UNAIDS faz consulta global para fortalecer atuação na resposta à epidemia de AIDS

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebe até 10 de fevereiro ideias e recomendações sobre como melhorar seu funcionamento na resposta à epidemia. Qualquer pessoa interessada pode participar da consulta, que registrará as sugestões em meio online.

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, ONU pediu “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030. Foto: ONU

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O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebe até 10 de fevereiro ideias e recomendações sobre como a agência pode melhorar suas estratégias de combate à epidemia. Qualquer pessoa interessada pode participar da consulta, que registrará as sugestões em meio online. Iniciativa é do Painel Global de Revisão do organismo internacional.

Com a chamada virtual, o painel espera dar voz aos parceiros do UNAIDS e a indivíduos que desejam compartilhar suas opiniões sobre o programa. Propostas e argumentos enviados pela internet serão o ponto de partida de um relatório que o painel vai encaminhar à Junta de Coordenação, o principal organismo de governança da agência da ONU.

Os fóruns de discussão da consulta são organizados em torno dos três pilares da Junta: trabalho conjunto; governança; e financiamento e transparência. Também há um fórum geral para a discussão sobre o valor agregado do UNAIDS.

Para o o ministro da Saúde do Senegal e atual copresidente do Painel Global de Revisão, Awa Coll-Seck, é fundamental escutar o que as pessoas vivendo com HIV ou morando nos países mais afetados pela epidemia têm a dizer. “Eu quero encorajá-las, e também outras populações mais vulneráveis e afetadas pelo HIV, a compartilhar suas ideias sobre como o UNAIDS pode ser fortalecido para melhor ajudá-las”, afirmou.

“Nós estamos interessados na perspectiva dessas pessoas com quem o UNAIDS trabalha e a quem o UNAIDS serve cotidianamente – incluindo pessoas vivendo e afetadas pelo HIV, a sociedade civil, o setor privado e autoridades nacionais, bem como parceiros bilaterais, iniciativas globais e a própria família das Nações Unidas”, ressaltou o embaixador especial da Suécia para Saúde Global e também copresidente do painel, Lennarth Hjelmåker.

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