A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou nesta quarta-feira (28) o assassinato do jornalista filipino Larry Que.
Aproximadamente 92% dos crimes contra jornalistas ficam impunes no país. Entre 2014 e 2015, a região Ásia-Pacífico foi a terceira com mais mortes para profissionais de imprensa, seguida pelos Emirados Árabes e pela América Latina e Caribe.

Membro das forças armadas filipinas em posto de checagem nas ruas de Cotabato. Foto: IRIN/Guy Oliver
A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou nesta quarta-feira (28) o assassinato do jornalista filipino Larry Que.
O jornalista trabalhava para o veículo Catanduanes News Now e foi morto na semana passada (19) após ser baleado em Virac, uma cidade na província central de Catanduanes, nas Filipinas.
“Peço às autoridades das Filipinas que façam tudo o que puderem para levar os responsáveis por esse crime à Justiça. Jornalistas devem ser capazes de trabalhar em condições seguras para garantir o livre fluxo de informação”, destacou Bokova.
Aproximadamente 92% dos crimes contra jornalistas ficam impunes no país. Entre 2014 e 2015, a região Ásia-Pacífico foi a terceira com mais mortes para os profissionais de imprensa, seguida pelos Emirados Árabes e pela América Latina e Caribe.