Em 2013, Batoul, agora aos 10 anos, perdeu o pai, a mãe e os dois irmãos mais velhos em uma explosão. Ela e o irmão caçula, de 8, ficaram sob escombros, gravemente feridos . Batoul, que era destra, perdeu a mão direita no ataque. A menina, por conta própria, aprendeu a usar a mão esquerda. Ela e o irmão vivem hoje com a avó. “Minha caligrafia era engraçada, mas eu tinha um sonho: ir à escola para estudar e brincar como todas as outras crianças”. Foto: UNICEF

Em 2013, Batoul, agora aos 10 anos, perdeu o pai, a mãe e os dois irmãos mais velhos em uma explosão. Ela e o irmão caçula, de 8, ficaram sob escombros, gravemente feridos . Batoul, que era destra, perdeu a mão direita no ataque. A menina, por conta própria, aprendeu a usar a mão esquerda. Ela e o irmão vivem hoje com a avó. "Minha caligrafia era engraçada, mas eu tinha um sonho: ir à escola para estudar e brincar como todas as outras crianças". Foto: UNICEF

Em 2013, Batoul, agora aos 10 anos, perdeu o pai, a mãe e os dois irmãos mais velhos em uma explosão. Ela e o irmão caçula, de 8, ficaram sob escombros, gravemente feridos . Batoul, que era destra, perdeu a mão direita no ataque. A menina, por conta própria, aprendeu a usar a mão esquerda. Ela e o irmão vivem hoje com a avó. “Minha caligrafia era engraçada, mas eu tinha um sonho: ir à escola para estudar e brincar como todas as outras crianças”. Foto: UNICEF

Em 2013, Batoul, agora aos 10 anos, perdeu o pai, a mãe e os dois irmãos mais velhos em uma explosão. Ela e o irmão caçula, de 8, ficaram sob escombros, gravemente feridos . Batoul, que era destra, perdeu a mão direita no ataque. A menina, por conta própria, aprendeu a usar a mão esquerda. Ela e o irmão vivem hoje com a avó. “Minha caligrafia era engraçada, mas eu tinha um sonho: ir à escola para estudar e brincar como todas as outras crianças”. Foto: UNICEF