UNESCO condena morte de jornalistas na Somália e na Colômbia

“Extremistas não devem ter permissão para sufocar a liberdade de expressão com sua violência e intimidação”, lembrou a chefe da da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Foto: CC/João Galhanas

Foto: CC/João Galhanas

A chefe da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) denunciou nesta quarta-feira (16) a morte da jornalista colombiana Flor Alba Núnez Vargas, de 25 anos. Ela foi morta em frente do edifício da estação de rádio La Preferida Estero, em Pitalito, no estado de Huila, localizado no sudoeste da Colômbia. Vargas também trabalhava para o Canal6, TV5 e Nación TV.

Na véspera, Irina Bokova também deplorou o assassinato de Abdullahi Ali Hussein, editor do site Waagasucub, em Mogadíscio, Somália, em 8 de setembro.

“Extremistas não devem ter permissão para sufocar a liberdade de expressão com sua violência e intimidação”, ela disse. “Uma mídia livre e vibrante, com jornalistas comprometidos, tem uma contribuição essencial para dar ao Estado de Direito e boa governança em Somália.”

A UNESCO é a agência da ONU com o mandato de defender a liberdade de expressão no mundo. Nos comunicados, Bokova pediu a investigação dos casos e a punição de seus autores.