guerras e perseguições.

Entre eles, estão cerca de 25,9 milhões de refugiados, dos quais mais de três quartos vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia. Com sistemas de saúde fracos, alguns desses países já estão enfrentando crises humanitárias.

Sessões informativas em abrigos e assentamentos informais fazem parte da estratégia de contenção à COVID-19 entre a população refugiada, migrante e brasileira. Foto: ACNUR/Paulo Lugoboni

COVID-19: ACNUR e parceiros apoiam refugiados e comunidades de acolhida na emergência

As ações de prevenção e enfrentamento à pandemia do novo coronavírus que estão sendo adotadas pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros no Brasil estão beneficiando pessoas refugiadas e as comunidades que as acolhem, evitando a transmissão da COVID-19 nestas populações.

Entre as atividades estão o compartilhamento de informações sobre como se prevenir contra a COVID 19, a distribuição de kits de higiene e limpeza para grupos mais vulneráveis e o fortalecimento da capacidade de atendimento em saúde à população.

Acesso à tecnologia e aplicativos ajudam no trabalho a distância. Foto: Arne Hoel/Banco Mundial

OIT dá dicas para trabalhar a distância durante a pandemia do coronavírus

Muitos funcionários, em várias partes do mundo, foram solicitados a continuar produzindo de suas residências devido ao risco de contaminação do coronavírus. Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), este arranjo temporário pode ser bem-sucedido desde que se conte com o apoio necessário.

Para facilitar este processo de adaptação, especialistas da OIT divulgaram uma lista de cinco pontos para facilitar a produção em casa. De acordo com a OIT, é preciso haver confiança entre os colegas, os funcionários e os supervisores.

Plano de Resposta Humanitária Global do COVID-19 será coordenado pelo Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e depende de abordagem global - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ONU lança plano de resposta humanitária: abordagem global é a única maneira de lutar contra COVID-19

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta quarta-feira (25) um plano de resposta humanitária global de 2 bilhões de dólares para lutar contra a COVID-19 nos países mais vulneráveis, numa proposta para proteger milhões de pessoas e reduzir a disseminação do vírus no mundo. O plano contempla 51 países de América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia.

A COVID-19 já matou mais de 16 mil pessoas em todo o mundo e há aproximadamente 400 mil casos registrados.

O plano de resposta será implementado pelas agências da ONU, com Organizações Não Governamentais (ONGs) internacionais e consórcios de ONGs tendo um papel direto na resposta.

O plano prevê o envio de equipamentos para testes e suprimentos médicos, instalação de  estações para lavagem das mãos em acampamentos e assentamentos, campanhas de informação pública e pontes aéreas para levar trabalhadores e insumos na América Latina, África e Ásia.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão”

ONU: ‘Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão’

Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março.

Ele pediu que todos se manifestem contra todas as formas de racismo e manifestações de comportamento racista: “Precisamos, urgentemente, desmantelar as estruturas racistas e reformar as instituições racistas. Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão.”

Campanha da FIFA com OMS contará com jogadores de futebol para repassar mensagens de prevenção a COVID-19. Foto: Pexels

FIFA e OMS se unem para combater o coronavírus

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) se uniram para combater a doença causada pelo coronavírus e lançaram uma nova campanha de conscientização liderada por jogadores de futebol de renome internacional, incluindo o goleiro brasileiro Alisson Becker. Eles estão pedindo que todas as pessoas do mundo sigam cinco passos essenciais para impedir a propagação da doença.

A campanha “Pass the message to kick out coronavirus” (“Passe a mensagem para dar um chutão no coronavírus” em tradução livre) promove cinco etapas para proteger a saúde, de acordo com as orientações da OMS, focadas em lavar as mãos, não tocar no rosto, manter distância física, ficar em casa e ter etiqueta respiratória (ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço de papel – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos).

