UNFPA e parceiros assumem compromissos em seminário sobre saúde e juventude

Avançar no desafio da promoção dos direitos dos adolescentes e jovens, em especial o direito à saúde sexual e saúde reprodutiva. Este foi o mote central de uma grande discussão que aconteceu na última semana, em Brasília, durante o Seminário Internacional Saúde, Adolescência e Juventude: promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida.

Participantes do seminário comemoram os resultados finais. Foto: Eduardo Tadeu

Participantes do seminário comemoram os resultados finais. Foto: Eduardo Tadeu

Avançar no desafio da promoção dos direitos dos adolescentes e jovens, em especial o direito à saúde sexual e saúde reprodutiva. Este foi o mote central de uma grande discussão que aconteceu na última semana, em Brasília, durante o Seminário Internacional Saúde, Adolescência e Juventude: promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida.

A reunião, que envolveu cerca de 250 participantes de 13 países, além do Brasil, foi encerrada com vários encaminhamentos propostos pelas instituições organizadoras — o Ministério da Saúde (MS), a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

A concepção do seminário surgiu em 2012, durante um encontro entre o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o diretor executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin. Na ocasião, as autoridades acordaram realizar atividades conjuntas sobre o tema saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens, visando assegurar seus direitos e permitir que alcancem seu pleno potencial.

Seria dada atenção especial aos adolescentes e jovens vivendo em situação de vulnerabilidade social agravada, tais como adolescentes e jovens em situação de rua; usuárias(os) de crack, álcool e outras drogas; em conflito com a lei; em situação de pobreza e pobreza extrema.

Cerca de 50 pessoas de 13 países garantiram o caráter internacional do evento. Argentina, Colômbia, Cuba, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Moçambique, Nigéria, Peru, Tailândia, Uruguai e Venezuela estiveram representados por líderes jovens, representantes de governo e dos escritórios do UNFPA de cada um dos países.

Além deles, cerca de 200 participantes – lideranças juvenis, gestores, governo e organismos internacionais – garantiram a presença brasileira.

A diversidade garantiu a troca de experiências e o diálogo incessante em busca do avanço cooperativo em temas como a gravidez adolescente não planejada e a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive HIV/Aids. Saiba mais detalhes do encontro clicando aqui.