O Fundo de População da ONU (UNFPA) reuniu em Brasília (DF) na semana passada (20 e 21) representantes de serviços de saúde classificados para a segunda etapa do selo de qualidade “Chega Mais”.
O selo avalia se os serviços em saúde reconhecem a saúde sexual e reprodutiva como parte integral dos direitos humanos, como elemento fundamental para usufruir de outros direitos fundamentais.
A oficina reuniu cerca de 40 pessoas em um debate coletivo sobre casos reais de adolescentes que buscam os serviços de saúde. A discussão girou em torno de como os profissionais podem lidar com esses cenários, levando em consideração os critérios de avaliação do selo.

Oficina “Chega Mais” reuniu profissionais da saúde para troca de experiências e debates sobre casos e situações de atendimento a adolescentes no sistema de saúde. Foto: UNFPA Brasil
O Fundo de População da ONU (UNFPA) reuniu em Brasília (DF) na semana passada (20 e 21) representantes de serviços de saúde classificados para a segunda etapa do selo de qualidade “Chega Mais”.
O selo avalia se os serviços em saúde reconhecem a saúde sexual e reprodutiva como parte integral dos direitos humanos, como elemento fundamental para usufruir de outros direitos fundamentais.
A oficina foi realizada pelo UNFPA em parceria com Escola de Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (EAPSUS), Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal (SECriança-DF).
Com o caráter pedagógico e de encontros entre profissionais, a atividade reuniu representantes dos serviços de saúde para uma troca de experiências e debates sobre casos e situações de atendimento a adolescentes no sistema de saúde. O evento aconteceu na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde, em Brasília.
O selo é uma iniciativa pioneira lançada pelo UNFPA em parceria com a SES-DF e Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal SECriança-DF com o objetivo de reconhecer e incentivar que unidades de saúde do Distrito Federal ofereçam atendimento e serviços adequados para adolescentes.
Segundo Wania Carvalho, diretora da EAPSUS, a concessão do selo, para além de um reconhecimento, tem uma função pedagógica e didática para superar os desafios estruturais e iniquidades dentro dos serviços de saúde.
“A certificação não é apenas julgar os serviços em bom e ruim. A ideia é que exerça também uma função pedagógica de trazer, para essas equipes e para profissionais, ideias sobre como fazer um trabalho de melhor qualidade dentro de suas possibilidades”, relata a diretora.
A oficina reuniu cerca de 40 pessoas em um debate coletivo sobre casos reais de adolescentes que buscam os serviços de saúde. A discussão girou em torno de como os profissionais podem lidar com esses cenários, levando em consideração os critérios de avaliação do selo.
Em outubro, haverá a terceira etapa da certificação com aproximação e aplicação de instrumentos in loco aos serviços de saúde. O selo também reconhece a saúde sexual e a saúde reprodutiva como parte integral dos direitos humanos e seu exercício sendo fundamental para usufruir de outros direitos fundamentais.