Coronavírus: UNESCO e UNICEF trabalham para acelerar soluções de aprendizagem a distância

Como resposta imediata aos fechamentos em massa de escolas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estabeleceu um grupo de trabalho COVID-19 para proporcionar assessoria e assistência técnica aos governos que trabalham para oferecer educação aos estudantes fora da escola.

Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou estar trabalhando com governos e outros parceiros para desenvolver modalidades de ensino a distância mais flexíveis que incluam conteúdo online, rádio e televisão, materiais de leitura e trabalhos de casa guiados.

Foto:  Mulher usa máscara em transporte público em Nova Iorque – Março de 2020 – Foto: Loey Felipe/ONU

ONU Mulheres pede atenção às necessidades femininas nas ações contra a COVID-19

Apesar das medidas robustas em todo o mundo para conter a pandemia da COVID-19, o impacto social do novo coronavírus está atingindo fortemente as mulheres, que representam 70% das pessoas que trabalham no setor social e de saúde. Elas também são três vezes mais responsáveis pelos cuidados não-remunerados em casa do que os homens, de acordo com a ONU Mulheres.

Por conta disso, a ONU Mulheres recomenda uma série de medidas específicas nas ações contra o coronavírus, como apoio prioritário para mulheres que atuam na contenção da doença, acordos de trabalho flexíveis para mulheres e proteção de serviços essenciais de saúde para mulheres e meninas, entre outras.

Economista sênior da OIT alerta para vulnerabilidade de trabalhadores informais e freelancers em meio à pandemia da COVID-19. Foto: pixabay/rottonara

ARTIGO: trabalhadores precários são levados ao limite pelo novo coronavírus

Em artigo, a economista sênior da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Janine Berg, alerta para a situação de vulnerabilidade dos trabalhadores informais, freelancers e terceirizados diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19.

“Dependendo do país, o trabalhador pode não estar coberto pelo seguro-desemprego ou outras proteções essenciais, como licença médica remunerada”, alertou. Leia o artigo completo.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

A informação é uma ferramenta fundamental para incentivar que as pessoas adotem as medidas preventivas disponíveis para proteger e salvar vidas. Foto: pixabay/geralt

OIT: quase 25 milhões de empregos podem ser perdidos no mundo devido à COVID-19

A crise econômica e trabalhista criada pela pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, pode aumentar o número de desempregados no mundo em quase 25 milhões, segundo uma nova avaliação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgada nesta quarta-feira (18).

Para evitar esse cenário, a OIT recomenda a ampliação da proteção social, o apoio à manutenção de empregos (ou seja, trabalho com jornada reduzida, licença remunerada e outros subsídios) e aos benefícios fiscais e financeiros, inclusive para micro, pequenas e médias empresas.

Além disso, a avaliação propõe medidas de política fiscal e monetária, além de empréstimos e do apoio financeiro a setores econômicos específicos.

Covid-19 deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola

Coronavírus deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola, diz UNESCO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) revela que 100 Estados fecharam centros educacionais de forma parcial ou total e pelo menos 85 países fecharam escolas em todo o território para tentar conter a disseminação do novo coronavírus. A medida teve impacto em mais de 776,7 milhões de crianças e jovens.

A UNESCO apoia busca de soluções a favor do ensino e aprendizado à distância e inclusivo; evento virtual sobre o tema juntou governos de 73 países.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres recomenda que igualdade de gênero seja incluída na resposta à pandemia

Trabalhadoras do setor de saúde, trabalhadoras domésticas, mulheres na economia informal, refugiadas, migrantes e em situação de violência são algumas das mulheres mais expostas à COVID-19 e precisam ser envolvidas em todas as fases da resposta e na tomada de decisão local e nacional.

De acordo com o escritório regional da ONU Mulheres, a redução da atividade econômica afeta, em primeira instância, trabalhadoras informais que perdem seus meios de sustento de vida quase imediatamente, sem nenhuma rede ou possibilidade de substituir a renda diária.

#ParaCadaCriança, todos os direitos | UNICEF

VÍDEO: Vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos

Crianças, adolescentes e jovens de todo o mundo têm exigido seus direitos.

Embora cada contexto seja único, os jovens estão pedindo ação em relação à crise climática, pelo fim da corrupção e da desigualdade, por uma melhor educação e oportunidades de emprego – e por um mundo mais justo para todas e todos, em qualquer lugar.

Em apelo aos governos de todo o mundo, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, lembrou que vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos, inclusive onde houver agitação civil ou conflito armado.

Existem 9,4 milhões de jovens desempregadas e desempregados na América Latina e no Caribe, 23 milhões não estudam ou trabalham e mais de 30 milhões só conseguem emprego informal. Foto: Reprodução

Desemprego, informalidade e desocupação afetam jovens na América Latina e no Caribe

Altas taxas de desemprego, informalidade e desocupação afetam quase 110 milhões de jovens na América Latina e no Caribe e representam o desafio na elaboração de estratégias eficazes para facilitar sua inserção no mercado de trabalho, disse o escritório regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (16), citando novos dados de um relatório sobre tendências de emprego.

“O cenário de emprego juvenil na região é preocupante e ficará ainda mais complicado quando for sentido o impacto do coronavírus na economia regional”, disse Vinícius Pinheiro, diretor da OIT para a América Latina e o Caribe.

“Quando há uma crise, os jovens estão entre os primeiros a perder o emprego, principalmente os na economia informal e que estão em setores como turismo, transporte, comércio não eletrônico e outros serviços nos quais o teletrabalho não é uma opção”, acrescentou ele.

Medidas como lavar as mãos e evitar aglomerações reduzem as chances de infecção pelo novo coronavírus. Foto: pixabay/Mylene2401

OMS, Fundação das Nações Unidas e parceiros lançam fundo de resposta ao coronavírus

Um novo Fundo de Resposta para a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, arrecadará recursos de uma ampla gama de doadores para apoiar o trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros na ajuda aos países para responder à atual pandemia.

O Fundo está sendo lançado com grande apoio, inclusive do Facebook e do Google, que instituíram um esquema de correspondência para recursos arrecadados por suas plataformas, enquanto doadores individuais também podem apoiar o fundo pelo site http://www.COVID19ResponseFund.org.

Coronavírus: ‘Estamos todos juntos nesta situação – e juntos vamos superá-la’, diz secretário-geral da ONU

Coronavírus: ‘Estamos todos juntos nesta situação – e juntos vamos superá-la’, diz secretário-geral da ONU

Em mensagem em vídeo nesta sexta-feira sobre o novo coronavírus, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que as Nações Unidas – incluindo a Organização Mundial da Saúde, agência líder para a resposta internacional – estão totalmente mobilizadas.

“Como parte de nossa família humana, trabalhamos 24 horas por dia com os governos, fornecendo orientação internacional, ajudando o mundo a enfrentar essa ameaça. Estamos totalmente solidários com você”, afirmou.

Confira a mensagem em vídeo na íntegra.

Na sede da ONU em Nova Iorque, muitos funcionários deixaram o prédio para trabalhar em casa. Foto: ONU/Loey Felipe

Coronavírus: OMS pede que países intensifiquem esforços para combater pandemia

Diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, os países devem intensificar esforços para combater sua disseminação, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra na quinta-feira (12).

“Esta é uma pandemia controlável. Os países que decidem desistir de medidas fundamentais de saúde pública podem acabar com um problema maior e um fardo mais pesado para o sistema de saúde, exigindo medidas mais severas de controle.”

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger?

VÍDEO: Tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger? A Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu as respostas para as principais dúvidas dos cidadãos do mundo sobre a doença do coronavírus, COVID-19.

Escritório regional da OMS para as Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) destaca que a região foi a primeira do mundo a ter todos os países capacitados a realizar o diagnóstico de laboratório para descartar ou confirmar novos casos de COVID-19.

