A publicação afirma que o Brasil, a Austrália, a China e a África do Sul são os centros de pesquisa mais prolíferos sobre mudanças climáticas fora da América do Norte e da Europa.
A Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (UNESCO), em parceria com a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico e o Conselho Internacional de Ciências Sociais, acaba de lançar o “Relatório mundial sobre ciências sociais 2013, mudando os ambientes globais”, com artigos de mais de 150 especialistas de todas as partes do mundo.
A publicação fornece uma amostra completa de como as ciências sociais – antropologia, economia, estudos sobre o desenvolvimento, geografia, ciência política, psicologia e sociologia – podem ajudar na discussão das mudanças climáticas.
O documento afirma, em suas 600 páginas, que as pessoas, o comportamento humano e as sociedades devem estar no centro de todas as tentativas para combater os desafios da mudança ambiental e dos fenômenos naturais estudados pela ciência. A obra também faz um balanço dos inéditos e impressionantes desafios das mudanças ambientais enfrentados pela sociedade, lembrando que as mudanças climáticas causam impactos em tudo e em todos neste planeta: sistemas de apoio à vida, meios de subsistência, modos de vida, ações e interações.
A publicação – disponível somente em inglês – aponta que o Brasil, a Austrália, a China e a África do Sul são os centros de pesquisa mais prolíferos sobre mudanças climáticas fora da América do Norte e da Europa, já que possuem os melhores recursos científicos dentro de suas áreas.
Saiba mais sobre esta publicação clicando aqui. A íntegra do relatório encontra-se disponível neste link.