UNICEF e parceiros preparam profissionais para proteger direitos de crianças e jovens nas Olimpíadas

Capacitação acontece no Rio de Janeiro e vai formar 640 profissionais para enfrentar violações que são mais recorrentes em grandes eventos, como exploração e abuso sexuais, trabalho infantil, situação de rua, desaparecimento e uso de álcool e drogas pelo público infanto-juvenil.

Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro / Portal Cidade Olímpica

Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro / Portal Cidade Olímpica

Na última segunda-feira (23), teve início no Rio de Janeiro um ciclo de capacitações sobre a proteção de crianças e adolescentes durante as Olimpíadas e Paralimpíadas Rio 2016. Oferecida em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, a formação é destinada a 640 profissionais que trabalham com o público infanto-juvenil.

O objetivo é enfrentar as violações que são mais recorrentes em grandes eventos, como a exploração e o abuso sexuais, o trabalho infantil, a situação de rua, o desaparecimento de meninas e meninos e o uso de álcool e drogas por crianças e adolescentes.

Durante os encontros, será discutido, por exemplo, o papel de cada órgão e serviço, como o Conselho Tutelar, as Delegacias, as instituições de acolhimento, as ONGs e os serviços da Assistência Social no atendimento a vítimas de agressões e abusos.

A ideia é que todos possam trabalhar integrados, garantindo soluções ágeis e eficazes diante de cada situação. Os participantes também serão apresentados ao Proteja Brasil – aplicativo digital gratuito que facilita a identificação e a denúncia de violações.

Serão oferecidos cursos de dois dias para cinco turmas. Os ciclos vão até o dia 7 de junho e serão concluídos com um “Seminário de Boas Práticas”, dirigido a todos os participantes, no dia 9.

A iniciativa é parte do projeto “Rio 2016: Olimpíadas dos Direitos da Criança e do Adolescente” e é oferecida pelo Comitê de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes nos Megaeventos e pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), em parceria com o UNICEF, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social da Cidade do Rio de Janeiro, o Viva Rio e o Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA-RJ).

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