“Armas não deveriam estar autorizadas a silenciar a diversidade de opinião, nem poderiam jamais substituir palavras para garantir o apoio a sociedade civil”, disse a diretora-geral da UNESCO.

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“Armas não deveriam estar autorizadas a silenciar a diversidade de opinião, nem poderiam jamais substituir palavras para garantir o apoio da sociedade civil”, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, nesta quarta-feira (28), declarando-se “profundamente preocupada” com a morte do editor do jornal semanal Burnik, Meftah Bouzid, na Líbia, no início desta semana.
Bokova afirmou que a UNESCO está particularmente “abalada” com a perda do jornalista e lembrou que ele, por ser crítico ao extremismo islâmico, vinha recebendo ameaças de morte por causa de suas opiniões.
O assassinato de Bouzid é o quarto caso na Líbia de morte de jornalistas desde janeiro de 2013.