“Sua morte é um ataque inaceitável ao jornalismo, uma profissão que consagra o direito à liberdade de expressão e que é essencial para a democracia”, disse a diretora-geral da UNESCO.
“Sua morte é um ataque inaceitável ao jornalismo, uma profissão que consagra o direito à liberdade de expressão e que é essencial para a democracia”, lamentou Bokova, em comunicado de imprensa. “Apelo às autoridades mexicanas a lançar luz sobre este crime e levar os agressores à justiça”.
Como proprietário e editor da revista semanal La Unión, Sanchez Cerezo vinha regularmente denunciando problemas de segurança na cidade mexicana de Medellin de Bravo, no estado de Veracruz.O corpo de Moisés Sánchez Cerezo foi descoberto em 24 de janeiro, três semanas depois que foi sequestrado em casa por homens armados que também levaram seu computador, câmera e celular.