Nova-iorquinos usam máscaras faciais como precaução contra o coronavírus. Foto: ONU/Loey Felipe

Coronavírus: declaração de pandemia é chamado à ação, diz secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou na quarta-feira (11) que todos enfrentamos uma ameaça comum, o novo coronavírus COVID 19, e que a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é um chamado à ação — de todos, em todos os lugares.

“Também é um chamado à responsabilidade e à solidariedade — enquanto nações e populações unidas”, disse. “Enquanto combatemos o vírus, não podemos deixar o medo viralizar.”

ONU convida brasileiros a participar de pesquisa online sobre o futuro que queremos

A Organização das Nações Unidas (ONU) completa 75 anos em 2020 e, para marcar o aniversário, está realizando uma conversa global sobre o papel da cooperação internacional na construção do futuro que queremos. Além de diálogos presenciais em todos os cantos do planeta — chamados Diálogos UN75 —, há uma pesquisa online, de um minuto, disponível em português.

As respostas ajudarão a melhorar a gestão internacional dos temas globais que exigem uma cooperação entre fronteiras, setores e gerações, necessária para termos um mundo mais seguro, justo e sustentável para todas e todos.

A situação das mulheres: 1950 ou 2020?

VÍDEO: A situação das mulheres, 1950 ou 2020?

Uma reportagem sobre a situação global das mulheres que trabalham, e o ano é… 1950?

Quando se trata de mercado de trabalho, a ONU Mulheres aponta que a desigualdade é uma notícia velha para as mulheres de todo o mundo.

Em 2020, o tema das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é “Eu sou a geração igualdade: conquistando os direitos da mulher”.

Envolva-se com a #GeraçãoIgualdade. Faça parte da força que irá conquistar a igualdade de gênero ainda neste século.

Mulheres em Bangladesh pedem igualdade de gênero. Foto: UNICEF/Jannatul Mawa

Dia Internacional da Mulher: progresso na igualdade de gênero continua lento

O relatório “Revisão dos direitos das mulheres, 25 anos depois de Pequim” faz um balanço sobre como está sendo implementado o plano de igualdade de gênero adotado pelos países em 1995, a Plataforma de Ação de Pequim, que exige mais paridade e justiça.

O documento cita um progresso vacilante e observa que avanços conquistados com muito esforço estão sendo revertidos pela desigualdade desenfreada, pelas mudanças climáticas, pelos conflitos e pelas políticas de exclusão.

“A análise dos direitos das mulheres mostra que, apesar de alguns progressos, nenhum país alcançou a igualdade de gênero”, disse Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres.

Narrado pela voz da ativista humanitária e poeta norte-americana Maya Angelou, o filme utiliza trechos do seu aclamado poema “Ainda assim me levanto” para ilustrar o cotidiano de várias mulheres produtoras de alimentos em todo o mundo.

VÍDEO: Empodere uma mulher. Alimente uma nação. É assim que nos levantamos

Narrado pela voz da ativista humanitária e poeta norte-americana Maya Angelou, o filme utiliza trechos do seu aclamado poema “Ainda assim me levanto” para ilustrar o cotidiano de várias mulheres produtoras de alimentos em todo o mundo.

Mulheres rurais estão encarando de frente os efeitos das mudanças climáticas, porém possuem acesso limitado aos recursos produtivos, serviços, educação e oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo que exercem horas excessivas de trabalho e usufruem de pouco poder de decisão.

O vídeo faz parte faz parte da campanha global “Verdadeiras Inovadoras”, do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas (FIDA).

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

ARTIGO: A desigualdade de poder entre os gêneros

Em artigo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que a desigualdade de gênero é a grande injustiça de nossa época e o maior desafio de direitos humanos que enfrentamos. Segundo ele, a igualdade de gênero oferece soluções para alguns dos problemas mais intratáveis de nossos tempos.

“Se quisermos alcançar uma globalização justa que funcione para todas e todos, precisamos basear nossas políticas em estatísticas que levem em conta as verdadeiras contribuições das mulheres.” Leia o artigo completo.