Um mês depois do sequestro, chefe da UNESCO volta a pedir a liberação das 200 meninas nigerianas

A UNESCO está apoiando o governo nigeriano para “trazer de volta as nossas meninas”, disse Bokova, fazendo referência à campanha internacional de mídia social.

Foto: UNESCO

Enfatizando a necessidade da educação infantil universal, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, voltou a condenar nesta terça-feira (13) o sequestro de mais de 270 meninas na Nigéria.

“O direito universal à educação ainda é contestado em alguns locais”, disse Bokova em Muscat, Omã, durante o Encontro Educação Global para Todos. Para ela, a melhor resposta para atos como este é prover cada criança com educação de qualidade: “nunca devemos cessar nosso apoio à educação como uma força para a dignidade humana e o desenvolvimento sustentável.”

A UNESCO está apoiando o governo nigeriano para “trazer de volta as nossas meninas”, disse Bokova, fazendo referência à campanha internacional de mídia social construída em torno da mesma frase. “Esta é uma violação inaceitável dos direitos humanos. É um ataque contra as aspirações dessas meninas”.