“A rota do escravo não é apenas um evento do passado: é a nossa história e moldou o caráter de várias sociedades modernas”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

Mulher escravizada algemada, Antilhas, Centro Schomburg. Imagem: ONU
“A rota do escravo não é apenas um evento do passado: é a nossa história e moldou o caráter de várias sociedades modernas, criou laços indissolúveis entre povos e continentes, e transformou de maneira irreversível o destino, a economia e a cultura de nações”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.
Através de uma ampla gama de programas culturais e educacionais nestes 20 anos, o projeto tem destacado as transformações globais resultantes dessa tragédia, ajudado na conscientização sobre a escravidão e suas consequências, reconhecido o patrimônio comum construído ao longo dos anos e mostrado as contribuições dos povos escravizados reconhecendo seus direitos humanos universais.
Assista ao documentário “A rota do escravo – A alma da resistência”, produzido pela UNESCO e legendado pelo UNIC Rio: