Habiba Abdelaziz, jornalista do semanal Xpress, de Dubai, e Mick Deane, repórter cinematográfico do British Sky, levaram tiros quando cobriam manifestações no Cairo em 14 de agosto.

Diretora da UNESCO, Irina Bokova. Foto: ONU/Paulo Filgueiras
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) pediu que as autoridades egípcias façam todo o possível para proteger os profissionais de mídia em prol da liberdade de expressão e de informação.
O apelo foi feito na segunda-feira (19), quando a diretora da UNESCO, Irina Bokova, lamentou a morte de dois jornalistas que cobriam as manifestações no Cairo no dia 14 de agosto.
Habiba Abdelaziz, que trabalhava para o jornal semanal Xpress, com sede em Dubai, e Mick Deane, repórter cinematográfico veterano do British Sky, levaram tiros em Raba Al Adawiya.
Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, pelo menos quatro fotógrafos e jornalistas ficaram feridos nos confrontos que mataram centenas de pessoas.