UNESCO lamenta assassinato de radialista na Somália e pede investigação

“Seu nome se junta a uma longa lista de jornalistas que perderam suas vidas na Somália”, disse Irina Bokova, chefe da agência da ONU.

Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova. Foto: UNESCO/Danica Bijeljac

Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova. Foto: UNESCO/Danica Bijeljac

A chefe da agência das Nações Unidas encarregada de defender a liberdade de imprensa denunciou nesta quinta-feira (28) o recente assassinato da radialista somali Rahma Abdulkadir e pediu uma investigação sobre o crime.

“Condeno o assassinato de Rahma Abdulkadir. Seu nome se junta a uma longa lista de jornalistas que perderam suas vidas na Somália”, disse Irina Bokova, Diretora-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

“Os profissionais de mídia devem ser capazes de trabalhar em condições seguras para cumprir sua missão. A impunidade dos crimes cometidos contra eles não deve ser tolerada, aumenta a sua vulnerabilidade e o compromissos a liberdade de expressão para todos”, acrescentou.

Abdulkadir, de 25 anos, trabalhou para a rádio comercial Abduwaq. Ela teria sido morta a tiros por desconhecidos na capital Mogadíscio, no dia 24 de março.