Repórter de televisão, Suhail Mahmoud Al-Ali morreu na sexta-feira (4) após ser ferido durante a cobertura do conflito em Aleppo. Em 2012, país ficou no topo do ranking dos mais perigosos para jornalistas, com 41 profissionais mortos.
A Diretora-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou nesta quarta-feira (9) o assassinato na Síria do repórter de televisão Suhail Mahmoud Al-Ali.
“Mais uma vez, peço a todas as partes para respeitar o status civil dos jornalistas e deixá-los se beneficiar do seu direito fundamental de falar livremente, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos”, disse Bokova.
Mahmoud Al-Ali morreu na sexta-feira (4) por causa de ferimentos durante a cobertura do conflito na cidade de Aleppo, segundo a ONG Repórteres sem Fronteiras. Ao longo de 2012, 41 profissionais de mídia morreram na Síria enquanto desempenhavam suas funções. Número que coloca o país no topo do ranking dos mais perigosos do mundo para jornalistas.
Os confrontos entre as tropas do Governo e rebeldes já mataram mais de 60 mil pessoas, a maioria civis, desde março de 2011.