O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apresentou um novo plano de ação para criar uma cultura organizacional positiva e aumentar a consciência dos gestores e funcionários sobre as suas responsabilidades, direitos e deveres.
“Estamos transformando um momento difícil em um momento de oportunidades”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS, sobre a estratégia.

Sede do UNAIDS, em Genebra. Foto: UNAIDS
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apresentou um novo plano de ação para criar uma cultura organizacional positiva e aumentar a consciência dos gestores e funcionários sobre as suas responsabilidades, direitos e deveres.
“Estamos transformando um momento difícil em um momento de oportunidades”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS, durante uma sessão especial da Junta de Coordenação do Programa, realizada na semana passada (28).
“Nosso plano de ação é transformador e nos ajudará a criar o modelo de ambiente de trabalho inclusivo com o qual todos estamos comprometidos. Isso, por sua vez, nos ajudará a sermos mais eficazes, conforme trabalhamos para acabar com a epidemia de AIDS.”
Sidibé reiterou que a equipe é o maior bem do UNAIDS e enfatizou que os gestores estão comprometidos com a mudança, responsabilização e transparência. O dirigente também disse que o plano foi elaborado com foco nos funcionários e que a equipe desempenhou um papel fundamental na definição da estratégia.
Também esteve presente na reunião a especialista Laurie Newell, diretora do Grupo de Trabalho para fortalecer o papel do monitoramento e avaliação da Junta na tolerância zero em relação a assédio, incluindo assédio sexual, bullying e abuso de poder no UNAIDS.
Laurie explicou que o grupo vai apoiar o programa da ONU a ser uma organização modelo no sistema das Nações Unidas para a tolerância zero ao assédio e para o compromisso com a dignidade e respeito no trabalho. O grupo apontou o envolvimento dos funcionários no desenvolvimento do plano de ação como um modelo para a ONU.
Os membros da Junta expressaram seu apoio ao plano de ação e incentivaram o UNAIDS a continuar a implementação e as melhorias. Os integrantes ainda expressaram o desejo de ver a estratégia se tornar um marco no sistema das Nações Unidas para lidar com o assédio no local de trabalho. Os dirigentes também reiteraram o apoio da Junta ao Grupo de Trabalho.
A Junta ouviu ainda Yuri Ambrazevich, representante permanente de Belarus nas Nações Unidas em Genebra e presidente do Comitê de Seleção do Próximo Diretor-Executivo do UNAIDS. O comissário solicitou o apoio da Junta para ajudar o comitê a garantir que o processo permaneça justo e confidencial para todos os candidatos. Ambrazevich também solicitou o suporte da Junta para apresentar o maior número possível de candidatos altamente qualificados. A Junta confirmou sua confiança no comitê e afirmou aguardar com expectativa a discussão da proposta de lista de candidatos em sua 44ª reunião, em junho de 2019.
Membros da Junta do UNAIDS e representantes de Estados-membros das Nações Unidas, organizações internacionais, sociedade civil e ONGs participaram da sessão especial da Junta, que foi presidida por Li Mingzhu, da Comissão Nacional de Saúde da China, com os Estados Unidos como vice-presidente e Belarus como relator.
O relatório do diretor-executivo do UNAIDS para a Junta e as decisões da Junta podem ser encontradas clicando aqui (em inglês).