Enquanto a incidência de infecção pelo HIV em todo o mundo para todas as idades diminuiu 22% entre 2011 e 2017, as infecções por HIV entre pessoas que usam drogas injetáveis parecem estar aumentando, de acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).
Há evidências convincentes e abrangentes de que a redução de danos — incluindo terapia de substituição de opiáceos e programas de agulhas e seringas — previne infecções por HIV entre pessoas que usam drogas injetáveis. No entanto, leis discriminatórias, o estigma generalizado, a discriminação e violência, dificultam o acesso a serviços de saúde e redução de danos.
Enquanto a incidência de infecção pelo HIV em todo o mundo para todas as idades diminuiu 22% entre 2011 e 2017, as infecções por HIV entre pessoas que usam drogas injetáveis parecem estar aumentando, de acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).
A incidência do HIV — o número de novas infecções entre uma população mais suscetível durante um certo tempo — entre pessoas que usam drogas injetáveis subiu de uma estimativa de 1,2% em 2011 para 1,4% em 2017.
Há evidências convincentes e abrangentes de que a redução de danos — incluindo terapia de substituição de opiáceos e programas de agulhas e seringas — previne infecções por HIV entre pessoas que usam drogas injetáveis. No entanto, leis discriminatórias, o estigma generalizado, a discriminação e violência, dificultam o acesso a serviços de saúde e redução de danos.
Em seu novo relatório, denominado “Saúde, direitos e drogas: redução de danos, descriminalização e zero discriminação para pessoas que usam drogas”, o UNAIDS delineou um conjunto de recomendações que os países podem adotar para uma resposta ao uso de drogas com uma abordagem voltada à saúde pública e aos direitos humanos.
Clique aqui para acessar o relatório (em inglês).
