UNESCO pede investigação dos assassinatos de jornalistas na Síria e Filipinas

“É crucial que tal ato, que viola o direito fundamental à liberdade de expressão, não fique impune”, afirmou a Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova.

A Diretora-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou nesta terça-feira (10/01) as recentes mortes de jornalistas na Síria e nas Filipinas. Ela pediu que as autoridades nacionais investiguem os crimes.

De acordo com a ONG Repórteres Sem Fronteiras, o apresentador de um programa de rádio e editor de um jornal local filipino, Christopher Guarin, foi assassinado na última quinta-feira (05/01) por um motoqueiro não identificado. O crime ocorreu enquanto o jornalista voltava para casa acompanhado de sua esposa e filho. “É crucial que tal ato, que viola o direito fundamental à liberdade de expressão, não fique impune”, defendeu a Diretora-Geral da UNESCO.

Bokova também alertou sobre a morte do jornalista sírio Shoukri Ahmed Ratib Abu Bourghoul. Ele foi baleado no dia 30 de dezembro no caminho para casa após apresentar um programa de rádio semanal na cidade Darya. Bourghoul faleceu três dias após o atentado.